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4 dicas úteis para escolher a nova pintura da sua cozinha

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Uma nova pintura poderá ser sinónimo de uma cozinha revigorada, mesmo quando uma remodelação a fundo desta divisão não é economicamente viável. 

Ao ponderar as suas pinturas interiores, com incidência na cozinha, é importante recordar algumas prioridades centrais. Estes relacionam-se com fatores como cor, acabamento ou adequação à tipologia do espaço. 

Sugerimos 4 dicas para, de forma informada, escolher a tonalidade e características da tinta a aplicar na sua cozinha. 

1 – Escolha a tinta mais adequada às características da divisão 

A tinta pode, à primeira vista, parecer homogénea. Porém, certas tintas são apenas indicadas para interiores, exteriores, chão, paredes ou superfícies de diversas rugosidades e suscetíveis a diferentes elementos de abrasão. Cada caso é um caso. 

Uma tinta adequada para cozinhas terá a capacidade de perdurar e atenuar a criação de bolores num ambiente dominado por humidades, óleos e fumos. 

Tendo em conta as particularidades de uma cozinha, destaca-se a utilização da tinta acrílica como uma das escolhas mais adequadas e comuns no mercado. 

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 Entre as características vantajosas da tinta acrílica destacam-se: 

  • Tinta de base aquosa com nível relativamente baixo de toxicidade. 
  • Minimização do surgimento de fungos ao evitar a condensação nas paredes (impermeabilidade). 
  • Rápida capacidade de secagem aquando da pintura, o que facilita a mão-de-obra e mitiga posteriormente odores fortes. 
  • Boa capacidade de cobertura na primeira demão. 
  • Permite limpezas recorrentes.
  • Muito adequada para interiores, em especial paredes. 
  • Apresenta elevada durabilidade
  • Muito utilizada e adequada para interiores, nomeadamente paredes. 

Um ou uma profissional da plataforma Zaask poderá ajudá-lo/a na determinação do preço pintura interior m2, quer escolha este ou outro tipo de tinta. 

Ao falarmos de ambientes húmidos, como neste caso a cozinha (aplica-se também a casas de banho), outras duas hipóteses são também geralmente consideradas:

  • Tinta Látex PVA – composta pelo material acetato de polivinila. Solúvel em água, fácil de limpar, durável e resistente à criação de mofo. Contudo, a sua porosidade torna-a mais suscetível ao desgaste. Tal coloca-a em desvantagem face à tinta acrílica. 
  • Tinta Epóxi – tinta resina impermeável, resistente à água e a humidades. Apelativa se falarmos de um estilo moderno e minimalista.

2 – Pondere o acabamento que melhor satisfaz as suas necessidades 

Tão importante quanto escolher o tipo de tinta para a nova pintura da sua cozinha é decidir qual o acabamento a aplicar. Continuando a destacar a opção da consensual tinta acrílica, estes são os acabamentos a considerar : 

FOSCO

  • Acabamento opaco e dominado por um aspeto aveludado. 
  • Associado a paredes com algumas imperfeições, uma vez que é indicado para as disfarçar.
  • Tem tendência a desgastar-se e manchar, não sendo aconselhável para superfícies que necessitem de limpeza recorrente. 

SEMI-BRILHO

  • Em concordância com o nome, distingue-se por criar a aparência de uma parede brilhante  e torna as divisões mais vistosas.
  • Resistência notável contra manchas
  • Impermeável. 
  • Destaca as imperfeições e por isso deverá ser apenas aplicado em superfícies lisas. 

ACETINADO 

  • Tido como um compromisso entre o acabamento fosco e semi-brilho.
  • A tinta acetinada mantém um certo brilho, embora mais discreto. A suavidade transmite uma sensação de sofisticação e torna-a uma escolha comum. 
  • Apresenta elevada capacidade de resistência a limpezas sucessivas. Adequa-se a paredes que não estejam muito danificadas. 

3 – Opte por tonalidades que favoreçam o seu espaço 

Há muitas razões para escolher determinadas tonalidades e combinações de cor para um espaço. Caso esteja a planear a pintura no âmbito de uma remodelação mais significativa, a ajuda por parte de decoradores portugueses da Zaask poderá revelar-se um trunfo significativo para manter a harmonia visual.

Ao considerar a nova pintura da sua cozinha recorde-se de que esta é uma das divisões da casa onde existe maior elasticidade quanto às cores a escolher. Tudo irá depender do estilo em que se enquadrará e, claro, do tamanho do espaço. 

Como fazer uma cozinha parecer maior recorrendo à pintura? 

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Em cozinhas pequenas não se recomenda a utilização de cores demasiado vibrantes, as quais neste caso podem até transmitir uma ideia de desorganização e claustrofobia. Antes, pequenos focos de cor dispersos permitirão criar um espaço com mais equilíbrio visual. 

Uma cozinha pintada de branco ou de tons claros irá parecer maior, uma vez que a tinta branca reflete a luminosidade. Já um teto pintado de branco irá parecer mais alto e evidenciar a luz natural presente na divisão. Contudo, cada vez mais a cor convida à experimentação e o puro branco começa a soar démodé. 

Desta forma tons pastel, terra e até cores primárias poderão tornar a cozinha mais apelativa. O verde é cada vez mais uma tendência, sinónimo de tranquilidade, natureza, e evocativo de um espaço bem arejado. 

Não ultrapassar as duas ou três tonalidades dominantes pode também ser uma dica importante para a pintura de uma cozinha pequena. 

4 – Equacione a pintura dos armários como um pilar central

É muito comum, ao ponderar renovações de cozinhas, decidir-se pela não substituição dos armários pré-existentes. Uma prática comum é pintar os móveis de cozinha. Uma vez mais, o aspecto determinante é a coesão estética . A tinta deverá estar de acordo com a restante decoração do espaço. 

Estas são algumas das tonalidades mais populares, de momento, para armários de cozinha: 

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  • Verde – Uma vez mais a estrela, quer falemos de estilos de cozinha clássico, industrial, rústico (…). A versatilidade dos armários verdes é notável. Complementam, de forma exímia, paredes brancas. 
  • Azuis – Dos azuis-marinhos a tons de azul profundos, esta é outra gigante tendência nos armários de cozinha hoje em dia. 
  • Preto – A combinação preto e branco tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos. Com este contraste a cozinha não se arrisca a ficar demasiado escura. 
  • Cinzento  – Devido ao seu carácter minimalista e versátil, os tons cinza estão cada vez mais em voga. O cinzento permite a criação de cozinhas industriais extremamente contemporâneas e nunca pesadas. 
  • Laranjas e amarelos vivos – Uma tendência crescente prende-se com inverter a monotonia e pintar os armários de tons vivos e calorosos, como laranjas e amarelos. 

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Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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Edição 769

Santiago de Bougado: Missa assinala 47.º dos escuteiros

No domingo, 10 de julho, pelas 10h45, é celebrada uma missa campal.

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No domingo, 10 de julho, pelas 10h45, é celebrada uma missa campal no terreno contíguo ao Parque de Jogos da Ribeira, do AC Bougadense, para assinalar os 47 anos do Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Bougado.

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