Cerca de 80 acólitos da Vigararia Trofa/Vila do Conde marcaram presença na celebração do “Compromisso do Acólito”. S. Martinho tem 13 novos acólitos. 

Juliana Monteiro é uma dos 13 novos acólitos que receberam das mãos do pároco Luciano Lagoa as túnicas que vão usar nos atos litúrgicos, no domingo, 18 de março, em S. Martinho de Bougado. Movida pela vontade de
“servir Jesus”, a jovem também recebeu conselhos de “primos”, que a encorajaram a assumir um compromisso. Ao receber a túnica, Juliana sentiu que vai “conseguir servir Jesus e ajudar a incentivar os outros a servirem também”. 

A Igreja Nova da Trofa foi palco de uma das maiores concentrações de acólitos. Quase todas as paróquias da Vigararia Trofa/ Vila do Conde – S. Mamede do Coronado, Alvarelhos, Santiago de Bougado, Árvore, Tougues, Azurara, Vila Chã e Mindelo – estiveram representadas por cerca de 80 acólitos na celebração do “Compromisso de Acólito”. Para além de oficializar a entrada de novos acólitos, esta cerimónia também serve para que os mais velhos “renovem o compromisso, reafirmando o serviço ao Senhor”, contou António Azevedo, responsável dos acólitos de S. Martinho de Bougado, que são cerca de 40. A data não foi escolhida por acaso. O “Domingo da Alegria”, quarto domingo da quaresma, quer simbolizar que este compromisso “é um alento para a fé” dos acólitos e “um motivo de alegria neste momento de reflexão”, sublinhou. A frase “Nós queremos descobrir”, evocativa deste ato, pretende incentivar os novos acólitos “a descobrir o sentido e a riqueza de uma celebração”. “Queremos descobrir mais Cristo no altar e tentar ir ao seu encontro”.

Os novos acólitos tiveram formação uma vez por semana desde o início do ano, porque “há pormenores a ter em atenção”, desde “o andar, a sentar e como se leva os objetos”. “Esta pequena formação não chega, mas pelo menos deixa as pessoas mais à vontade e com mais confiança”, assegurou António Azevedo. Luciano Lagoa afirmou que com o acolhimento de novos acólitos também se pretendia “criar mais ligação com os acólitos da Vigararia”. Quanto aos acólitos de S. Martinho de Bougado, o sacerdote afirmou que se trata de “um grupo que estava muito enraizado” já antes de chegar à paróquia. “Tem vindo a desenvolver um trabalho muito sério”, concluiu.

A. Costa

Cátia Veloso

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