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Edição 427

A Rapaziada lançou “Terra a Terra”

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Associação Cultural Amar ao Luar – A Rapaziada lançou no sábado, 8 de junho, o primeiro trabalho discográfico “Terra a Terra”. 

“S. Martinho e Santiago//Corrido de lés a lés,//És a cidade mais linda,//Com o Rio Ave aos teus pés.//Freguesia de Guidões,//Por ela tenho paixão,//Romaria que se faz,//Em honra de S. João.// S. Eufémia da Carriça//Eu hei-de lá ir um dia,//Freguesia de Alvarelhos,//Terra de Santa Maria.//Em S. Cristóvão do Muro,//Tem um jardim de flores,//Também tem o padroeiro,//Que protege os condutores.//S. Mamede do Coronado,//A terra do meu encanto,//Romaria que se faz,//Ao Divino Espírito Santo.//Nossa Senhora de Fátima,//E o S. Bartolomeu,//Quem não foi a S. Romão,// Pois não sabe o que perdeu.//Eu hei-de ir ao S. Gonçalo,//Para acender umas velas,//Uma festa que se faz,//Na freguesia de Covelas.//Ó Senhora da Alegria,//Minha Santa Imaculada,//Bem juntinho a teus pés,// Nasceu A Rapaziada”. Estes são os versos que compõem a canção Terra a Terra, que dá o nome ao primeiro trabalho discográfico da Associação Cultural Amar ao Luar – A Rapaziada.

Composto por 15 temas originais, a criação do CD surgiu com o intuito de “perpetuar” o “vasto reportório de música tradicional portuguesa”, que foi recolhido entre “as pessoas mais antigas do concelho”.

Segundo o presidente da associação, Alcindo Pereira, apesar de A Rapaziada ter surgido “numa brincadeira”, o grupo atingiu “um patamar grande” que os levou a criar a associação para se lançarem “no mercado”.

A Nossa Senhora da Alegria é a “santa padroeira” do grupo: “Foi onde nascemos, tocamos algumas músicas e onde tiramos a primeira fotografia. O último verso da música que dá o nome ao CD é-lhe dedicado”, contou.

O grupo iniciou a sua atividade em “setembro de 2009”, mas a sua existência só foi “oficializada em janeiro de 2011”, quando foi criada a “Associação Musical ‘A Rapaziada’ com o registo ‘Amar ao Luar’”. Com sede nas antigas instalações da Escola Básica de Cidai, em Santiago de Bougado, a associação dedica-se à “divulgação da música tradicional portuguesa”, percorrendo o País de norte a sul, contando já com uma participação televisiva no programa Verão Total da RTP1.

O grupo é composto por Manuel Silva (bandolim), Alcindo Pereira (bombo), Bruno Pereira (cavaquinho), Sérgio Duarte (cavaquinho), Virgílio Bastos (cavaquinho) Juliana Bastos (pandeireta e voz), Joana Pereira (viola) e Almerindo Duarte (voz e cavaquinho).

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Edição 427

A campanha eleitoral autárquica já está no terreno

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Na democracia representativa em que vivemos, o poder soberano, que reside no Povo, é delegado em cidadãos que o representam na tomada de decisões, interpretando o sentir da população e respondendo às suas aspirações. É assim, deveria ser assim! O meio encontrado para escolher os governantes, nacionais ou locais é a eleição. As eleições autárquicas portuguesas de 2013 ocorrerão obrigatoriamente entre 22 de setembro e 14 de outubro.

Nas próximas eleições estarão em disputa a eleição dos presidentes e vereadores de câmaras municipais, dos presidentes e deputados das assembleias municipais, bem como dos presidentes de juntas de freguesias e dos membros das assembleias de freguesia. Devido à reforma da administração local empreendida pelo atual Governo Constitucional, houve uma redução do número de juntas de freguesia e, consequentemente dos respetivos cargos dirigentes. Foram extintas mais de mil juntas de freguesia, mais de um quarto das atualmente existentes. A Região Centro perdeu mais de 300, o Alto Minho 80 e os 11 Concelhos do Grande Porto perderam mais de 80 juntas de freguesia.

O Ministério da Administração Interna (MAI) vai notificar os eleitores cujas freguesias foram alteradas no âmbito da reforma administrativa, num processo faseado, que deverá terminar em Agosto. De acordo com o MAI, os cidadãos devem conservar o documento recebido, que lhes permitirá, no dia da eleição, a fácil identificação da sua assembleia de voto, a qual será, na maioria dos casos, a mesma e no mesmo local das anteriores eleições. O valor destinado a estas eleições locais está abaixo dos 50 milhões de euros. Comparativamente a 2009, estas eleições vão ficar 9,3 milhões de euros mais baratas.

O mandato dos titulares dos órgãos das autarquias locais é de 4 anos, tendo sido legalmente estabelecida, desde 2005, uma limitação de 3 mandatos consecutivos para os presidentes dos órgãos executivos (presidentes das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia). O processo de candidaturas a estas eleições autárquicas ficou marcado pelas divergências na interpretação da lei da limitação de mandatos. A polémica reside no facto de a lei não referir explicitamente se são apenas proibidas recandidaturas ao mesmo município ou freguesia, ou se, pelo contrário, é impedida a recandidatura dos autarcas ao mesmo cargo, independentemente do concelho ou da freguesia.

É verdade que as eleições autárquicas ainda não foram marcadas e, consequentemente, ainda não foi aberta a campanha eleitoral, mas basta um olhar pelos cantos da nossa terra e ver a grande quantidade de outdoors a anunciar os candidatos a presidentes das câmaras municipais e das juntas de freguesia. É a pré-campanha eleitoral a anunciar uma campanha bem quente.

Na atual situação económica e financeira em que o país vive é exigido aos candidatos, nestas eleições autárquicas, que tenham contenção, sobriedade e respeito: contenção nas promessas, sobriedade nos gastos e respeito, em especial, por aqueles que estão a passar mal. A bem da democracia!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

 

 

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Edição 427

Memória da Casa da Cultura da Trofa reunida em exposição

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Exposição sobre a “Memória da Casa da Cultura da Trofa” está patente até ao dia 31 de julho.

 O percurso do edifício da Casa da Cultura da Trofa, desde a sua construção na cidade do Porto até à atualidade, os vários episódios vividos pela família de Manuel Ferreira da Silva, que habitou a Casa, e as memórias guardadas no edifício municipal. Estes são os ingredientes da exposição “Memória da Casa da Cultura da Trofa” inaugurada no sábado, 8 de junho, e que está patente na sala de exposições da Casa da Cultura durante os meses de junho e julho.

Esta exposição baseia-se em “fontes documentais e testemunhos da família que viveu no edifício”, onde funciona na atualidade a Casa da Cultura da Trofa, bem como de uma “investigação conduzida pelos técnicos da Câmara Municipal da Trofa, nos últimos meses”.

Na inauguração, onde além de estarem presentes várias entidades locais estiveram familiares dos antigos proprietários da Casa, Joana Lima, presidente da Câmara Municipal da Trofa, referiu que “esta viagem pela memória da Casa da Cultura da Trofa, assinala no concelho, o Dia Internacional dos Arquivos, festejado a 9 de junho, chamando a atenção para a importância dos arquivos e dos repositórios de memórias para a reedificação do passado e a compreensão do presente e, principalmente, para a preservação da nossa história e da nossa identidade coletiva”.

A “exposição histórica” pode ser visitada até 31 de julho, de segunda-feira a sábado, das 10 às 18 horas.

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