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Ano 2011

Tributo à Língua Portuguesa (c/ vídeo)

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Encontro Lusófono faz da Trofa a capital da lusofonia. Exaltação da Língua Portuguesa faz-se com espetáculos e atividades ao longo da semana.

À semelhança do ano passado, a chuva deu o ar da sua graça na noite de abertura do Encontro Lusófono da Trofa.

Apesar do mau tempo, a tenda montada para o evento resistiu e acolheu as dezenas de convidados, que quiseram conhecer o programa de atividades e espetáculos ligados à lusofonia.

Apelidado de “evento-âncora” pelo vereador do pelouro da Cultura, Assis Serra Neves, o Encontro Lusófono enalteceu a poesia com a atuação de Mito Elias e Majina Trio, que exaltaram o poeta Arménio Vieira.

Mas este é apenas o primeiro de muitos tributos à cultura de que o Encontro Lusófono será responsável. As expectativas são altas, até para ser fiel ao rótulo de “pioneiro ao nível dos Países de Língua Oficial Portuguesa (PALOP)”, conforme considerou Assis Serra Neves.

A par com a Feira do Livro – a 11ª edição abriu simultaneamente -, esta iniciativa traz “milhares de participantes e visitantes, nas diferentes atividades organizadas, como são os encontros literários, as peças de teatro, os vários concertos, espetáculos de dança, mostras e exposições”.

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Apoiado pelo Consulado da República Democrática de S. Tomé e Príncipe no Porto e com o Alto Patrocínio do Presidente da República, Cavaco Silva, o Encontro Lusófono “está preparado para contribuir também para construir na Trofa e, a partir da Trofa, uma sociedade bem melhor, mais enriquecida, que valorize as pessoas e o intercâmbio cultural”,  frisou o autarca.

“Pois quanto mais robusto for o saber e o desenvolvimento intelectual, tanto maior será a capacidade de fazer escolhas esclarecidas, que propiciem, de facto, a construção de um mundo melhor”, afiançou.

Orgulho foi a palavra proferida por Joana Lima, presidente da Câmara Municipal, por sentir que este evento “tem servido e divulgado a cultura lusófona”. Outro dos aspetos enaltecidos pela edil foi o facto “de muitas crianças e jovens, que passam por este Encontro Lusófono, vivenciarem um intercâmbio cultural que ocorre numa fase das suas vidas que se pode considerar fundadora da sua futura vida adulta”.

“O contributo da Trofa para a divulgação da nossa língua, do nosso património e da nossa história, enquanto membros de uma vasta comunidade que fala português, contribui também para a vitalidade e para a revitalização da nossa identidade”, acrescentou.

Conto vencedor do Concurso Literário apresentado

Associado ao Encontro Lusófono está o Concurso Literário da Trofa. “Amílcar, consertador de búzios calados”, conto vencedor da última edição do agora denominado Prémio Matilde Rosa Araújo foi apresentado e mereceu largos elogios.

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Mário João Alves é o autor do conto, que lhe abriu portas no mundo editorial. Participou pela primeira vez no concurso, porque “precisava de ganhar estímulo para escrever coisas novas”, estreando-se assim na escrita infanto juvenil. “Parti do vago e o facto de ter um filho ajudou-me a perceber um pouco a vida dos miúdos e os pensamentos deles”, explicou.

O conto serviu de inspiração a alguns alunos da Escola Secundária da Trofa, que apresentaram um conjunto de trabalhos artísticos.

Jorge Velhote, escritor e júri do Concurso Literário, elogiou a realização desta iniciativa e sublinhou que a autarquia tem que ter o compromisso de lhe dar continuidade. Assis Serra Neves não esconde essa responsabilidade: “Sentimos essa obrigação, porque sabemos que é uma atividade que tem bastante nível e constitui um dos momentos mais altos da cultura na Trofa”.

Durante a inauguração do Encontro Lusófono, foram entregues os prémios aos melhores leitores da Biblioteca Municipal. Com 78 livros requisitados, Beatriz Moura ganhou o Prémio Melhor leitor Infantil. Já Alex Almeida foi o Melhor Leitor Juvenil, com 30 livros requisitados. Os 50 livros requisitados por Judite Jesus valeram-lhe o Prémio Melhor leitor Adulto.

O evento está integrado num conjunto de ações como o Plano Concelhio de Animação da Leitura, que envolve mais de 1100 alunos do 1º ciclo, a Rede de Bibliotecas do Concelho, que engloba 13 bibliotecas, 11 das quais escolares.

O Encontro Lusófono prolonga-se até sábado, e vai reunir escritores e artistas que enaltecem a Língua Portuguesa.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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