As portas da TrofaSenior Residências abriram-se à tradição numa festa que juntou utentes e familiares.

“Hoje temos aqui a prova evidente de que não falhei, de que sonhei e que valeu a pena sonhar”. A frase de Ilídio Machado faz transparecer a emoção vivida por este utente da TrofaSenior Residências num dia especial. Na tarde de 24 de setembro, a tradição entrou pela porta deste empreendimento para promover o convívio a quem “apostou num envelhecimento ativo”. Ilídio foi um dos muitos utentes que se emocionaram na eucaristia realizada nas instalações da TrofaSenior Residências. Como o dia era de festa, depois da celebração, no exterior, as canas de milho denunciavam o enredo que se seguia. O Rancho das Lavradeiras da Trofa foi o grupo escolhido para reavivar a tradição da desfolhada vivida pelos antepassados da região, perante uma plateia atenta. E também não podiam faltar o “pezinho” de dança e um lanche com porco no espeto e outros aperitivos.

Marta Paulino, diretora técnica da instituição, considera que estas festas são importantes para “trabalhar as reminiscências”. “Eu descobri hoje (24 de setembro) o que é uma desfolhada. Nos menos jovens serva para trazer memórias, nos mais jovens serve para aprender o que é o passado. Depois, temos estes familiares maravilhosos que se juntam a nós com esta solidariedade e vontade de participar”, frisou.

David Cardoso é familiar de uma utente da TrofaSenior Residências e considerou a festa “um evento muito importante”, pois “contribui para alegrar as pessoas” e “ajuda a relembrar tradições e costumes antigos”.

Também Adelaide Lima, outra familiar de utentes da instituição, achou “linda” a festa, acreditando que “para se viver tem que se olhar para o presente e para compreender a vida tem que se olhar para o passado”.

David e Adelaide estão satisfeitos com o serviço prestado pela TrofaSenior Residências. Se o primeiro afirma que a tia “encontrou uma casa onde se sente bem e encontrou paz de espírito”, a outra exalta o “contacto com a Natureza” e o facto de sentir que “para além do dever de servirem, existe o sentimento”. “E depois, há formas como esta de chamar os familiares para que tudo esteja em espírito de família”, frisou.

A julgar pelas palavras de Adelaide Lima, o conselho de administração da TrofaSenior Residências está a cumprir com as metas que traçou para este projeto. É que, segundo o presidente, Alfredo Gomes, para além do lema permanente da instituição – “envelhecer ativamente” – outros dos objetivos é que os utentes sintam que “aqui seja a família de cada um deles”. E festas como a desfolhada “fazem sentido” se ajudam a elevar o “valor da família”.

O “acompanhamento permanente” dos responsáveis da TrofaSenior Residências permitiu a evolução deste projeto. “Isto precisava de dar uma volta, que era pequena. Precisava de pessoas que humanizassem o projeto, ou seja, que estivessem aqui todos os dias, que sentissem o problema. E, nesta medida, conseguimos dar à volta. Aproximamos as pessoas, falamos com elas todos os dias e percebemos os seus problemas. E por isso a TrofaSenior tem crescido e a evolução tem sido muito favorável”, frisou.

Para Alfredo Gomes, esta conquista deve-se “ao muito esforço, trabalho e dedicação das colaboradoras, de um conselho de administração que não olha a meios para atingir os fins e de uma diretora técnica excelente.”

 

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