O amor pelas filhas. Uma casa onde tem de entrar pão.

Dez anos depois de colocar ao pescoço a medalha de vice-campeão do mundo de sub20, Serginho Carneiro inicia mais um dia na fábrica onde trabalha. Pneus, automóveis, mecânicos, entrada e saída de viaturas, camaradas e clientes.null

Na Continental Mabor, Serginho encontra o que há muito não tinha no futebol: estabilidade e salários em dia. «Um bom salário, ainda por cima», diz ao Maisfutebol, um ano após o adeus definitivo aos relvados

«Salários em atraso, salários por pagar, um ano inteiro sem receber na Trofa», resume Serginho Carneiro, conformado com o que o futebol lhe deu e certo de que a vida ainda tem muito para lhe oferecer.

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