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Edição 768

🎥 Moreira da Silva dá nome a sala convívio da ARJ Muro

Sala de convívio Moreira da Silva. É assim que se designa, desde 17 de junho, o espaço de lazer da sede da Associação Recreativa Juventude do Muro.

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Sala de convívio Moreira da Silva. É assim que se designa, desde 17 de junho, o espaço de lazer da sede da Associação Recreativa Juventude do Muro.

“Uma questão de honra”. Foi desta forma que Romeu Correia justificou a homenagem póstuma feita pela direção da Associação Recreativa Juventude do Muro a José Maria Moreira da Silva, antigo dirigente da coletividade e uma figura preponderante para a criação do concelho da Trofa, em 1998.
Associado ao 44.º aniversário da associação, o tributo fez-se dando o nome do histórico murense à sala de convívio que o próprio José Maria Moreira da Silva ajudou a construir. “Na altura, colocou um televisor daqueles grandes, que custava uns 400 contos (2000 euros) e o mobiliário também foi ele que arranjou, mas eu nunca cheguei a saber quanto foi gasto na sala, porque ele era uma pessoa que se dava muito às coisas e esta casa foi uma causa muito importante para ele, a quem se dedicou de alma e coração”, testemunhou a viúva, Fátima Neves.
Visivelmente emocionada, a também ex-presidente da ARJ Muro considerou a homenagem “justa” pelos anos de “dedicação” de Moreira da Silva à associação.


Romeu Correia, presidente da ARJ Muro, lembra que esta distinção junta-se a uma outra, ainda feita em vida, dando-lhe o título único de sócio honorário da coletividade. “Já queríamos ter feito esta homenagem há mais tempo, mas com a pandemia não foi possível. O professor Moreira da Silva é uma pessoas importantíssima para esta casa e nós temos que perpetuar as pessoas que são importantes. Agora, o seu nome fica nas paredes deste espaço, que ele ajudou a erguer. É simbólico, mas marcará na história o facto de ter sido ele a juntar as pessoas para construir esta sala, nos anos 80/90, quando ainda não havia muitos espaços destes. Podemos dizer que por aqui passaram centenas de jovens e adultos e todas as histórias que se contam a partir deste espaço devem-se ao professor Moreira da Silva”, postulou o dirigente.
A celebrar 44 anos, a ARJ Muro, assim como todo o movimento associativo, passa por um período de estagnação, “muito agravado pela pandemia”, tentando inverter o rumo dos acontecimentos. “Criamos uma escolinha de futsal, com miúdos pequeninos, temos o karaté, o zumba, o trail running e o cicloturismo. O intuito é conseguirmos ser ecléticos. Além disso, mantemos em funcionamento a nossa sala de recreio, onde se pode jogar cartas e ténis de mesa”, referiu.
O presidente da Junta de Freguesia do Muro, José Fernando, sublinhou, a propósito do aniversário, o “contributo” da associação para a afirmação do território. “A ARJ Muro é uma parceira importante da Junta, porque as atividades que desenvolve têm levado o nome do Muro e do concelho da Trofa além-fronteiras”.

“Ponha-se a andar” com a 9.ª caminhada da ARJ Muro

Agendada está também a tradicional caminhada, a 3 de julho. “É o nosso maior evento, através do qual conseguimos juntar centenas de pessoas e vamos para a nona edição. As inscrições estão abertas até o dia 26 de junho e quem quiser participar esteja completamente à vontade, seja da freguesia, do concelho da Trofa ou até de fora”, convidou Romeu Correia.
O evento tem início marcado para as 09h00, com uma mega aula zumba para aquecimento, seguindo-se a caminhada, meia hora depois, com partida e chegada na sede da ARJ Muro.
As inscrições podem ser feitas na sede da coletividade, paredes-meias com a Junta de Freguesia do Muro, no RC Café (Carriça), ou junto de elementos da organização e tem um custo de 3,50 euros.
Mais informações podem ser solicitadas à coletividade por e-mail, através do endereço de a.r.j.muro@hotmail.com, ou na página de Facebook da associação.

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Edição 768

Memórias e Histórias da Trofa: Guintino de Sousa e Silva

Guintino (possivelmente Quintino, todavia é este o nome que consta no seu assento militar) tinha uma vida já bastante dura, perdera os seus pais ainda jovem, residia em S. Mamede do Coronado, mantendo apenas o apoio da irmã.

