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Projeto dos Paços do Concelho da Trofa apresentado dia 26

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O anuncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal da Trofa, Sérgio Humberto, durante a Assembleia Municipal Extraordinário que decorreu na noite desta quinta feira.
Dia 26 de outubro, pelas 21h30m no Forum Trofa XXI, vai ser dado a conhecer à população o projeto do novo edifício dos Paços do Concelho, que vai ficar localizado onde foram as Rações Trofense, junto ao parque de Nossa Senhora das Dores.

O investimento do município será de aproximadamente 9 milhões de euros.

A Câmara Municipal da Trofa comprou o edifício, a 7 de março de 2016, por “169 mil euros” e já na altura anunciou que “de futuro, depois de recuperado e requalificado, este será um espaço para instalar serviços municipais, que estarão desta forma, mais perto de todos os trofenses”

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Grupo da Brasmar adquire maioria do capital da empresa francesa Sedisal

O Grupo Brasmar, líder nacional no setor alimentar de produtos do mar, adquiriu a maioria do capital da francesa Sedisal, empresa especializada na distribuição de produtos do mar refrigerados.

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O Grupo Brasmar, líder nacional no setor alimentar de produtos do mar, adquiriu a maioria do capital da francesa Sedisal, empresa especializada na distribuição de produtos do mar refrigerados. Com um volume de negócios de cerca de 13 milhões de euros, a Sedisal tem na distribuição de polvo e bacalhau refrigerado as grandes áreas de expertise, dispondo de forte presença nos mercados francófonos.

Ao longo dos últimos anos, a Sedisal tornou-se um parceiro de referência na distribuição moderna em França, desenvolvendo uma gama de produtos de elevada qualidade e reconhecimento. Em 2015, lançou uma gama de produtos de cefalópodes prontos a consumir – em parceria com a Foncasal, empresa que viria igualmente a integrar o Grupo Brasmar, em 2019. Já em 2016, apostou no lançamento da própria marca, a ITSALUZ Lumiére de Oceans.

A aquisição da maioria do capital da empresa francesa (assegurando um call option sobre os restantes 49%), fundada em 1999 e localizada em Saint-Jean-de-Luz, permitirá à Brasmar a consolidação das operações no mercado francófono, potenciando as vendas tanto no negócio de produtos refrigerados, como nos produtos congelados.

A Brasmar, empresa participada do VigentGroup e do private equity MCH, tem vindo a intensificar o seu processo de internacionalização, através de um conjunto de aquisições e da abertura de filiais.

“Estamos sempre atentos a potenciais oportunidades de negócio que nos permitam incrementar a nossa quota de mercado, oferta de produtos e fluidez da cadeia logística. Esta aquisição responde aos nossos objetivos de crescimento neste mercado e reforça a dinâmica internacionalizadora que temos vindo a implementar nos últimos anos”, explica Sérgio Silva, CEO do VigentGroup.

O grupo português está presente em mais de 40 países, conta com um universo de colaboradores que supera os 850 e obteve uma faturação consolidada, em 2021, de cerca de 240 milhões de euros.

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Memórias e Histórias da Trofa: O telefone e a indústria em S. Romão

A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes.

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A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes. Justificava-se este atraso com a dependência administrativa para com Santo Tirso.
Na verdade, também na sede de concelho as comunicações eram difíceis, pedia-se a ligação a Guimarães e Fafe, importantes centros de industriais.
Os empresários e habitantes trofenses pediam a ligação a S. Romão, Ermesinde e depois seria estabelecida a ligação com o Porto, justificando esse investimento com o facto de em S. Romão existir já um forte tecido industrial, reforçando ainda com a argumentação que era igualmente um importante centro comercial.
Sobre o seu centro comercial era enumerado que era um território em crescendo e que se fossem dadas as condições ainda poderia crescer mais e por arrasto trazer novas dinâmicas para S. Romão.
A própria localidade já não podia dispensar o telefone, era uma necessidade gritante que não podia estar mais tempo em suspenso.
A solução para a resolução deste problema, escrevia-se em 1927 teria de passar por iniciativa privada dos seus cidadãos, não ficar eternamente à espera de uma solução do poder governativo que já naquela época era centralista.
Apelava-se à criação de uma subscrição, algo comum para aquele momento da história, na prática os membros da comunidade com as verbas que iriam arrecadar pagariam a instalação do telefone naquela sua comunidade.
Anunciava-se que era um bem necessário a ligação de S. Romão com o resto do país, a sua indústria e comércio necessitava dessa solução para sustentar e alimentar ainda mais aquele crescimento económico que estava a viver.
S. Romão do Coronado, uma freguesia que sempre caminhou lado a lado com o progresso, recebendo a industrialização no seu regaço e devendo muito essa vantagem seguramente graças ao comboio que desde 1875 passava nos seus limites geográficos.

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