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Pais numa “corrida contra o tempo” pedem ajuda para a filha de 5 meses com plagiocefalia

Face a urgência, já que a Letícia deve começar a usar, de imediato, este capacete, os pais da menina lançaram um apelo na redes sociais, a pedir apoio monetário.

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Cátia Fernandes admite que o pedido surgiu em “modo desespero” por estar numa verdadeira “corrida contra o tempo”. Mãe de Letícia, de cinco meses, ontem, depois de uma consulta com um neurocirurgião no Hospital de S. João, no Porto, recebeu o diagnóstico de que a menina sofre de uma plagiocefalia, uma deformação no crânio, que necessita, rapidamente, de ser corrigida através do uso de um capacete, que os pais, residentes na Trofa, não conseguem comprar.

“Eu notei que a Letícia, aos dois meses, tinha uma deformidade na cabeça. Desde então, ela tem sido seguida em osteopatia, de 15 em 15 dias. Em média, gastamos entre 40 a 50 euros em cada sessão, que não são comparticipadas pelo Estado. Também compramos uma almofada específica, a Mimos, que custou 70 euros e que também não foi comparticipada pelo Estado. Entretanto, uma vez que a Letícia não revelava melhorias, a pediatra achou que era melhor ser vista por um neurocirurgião, mesmo específico para pediatria. Tivemos a consulta ontem (quarta-feira), na qual tivemos o diagnóstico de que a Letícia tem uma plagiocefalia e braquicefalia no grau 2“, descreveu ao NT, Cátia Fernandes.

Perante esta nova realidade, Cátia Fernandes ficou a saber que a osteopatia “pode ajudar, mas não a longo prazo”.

“Mais cedo ou mais tarde, a Letícia pode vir a sofrer de outros problemas, ao nível da visão, auditivo e da fala, porque os ossos não alinhando, não vão deixar o cérebro ir para o sítio onde deve estar”.

O capacete é a solução, mas custa 3500€

Face ao diagnóstico, o neurocirurgião indicou que a Letícia deve usar uma ortótese, uma espécie de capacete – indicado apenas para casos graves -, que age com uma contraposição de forças, realizando um apoio nas áreas proeminentes do crânio, contendo o seu crescimento e deixando as áreas achatadas livres para crescerem, direcionando o próprio crescimento do crânio do bebé.

O problema é o custo deste equipamento, que, segundo Cátia Fernandes, é de 3500 euros. Face a urgência, já que a Letícia deve começar a usar, de imediato, este capacete, os pais da menina lançaram um apelo na redes sociais, a pedir apoio monetário.

“A Letícia só pode usar até aos nove meses e entretanto ela faz seis meses. Se tivéssemos mais tempo, se calhar, nunca teríamos vindo a público pedir esta ajuda, mas neste momento não temos outra solução”.

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Os pais da menina criaram uma conta bancária para Letícia, através da qual pedem para ser enviados donativos. O IBAN é: PT50 0010 0000 6112 74300018 7. A ajuda pode ser ainda dada através da plataforma de crowdfunding, clicando AQUI.

Cátia Fernandes agradece “toda a ajuda que as pessoas puderem dar” e comprometeu-se a dar conta, via facebook, do estado da angariação de fundos.

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«CANTATA DE PEDRA» CHEGA À CASA DA CULTURA PELA VOZ DOS MENINOS CANTORES DO MUNICÍPIO DA TROFA

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Os Meninos Cantores do Município da Trofa apresentam «Cantata de Pedra», a partir do livro “José, Será Mago?”, no próximo dia 4 de dezembro, pelas 11h00, na Casa da Cultura. A cantata tem texto e música de Mário João Alves.

Depois do sucesso na Fundação José Saramago – Casa dos Bicos, em Lisboa e na Antiga Estação, na Alameda da Estação, chegou a vez da Casa da Cultura receber a interpretação dos Meninos Cantores do Município da Trofa, da «Cantata de Pedra» a partir do livro “José, Será Mago?”. Esta apresentação, que vai decorrer a 4 de dezembro, pelas 11h00, tem texto e música de Mário João Alves.

“Se o título pergunta, o texto responde, ao longo de uma história cheia de sinais e ecos da voz do grande mago. Como qualquer mago, o José leva a vida a maguear, descendo e subindo o rio grande na sua jangada de pedra. Viaja tranquilo, encostado ao pilar que lhe serve de apoio perfeito, enquanto escreve. O Ruivo diz que as suas palavras não têm filtros: nascem-lhe no cérebro, escorregam-lhe pela língua e apoiam-se no coração, para sair com a ressonância das coisas genuínas”, refere Mário Alves, autor do texto e música da peça “José, Será Mago?”.

“Falar nos Meninos Cantores do Município da Trofa é falar, inevitavelmente, em magia. As atuações dos nossos meninos são um orgulho não só para a Autarquia, não só para o nosso Concelho, mas para o nosso país. O resultado de qualquer atuação é sempre algo brilhante.”, acrescenta Renato Pinto Ribeiro, Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Trofa. 

Recordamos que o coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa, fundado a 1 de outubro de 1999, foi o primeiro projeto avançado pelo pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Trofa. O coro é formado por cerca de 40 elementos e é dirigido desde a sua fundação pela maestrina Antónia Maria Serra.

Fonte CM Trofa

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