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Última Hora – Trofa regista 261 novos casos de 1 a 7 de novembro e é dos concelhos mais afetados

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A Trofa está no 14.º lugar dos concelhos mais afetados pela Covid-19, na esfera da Autoridade Regional de Saúde do Norte (ARSN).

Segundo uma tabela desta entidade, que divulga a lista de 30 concelhos por incidência, o concelho trofense registou, de 1 a 7 de novembro, 261 novos casos de Covid-19.

Na semana anterior, registaram-se 187 casos. Ou seja, nas duas últimas semanas, foram contabilizados 448 casos. O concelho registou um crescimento de 40% em relação à semana anterior.


Relativamente aos concelhos vizinhos, Vila Nova de Famalicão registou, na última semana, 885 casos, Santo Tirso somou mais 885 infeções, Maia 664 e Vila do Conde 391.

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Covid-19: Mais 58.131 casos, 43 mortes e diminuição nos internamentos

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Portugal regista hoje mais 58.131 casos de covid-19 e 43 óbitos provocados pela doença, havendo ainda uma diminuição do número de internados em enfermaria e unidades de cuidados intensivos, de acordo com os dados oficiais.

Segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS), há hoje menos 17 pessoas internadas em enfermaria, num total de 2.027, e menos oito pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos (UCI), que são agora 154.

O boletim indica também que há hoje mais 26.160 pessoas recuperadas da doença, mas também mais 31.928 casos ativos, o que eleva o total de casos ativos para 454.821.

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Covid-19: OMS recomenda reforço com vacina da Pfizer em menores de 12 anos

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O comité de peritos assessor da Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou hoje que seja alargada a administração de uma dose reduzida da vacina da Pfizer-BioNTech contra a covid-19 a crianças dos 5 aos 11 anos.

A dose aconselhada para este grupo etário é de 10 microgramas, em vez dos 30 microgramas para os maiores de 12 anos, indicou o SAGE, salientando que as crianças dos cinco aos 11 anos constituem a franja de prioridade mais baixa, salvo se tiverem doenças graves anteriores.

O Grupo Assessor Estratégico de Peritos da OMS (SAGE) acordou na última reunião recomendar também que a dose de reforço desta vacina comece a ser aplicada primeiro aos grupos de risco, como idosos e profissionais de saúde entre quatro a seis meses depois do esquema completo.

Os peritos da OMS instaram os países com cobertura de vacina mais baixa a concentrarem-se primeiro em aumentar a vacinação nos grupos de maior risco, antes de a oferecerem aos de menor risco.

Em países com cobertura média a elevada em grupos de riscos, a prioridade deve ser oferecer a dose de reforço a estes, antes de imunizar com a vacinação completa os de menor prioridade.

O SAGE classificou como “anúncios positivos” as previsões de produção de doses para este ano e considerou que deverão garantir a administração de vacinas a nível global.

“O número de doses mensais previsto é suficiente para cobrir os diferentes cenários de cobertura dos vários países, incluindo as doses de reforço”, sublinhou, em conferência de imprensa virtual, a diretora do Departamento de Imunização da OMS, Kate O’Brien.

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O’Brien alertou, no entanto, que isto só será possível se a distribuição de vacinas deixar de ser “desigual” e não se repetirem as limitações na administração.

A cobertura em 34 países é ainda inferior a 10% da população total, enquanto em 86 se sita em cerca de 40%, devido à acumulação de doses ocorrida no ano passado em alguns países, recordou a especialista da OMS.

A covid-19 provocou pelo menos 5,57 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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