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Edição 657

30 universidades apresentaram cursos na Escola Secundária (C/Vídeo)

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Escolher por vocação ou por mais oferta de emprego? Esta é uma das questões que mais ocupam os estudantes quando têm de decidir que caminho optar no Ensino Superior. Para ajudar os jovens no processo de escolha, a Escola Secundária da Trofa promoveu a 20.ª edição da feira formativa com a presença de cerca de 30 instituições. Segundo Fernanda Silva, psicóloga do Agrupamento de Escolas da Trofa, “o objetivo da feira é permitir a exploração das diversas alternativas que os jovens têm depois do 12.º ano, juntando no mesmo espaço as instituições de Ensino Superior da zona Norte, de modo a possibilitar-lhes terem acesso a toda a informação que existe e terem um contacto pessoal com representantes dessas escolas”.
A iniciativa possibilita que os estudantes conheçam de perto as ofertas existentes e tenham um contacto direto com as instituições. E não é só importante para quem está a terminar o Ensino Secundário, mas também para quem está no 9.º ano, porque, sublinhou a psicóloga, “nessa fase os jovens já têm de fazer uma escolha mais concreta sobre o curso onde vão passar o Ensino Secundário, que determina algumas das ofertas a que têm acesso no Ensino Superior”.
Segundo Fernanda Silva, o impacto deste tipo de iniciativas junto dos alunos vai variando ao longo dos anos, pois “depende da capacidade de questionarem” e de “aproveitarem a presença dos representantes das instituições”.
A Universidade do Porto é a instituição que os estudantes da Secundária da Trofa mais procuram no momento de decidirem o futuro académico

 

 

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Edição 657

A desresponsabilização do passado

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O primeiro-ministro, que é também secretário-geral do partido socialista tem sido bafejado pela sorte por estar a haver uma ligeira retoma económica provocada pela baixa significativa das taxas de juro e pela pujança do comércio internacional. Tudo isto conjugado com uma imprensa muito suave e uma oposição fragilizada tem ajudado António Costa a passar por entre os pingos da chuva nas muitas situações graves que o país tem vivido.
Costa que perdeu as eleições, com uma das mais baixas votações de sempre do partido socialista e que será recordado pela sede desmedida de ser governo a todo o custo continua a estar obcecado pelo poder e a alimentar a sua vaidade desmedida ficando cego, autista e um político perigoso, na pior linha do «socratismo». Exemplo disso é o seu comentário à vitória de Rui Rio nas eleições internas do PSD afirmando que «não será muito difícil ser melhor» que Passos Coelho.
Os políticos que originaram a bancarrota do nosso país em 2011 pertenciam a uma equipa comandada por José Sócrates (o pior primeiro-ministro que Portugal teve em democracia), que tinha como seu número dois o atual primeiro-ministro, António Costa, mas também Augusto Santos Silva e Vieira da Silva, atuais ministros do governo de Portugal. Quando olhamos para a televisão também encontramos diversos membros dessa equipa de políticos incompetentes a comentar a atualidade política, como se fossem os arautos da verdade.
Estes socialistas com o seu «cabotismo» e vaidade, todos eles emproados como pavões falam de ética e moral como se fossem os arautos da honestidade e da verdade, mas esquecem-se que foram eles que nos deixaram um presente envenenado e um futuro hipotecado. António Costa e os seus camaradas de então e de agora desempenharam um papel importante naquilo que aconteceu a Portugal e aos portugueses, mas têm a desfaçatez de tentar ignorar que foram eles que fizeram um apelo à «troika», para nos vir salvar.
A desresponsabilização pelo passado tem sido uma das mais graves debilidades do nosso país e António Costa tem sido um dos principais obreiros, quando ataca sistematicamente o seu antecessor, com o intuito de branquear um passado que deve ser recordado, para que não volte a acontecer o mesmo descalabro das contas públicas, como aconteceu no malfadado «socratismo». Infelizmente!
António Costa tem demonstrado, para além da falta de ética, uma falta de sentido patriótico, ao assinar a posição favorável do partido socialista a listas transnacionais nas eleições europeias. Se assim acontecer haverá uma redução do número de deputados eleitos em cada país, incluindo Portugal. Com esta posição, Costa atraiçoou os países médios e pequenos demonstrando ser um joguete dos poderosos alemães e franceses. É António Costa no seu melhor!

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Edição 657

Memórias e Histórias da Trofa: Cultura e lazer operário no século XX na Trofa (II)

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Na Trofa em dezembro de 1927, numa fase de desenvolvimento económico continuava a haver lacunas no âmbito do entretenimento, referindo-se que não havia clubes nem cafés que eram fundamentais para o turismo.1
O desejo de voltar a haver oferta cultural aos habitantes de S. Martinho de Bougado não esmoreceu e passado alguns meses surgiram novas notícias relativas a um novo teatro existente que era denominado: Teatro Recreativo Trofense e realizava alguns espetáculos, muitos para apoiar as instituições que iam nascendo na Trofa.2 Havendo peças de teatro com bastante público a assistir, mostrando que havia falta de oferta neste capítulo na localidade. Contudo passados em janeiro de 1929 era anunciada uma empresa3 proprietária de Alfredo Machado com o nome de Teatro Cine da Trofa,4 mas a peça ia ser apresentada ao público no Teatro Recreativo Trofense, com o público aderir em massa ao espetáculo.5 Porém, nas edições seguintes do jornal destacava-se que o público ia aderindo em menor número aos eventos do teatro, nomeadamente o cinema que o público não aderia, em contrapartida aderiam mais rapidamente às tabernas.6
As instalações do teatro acabariam por ser pasto para chamas, apos a realização de um baile, deflagrou um incêndio que um empregado do Caminho de Ferro ao ver, as línguas de fogo e a torre de fumo, chamou rapidamente os bombeiros que contou com a preciosa ajuda das várias sirenes das fábricas que existiam na Trofa, apoiada no toque a rebate do sino da igreja e devido à enorme carga combustível no seu interior, as chamas atingiram proporções gigantescas que só os bombeiros poderiam resolver aquela situação nefasta, chegado ao local os bombeiros das corporações dos Bombeiros de Famalicão e numa fase posterior os Bombeiros de Santo Tirso.
Os bombeiros chegados ao local apenas tiveram de fazer o rescaldo e mais algumas operações, culpando a falta de telefone para a demora no combate ao incêndio.7
Nas edições seguintes do jornal O Trofense foi lançado um apelo á reconstrução do espaço, contudo, acabaria por ficar no esquecimento e a proposta esquecida.
Continuação na próxima crónica…
1 “O Nosso progresso” Ecos da Trofa, dezembro 4, 1927
2 “Ecos da Trofa” Grande Espetáculo, dezembro 18, 1927
3 A empresa em questão era uma empresa certamente de realização de eventos culturais
4 “Teatro Cine da Trofa” O Trofense, janeiro 6, 1929
5 “Teatro Recreativo Trofense, O Trofense, janeiro 20, 1929
6 “O nosso teatro” O Trofense, fevereiro 3, 1929
7 “Pavoroso incêndio – o Cineteatro Trofense devorado pelas chamas” O Trofense, fevereiro 17, 1929

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