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Edição 757

📹 Comissão de luta ultima processo para desagregar Guidões e Alvarelhos

Em entrevista ao NT, quatro elementos da comissão de luta anunciaram que esperam que este primeiro passo pela independência de Guidões seja dado “já em fevereiro”.

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A luta da população de Guidões pela reposição da independência administrativa da freguesia está prestes a dar frutos. Com a entrada em vigor da lei 39 de 2021, para regulamentar o regime jurídico da criação, modificação e extinção de freguesias, o movimento independente criado aquando da aplicação da “lei Relvas” já se prepara para solicitar a convocação de uma assembleia de freguesia extraordinária para aprovação do dossier da desagregação.

Em entrevista ao NT, quatro elementos da comissão de luta anunciaram que esperam que este primeiro passo pela independência de Guidões seja dado “já em fevereiro”.


“Em termos de requisitos que estão na lei, Guidões preenche todos, como o número de eleitores, os serviços prestados à população e o número de funcionários a exercer funções da junta de freguesia”, referiu Rosária Carvalho, adiantando que o dossier a apresentar na assembleia de freguesia deve conter “um documento com contextualização histórica e os motivos para a agregação não ter funcionado, ou por que é que as pessoas desejam a desagregação”.

Joaquim Ferreira, por sua vez, sublinha o “consenso” que existe na freguesia, até mesmo no espectro político, para que a desagregação se efetive. “Há um sentimento da população, principalmente a de Guidões, de querer ter os destinos da freguesia nas suas mãos. Mesmo as pessoas que estão, hoje, à frente da união de freguesias, sabem disso e estão do lado da população”, atestou.
Rosária Carvalho complementou com “as moções” levadas, ao longo dos anos, à assembleia de freguesia, que “foram sempre aprovadas por unanimidade”. “Isto leva-nos a crer que (os elementos da Junta de Freguesia) estão connosco e com a população de Guidões”.
José Manuel Lopes, habitante de Guidões e histórico militante do PCP, também integra a comissão de luta e mostra-se satisfeito por ver a luz ao fundo do túnel: “Estamos num beco sem saída e só queremos que ele acabe”.

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Edição 757

Feira Anual cancelada pelo segundo ano consecutivo

A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.

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A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.
A confirmação chega pela boca do presidente da junta, Luís Paulo Sousa que em declarações ao NT confirma o pior cenário: “À semelhança do que aconteceu em 2021, não vamos realizar a nossa Feira”.
Com um trabalho preparatório árduo que se inicia muitos meses antes de março, e face as incertezas da forma como iria evoluir a pandemia “o executivo da junta reuniu e tomou a decisão de, para segurança de todos, este ano não realizarmos a Feira Anual da Trofa” .
A decisão está tomada e está agora a ser tornada pública, numa altura em que o número de novas infeções por covid-19 continua a crescer, assim como o número de mortes e de internamentos. “Por uma questão de bom senso e cautela tomamos esta difícil decisão para bem de todos”, frisou o autarca.

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Memórias e Histórias da Trofa: Quando Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão queriam voltar a ser da Maia

No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.

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No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.
A transferência seguramente não foi pacífica, até porque eram séculos de histórias e tradições que eram interrompidas por decreto e urgia tentar inverter essa situação. Novamente o centralismo institucional do país demonstrava as suas guerras e terá sido um dos muitos exemplos desta prática que até hoje perdura no tempo.
Anos depois, em 1843, concretamente a 4 de março, na Câmara dos Pares, era discutida, por iniciativa do deputado Pimentel Freire, uma representação dos moradores das freguesias de Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão do Muro para apelarem relativamente a uma futura desanexação do concelho de Santo Tirso. Queriam reverter aquela situação a favor do concelho da Maia.
Os habitantes destas freguesias deslocavam-se pela primeira vez à Câmara dos Pares, no atual Palácio de S. Bento, para serem ouvidos junto da nata da elite política nacional, na expectativa que o seu pedido fosse atendido. Serve de valorização o facto de os habitantes daqueles pequenos territórios conseguirem ter expressão e serem ouvidos pelos elementos que governavam o país, conseguindo levar as suas preocupações ao principal palco político nacional.
Atendendo ao que nos diz a história, este pedido não foi atendido, ou melhor, acabou em parte por ser atendido com a mudança para a autonomia concelhia da Trofa no ano de 1998. As freguesias continuaram a ser pertença do concelho de Santo Tirso por vários anos e décadas, alimentando-se a divergência e diferentes formas de estar que se foram tornando insanáveis.

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