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Dizem os grandes nomes da arte de fazer história que a história não se repete e que tudo são meros atos isolados que surgem da vontade dos homens ou até mesmo da conjugação dos acontecimentos que encaminham para essa situação.Neste momento, na Europa de Leste trava-se uma guerra que parece…

 

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📷 Participação em novela reacende sonho de Pedro em representar

Ao fazer uma participação na mais recente novela da SIC, Pedro Xavier Sousa decidiu apostar na representação. Este trofense já tem um passado ligado ao mundo artístico, tendo participado em grandes produções de Filipe La Féria.

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Ao fazer uma participação na mais recente novela da SIC, Pedro Xavier Sousa decidiu apostar na representação. Este trofense já tem um passado ligado ao mundo artístico, tendo participado em grandes produções de Filipe La Féria.

Nos últimos dias, a nova novela da SIC contou com uma participação trofense. Pedro Xavier Sousa foi Jorge Santos, um dos guardas de serviço em “Lua de Mel”, participando ainda num momento de figuração no casamento das personagens Sandy e Zé Pedro e com direito a aparecer todas as semanas nas ruas de Penafiel e à porta do restaurante “Petisca-me”.
Já com vários anos de experiência, nos quais fez algumas participações em séries, filmes e publicidade, a maioria para produções internacionais, Pedro Xavier Sousa alimenta-se da paixão pelo entretenimento. Na Trofa, a maioria do público deve desconhecer que este artista, que em 2013 venceu um festival da canção na cidade, já fez parte de grandes produções de teatro, com a chancela de Filipe La Féria, como “Jesus Cristo Superstar”. Somaram-se quatro anos de trabalho artístico como cantor, bailarino e ator, no Teatro Rivoli. “Com Filipe La Féria participei em ‘Música no Coração’, ‘O Principezinho’, ‘Um Violino no Telhado’, ‘A Gaiola das Loucas’, ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘O Feiticeiro de Oz’ e ‘Annie’”, enumerou, em entrevista ao NT.

O gosto pelo entretenimento, diz o trofense, “é hereditário”, associando-o ao pai, que “sempre gostou de cantar e dançar em ranchos folclóricos”. Pedro chegou também a integrar o Rancho das Lavradeiras da Trofa. “Com cinco anos comecei a dançar e aproveitava sempre para acompanhar com o canto. Na escola, participava em todos os eventos culturais e mesmo quando era olhado de lado, importei-me mais com a minha satisfação, que era entreter as pessoas. Dancei com vários cantores e trabalhei na Quinta da Malafaia, também como bailarino, até que, terminado o 12.º ano no curso tecnológico de administração, optei por voltar ao 10.º ano, mas no Balleteatro, num curso de dança. Nas audições, acabei por fazer também a de teatro e passei nas duas”, recordou.
Passaram-se dois anos e meio até ao salto para uma produção de Filipe La Féria, que deu início aos quatro anos que ditaram o melhor período da carreira de Pedro Xavier Sousa. “Todos os dias me sentia estimulado para dar o meu melhor. Tínhamos acesso e apoio técnico e pessoal do mais profissional que há em Portugal. E é claro que tínhamos o apoio de uma produção que trabalha como nunca vi. São verdadeiras máquinas no backstage e na preparação do melhor para o público”, confidenciou.
Antes, em 2003, tinha participado no lançamento da série A da Mercedes, no Mercado do Bolhão, e, mais atrás, em 1997, integrou a produção do filme “Fátima”.

Atualmente dedicado à animação de eventos, Pedro Xavier Sousa reacendeu o desejo de vingar na representação, com a participação na novela da SIC, e é nessa área que pretende “apostar”.
“Sei que é no palco que quero contar histórias, seja como Pedro Xavier, como ator, cantor ou bailarino. Fazer companhia, contar histórias… seja através de que meio for, se puder transmitir algo de bom, perfeito”, admitiu.
Pela frente, terá um longo caminho pela frente, já que, apesar de ser agenciado, perde por residir no Norte. “Basta perguntarmos nas escolas da Trofa quantas vezes os alunos vão ao teatro por ano ou até mesmo ao cinema. O que se faz na Trofa para promover a cultura? Em relação a mim próprio, aqui no Norte não há castings, não se fazem produções aqui, há muitas escola e a formação é muito boa, mas não há mercado. Concentra-se tudo, que é pouco, em Lisboa”, exprimiu.

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