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Trio de dança trofense precisa de ajuda para participar em competição mundial

As jovens perseguem o sonho de estarem nos EUA a representar o País e a Trofa e lançaram uma campanha de angariação de fundos.

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Depois de em 2021 terem conseguido o apuramento para o mundial, no qual conseguiram um 16.º lugar em atuação online, Filipa Maia, Ana Sofia Campos e Inês Maia repetiram o feito, no feriado de 25 de abril, no Portugal Hip Hop Dance Championship, que decorreu no Complexo de Ténis da Maia.

As bailarinas do Alva competiram na divisão MiniCrew e voltaram a garantir o 2.º lugar e o apuramento para o campeonato mundial, que decorre em Phoenix, no Arizona, Estados Unidos da América, em agosto.

Agora, para estarem na competição, este ano já em formato presencial, necessitam de arrecadar 16 mil euros para as despesas de viagem e estadia. As jovens perseguem o sonho de estarem nos EUA a representar o País e a Trofa e lançaram uma campanha de angariação de fundos, na plataforma “Go Fund Me”, onde sublinham que “até 1€ pode fazer a diferença”. Para contribuir, pode clicar AQUI.

Mas há outras formas de ajudar: através de transferência bancária (IBAN: PT50007900006853413210104), por MBWay (para o número de telemóvel 925765838, com descrição “MINI”) ou pessoalmente, na Academia de Dança Alva, situada na Rua das indústrias, edifício IBACOC, N.º 2938 – Lantemil/Trofa.

Filipa Maia, Ana Sofia Campos e Inês Maia, residentes em S. Martinho de Bougado, dançam em grupo, como Alva First Generation, desde 2019. “Este ano, estamos com boas expectativas e gostávamos muito de estar presentes no Mundial para provar que podemos conseguir uma boa classificação. Sempre foi um sonho nosso ir ao Mundial e este ano temos essa oportunidade e achamos que será uma experiência incrível”, sublinhou Filipa Maia, em declarações ao NT.

Por sua vez, Inês Maia exalta a oportunidade de o grupo estar “num mundo completamente diferente, com pessoas de vários países e culturas diferentes”.

“Ansiosas para conseguir”, complementou Ana Campos, que reiterou a importância da “ajuda da população da Trofa” para ser possível garantir presença em Phoenix.

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Edição 782

Marcada nova greve dos motoristas da Transdev e Ave Mobilidade

Está convocada uma nova greve de 24 horas para este mês.

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A 13 de janeiro, a greve dos motoristas provocou transtornos na circulação de transportes públicos rodoviários na rede explorada pela Transdev e pela Ave Mobilidade. A paralisação de 24 horas afetou o normal fluxo dos autocarros das empresas, que têm atividade no concelho da Trofa e territórios limítrofes, como Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) a greve rondou os 75%, tendo tido mais impacto no Norte. José Manuel Silva, do STRUN, revelou que as contas do Sindicato apontam para “100%” de paralisação nalguns concelhos e os concelhos onde mais se notou foram “Fafe, Guimarães, Cabeceiras de Basto, Mondim de Basto, Celorico de Basto, Santo Tirso, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Porto”.

Está convocada uma nova greve de 24 horas para 6 de fevereiro e enquanto o dia não chega o STRUN mostrou-se disponível para reunir com a Transdev a fim de negociar as reivindicações dos trabalhadores.

O que reivindicam os trabalhadores?

Em comunicado, o STRUN acusou a empresa de “arrogância” e “falta de cedência da administração”, às pretensões dos motoristas, entre as quais “aumentos salariais a partir de janeiro de 2023 na mesma percentagem do salário mínimo nacional, ou da inflação, aquela que for mais favorável aos trabalhadores, como vão receber os trabalhadores das empresas filiadas na ANTROP [Associação Nacional de Transportes de Passageiros]”, o “horário de almoço entre as 11h00 e as 14h30, mínimo uma hora, máximo três horas” e um “horário de jantar entre as 19:30 e as 22:00” e o pagamento do pequeno-almoço para “quem inicia serviço antes das 06h00”.

Além disso, reivindicam que o local de trabalho deve ser “aquele para onde o trabalhador foi contratado e não pode rodar para outro mesmo que diste a mesma distância casa-trabalho”, e os trabalhadores, “sempre que na hora de almoço ou jantar estejam deslocados do seu local de trabalho”, devem ter “direito ao almoço ou jantar em deslocado”. Pretendem também “acumulação do subsídio de alimentação com almoço ou jantar em deslocado ou penalizado” e não aceitam receber o “subsídio de complemento de condutor”, pretendendo manter o “subsídio de agente único com a sua redação anterior”.

Ainda segundo o STRUN, os trabalhadores “não aceitam qualquer intervalo com duração inferior a uma hora” e “exigem que as escalas de serviço sejam fixadas em papel nos locais de trabalho”.

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Trofa

Fátima Lopes oferece imagem criada por santeiro mamedense a Tony Carreira

Esta terça-feira, a apresentadora de televisão Fátima Lopes, acompanhada pelo padre João Luís Silva, pároco de Montargil, visitaram a Associação Sara Carreira, criada por Tony Carreira em homenagem à falecida filha, e ofereceram uma imagem de Nossa Senhora do Coração Orante ao cantor.

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Esta terça-feira, a apresentadora de televisão Fátima Lopes, acompanhada pelo padre João Luís Silva, pároco de Montargil, visitou a Associação Sara Carreira, criada por Tony Carreira em homenagem à falecida filha, e ofereceu uma imagem de Nossa Senhora do Coração Orante ao cantor.

Esta imagem mariana, destinada a uma dar nome a uma capela a construir em Montargil, foi concebida em S. Mamede do Coronado, pelo artista santeiro Augusto Ferreira.

Uma mulher suplicante de joelhos com o coração na mão, a imagem pertence ao Movimento da Mensagem de Fátima da Arquidiocese de Évora.

No dia 31 de maio de 2022, a estátua foi apresentada em Fátima, com a presença do escultor mamedense, que explicou o processo de construção. “Falando tecnicamente, é um processo que, no início, se desenvolve com um trabalho em barro, para resolver alguns detalhes técnicos e medidas canônicas, por aí fora, até chegarmos ao trabalho final, no qual tivemos de dar tudo por tudo, para conseguir passar para a matéria-prima tudo aquilo que está na cabeça. Eu acho que não se atinge certos níveis de ‘perfeição’, que não é a do lado técnico nem do lado estético, mas sim a perfeição que é aquela conseguir fazer com que, de facto, o crente perceba a mensagem que está ali”, explicou aos jornalistas.

A apresentadora de televisão Fátima Lopes é uma das embaixadoras da campanha de oração e elogiou a “beleza” e “doçura” da imagem. O mesmo fez o Papa Francisco, que benzeu a estátua, em outubro de 2021, num momento em que ressalvou a importância de sempre rezar pelo santo padre e de que o terço é a oração universal.

A ideia de criar a Senhora do Coração Orante, que já esteve em momentos de oração na cela de irmã Lúcia e no santuário de Fátima, surgiu a partir do centenário da imagem peregrina da Capelinha das Aparições e da morte de Jacinta.

“Ela é a Senhora de Fátima, só que representa a vida de todos os peregrinos. Quando vão a Fátima e à Capelinha das Aparições, eles têm o objetivo de pedir ou agradecer e fazem-no sempre através da oração e é tão interessante perceber que, quando chegamos à capelinha, Nossa Senhora já reza connosco e está de joelhos para levar as nossas orações a Deus”, explicou o padre João Luís Silva, pároco de Montargil.

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