“O artista nunca acaba a sua obra”. Este era o entendimento de Alberto Carneiro sobre o processo artístico. Na madeira, procurava “a essência da própria árvore”, como se esta “tivesse um espírito”. “Procura-se. Procura-se. Procura-se. Está algures. Nunca se revela. Mas procura-se”, explicou, em entrevista ao Público, em 2013. Três anos antes, revelava ao NT e à TrofaTv que o trabalho “era um processo de descoberta” e, mesmo tendo “ideias prévias”, rejeitava ficar “sujeito a elas”. Alberto Carneiro lidava com os materiais como se de um namoro se tratasse, através de um “diálogo”, em que matéria e escultor iam “respondendo reciprocamente”.

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