A 3.ª edição da Perícia Automóvel, promovida pelo Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo, trouxe à Trofa cerca de “25 pilotos” de vários pontos do país. Este ano, apenas dois pilotos da Trofa quiseram mostrar o que valiam as suas viaturas, os restantes vieram de locais como “Chamusca, Mangualde, Guarda ou Viseu”.
Depois da primeira edição organizada em S. Mamede do Coronado, o Rancho mobilizou a prova para a Rua Entre Linhas, junto à Câmara Municipal da Trofa. Para Carlos Ferreira, presidente do Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo, o número de pilotos inscritos foi “uma batalha ganha”, contando com “mais nove pilotos” do que nas edições anteriores. “Certamente que no futuro mais virão”, afirmou. Com o objetivo de angariar fundos para os projetos de 2018, o Rancho organiza a prova de perícia automóvel, a corrida de galgos, que vai realizar-se a 1 de julho, a festa do emigrante, em agosto, e o festival, que será a 1 de setembro, e vai contar com a participação de “três grupos estrangeiros”, adiantou Carlos Ferreira. “São os eventos que fazemos anualmente para tentarmos levar o nosso grupo e o nome da Trofa o mais longe possível”, reforçou.
Quem não quis perder a prova teve que pagar 1,5 euros. “Um valor simbólico”, que ajuda o grupo na angariação de verbas para as atividades. Segundo o presidente do Rancho, estiveram a assistir ao espetáculo “cerca de 350 pessoas”. Um número que apesar de agradar podia ter sido mais elevado, não fossem os eventos que decorriam na Trofa, em simultâneo. António Borges, piloto de Cerva que venceu as edições anteriores, voltou a conseguir o melhor resultado.

Prova causa um ferido

Nem tudo correu de feição na prova de Perícia Automóvel, este ano. Um dos participantes embateu numa das grades de segurança que se encontrava no recinto e provou ferimentos na face e escoriações ao nível abdominal num homem de 30 anos, que assistia à prova. A vítima foi transportada pelos Bombeiros Voluntários da Trofa para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.