“É algo que não se explica, só quem sente isto é que percebe”. A afirmação de Hélder Castro é uma tentativa de resposta à velha questão que um escritor enfrenta: “Porque é que escreve?”. Hélder escreve “porque sente uma enorme necessidade de o fazer”. Uma espécie de chamamento que o fez aventurar-se pela poesia e, inclusive, editar dois livros. “Silêncio Poético” e “Ecos do Inconsciente” são resultado do gosto pelo mesmo estilo literário que fez de Fernando Pessoa um dos nomes grandes da literatura portuguesa. A escrita poética é a preferida de Hélder Castro, mas também de Mónica Azevedo e Luís Ferreira Gomes. Em comum com Hélder têm também o concelho de residência: são da Trofa.

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