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PAN questiona autarquia sobre abate de árvores

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A distrital do PAN do Porto questionou a Câmara Municipal da Trofa relativamente ao abate de árvores em S. Mamede do Coronado, consequência da construção do Corredor Ciclável e Pedonal do Coronado.

Em comunicado, o partido refere que tomou conhecimento deste abate de árvore “através de uma visita ao local”, bem como através de “denúncias de munícipes”.

Considerando que a referida obra da autarquia é “fundamental” para “proporcionar condições e incentivar a mobilidades ativa e suave”, o PAN salvaguarda que “não faz sentido o abate destas árvores, sobretudo num espaço que deveria ser verde”.

“Ao invés desta decisão, deveria de ter sido dada prioridade à coexistência de usos entre a ciclovia e estas árvores, privilegiando o equilíbrio entre a infraestrutura e os espaços verdes, essenciais no combate às alterações climáticas, na promoção da biodiversidade e na valorização da própria cidade, além de promoverem a saúde da população”, defendem os membros da Comissão Política Distrital do Porto do PAN.

As questões enviadas à Câmara Municipal visam “perceber o motivo que justificou o abate das árvores em causa”, assim como “se foi considerada, em algum momento, a coexistência de usos e compatibilidade entre ciclovia e árvores já existentes e quais as medidas previstas de forma a compensar este abate, uma vez que estas árvores já tinham um importante papel ecológico na cidade”.

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Memórias e Histórias da Trofa: O telefone e a indústria em S. Romão

A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes.

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A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes. Justificava-se este atraso com a dependência administrativa para com Santo Tirso.
Na verdade, também na sede de concelho as comunicações eram difíceis, pedia-se a ligação a Guimarães e Fafe, importantes centros de industriais.
Os empresários e habitantes trofenses pediam a ligação a S. Romão, Ermesinde e depois seria estabelecida a ligação com o Porto, justificando esse investimento com o facto de em S. Romão existir já um forte tecido industrial, reforçando ainda com a argumentação que era igualmente um importante centro comercial.
Sobre o seu centro comercial era enumerado que era um território em crescendo e que se fossem dadas as condições ainda poderia crescer mais e por arrasto trazer novas dinâmicas para S. Romão.
A própria localidade já não podia dispensar o telefone, era uma necessidade gritante que não podia estar mais tempo em suspenso.
A solução para a resolução deste problema, escrevia-se em 1927 teria de passar por iniciativa privada dos seus cidadãos, não ficar eternamente à espera de uma solução do poder governativo que já naquela época era centralista.
Apelava-se à criação de uma subscrição, algo comum para aquele momento da história, na prática os membros da comunidade com as verbas que iriam arrecadar pagariam a instalação do telefone naquela sua comunidade.
Anunciava-se que era um bem necessário a ligação de S. Romão com o resto do país, a sua indústria e comércio necessitava dessa solução para sustentar e alimentar ainda mais aquele crescimento económico que estava a viver.
S. Romão do Coronado, uma freguesia que sempre caminhou lado a lado com o progresso, recebendo a industrialização no seu regaço e devendo muito essa vantagem seguramente graças ao comboio que desde 1875 passava nos seus limites geográficos.

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Fundação BIAL abre candidaturas para o Prémio BIAL de Medicina Clínica 2022

As candidaturas estão abertas até 31 de agosto.

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Estão abertas as candidaturas para mais uma edição do Prémio BIAL de Medicina Clínica.

A 20.ª edição deste Prémio, promovido pela Fundação BIAL, tem um valor de 100 mil euros e pretende galardoar uma obra intelectual original, de índole médica, com tema livre e dirigida à prática clínica, que represente um trabalho com resultados de grande qualidade e relevância. O trabalho vencedor será ainda publicado em livro.

Não são elegíveis trabalhos publicados sob a forma de artigos, livros ou teses e, pelo menos, um dos autores tem de ser médico nacional de um país de expressão oficial portuguesa.

Além da obra premiada, poderão ainda ser atribuídas Menções Honrosas (no máximo duas) no valor de €10.000 cada.

As candidaturas estão abertas até 31 de agosto e o presidente do Júri, Manuel Sobrinho Simões, revela que “o Prémio BIAL de Medicina Clínica vai distinguir a melhor investigação em medicina clínica com elevada aplicabilidade na comunidade. É com este objetivo que lançamos a edição de 2022. Esperamos receber candidaturas que coloquem o mais avançado conhecimento clínico e científico ao serviço dos doentes e da sociedade em geral, com impacto significativo na melhoria da saúde humana.”

Desde o seu início, o Prémio BIAL já distinguiu 105 trabalhos de 302 autores, tendo sido editadas e distribuídas gratuitamente aos profissionais de saúde 41 obras premiadas, num total de mais de 320.000 exemplares.

No total, foram analisadas 686 obras candidatas de 1.742 investigadores, médicos e cientistas de 20 países.

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O Presidente da Fundação BIAL, Luís Portela, destaca que “ao longo das edições realizadas, o Prémio BIAL de Medicina Clínica acompanhou a evolução e as tendências da Medicina, tendo premiado diversos trabalhos no âmbito das doenças civilizacionais, genética, medicina molecular, imagiologia, terapêuticas substitutivas e regenerativas, entre muitos outros. No contexto atual, este Prémio assume ainda maior relevância por incentivar a investigação médica com aplicação na saúde dos cidadãos, dando visibilidade aos trabalhos premiados.”

Para além de Manuel Sobrinho Simões, o Júri inclui João Bessa (Escola de Medicina – U. Minho), Jaime Branco (Faculdade de Ciências Médicas | Nova Medical School | U. Nova de Lisboa), Filipe Caseiro Alves (Faculdade de Medicina – U. Coimbra), Miguel Castelo-Branco (Faculdade de Ciências da Saúde – U. Beira Interior), Altamiro da Costa Pereira (Faculdade de Medicina – U. Porto), Henrique Cyrne Carvalho (Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar – U. Porto), Helena Leitão (Faculdade de Medicina e Ciências Biomédicas – U. Algarve), José Melo Cristino (Faculdade de Medicina – U. Lisboa).

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