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Edição 613

Muro de Abrigo comemora 12 anos com início da construção da sede

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“São 12 anos bem vividos”. É assim que Fátima Silva, presidente da associação Muro de Abrigo há oito anos, analisa o trabalho desenvolvido pela instituição há mais de uma década. De forma a assinalar o aniversário a Muro de Abrigo vai promover um jantar e uma caminhada solidários e vai proceder ao lançamento da primeira pedra do edifício sede.

Em tempo de aniversário sopram-se as velas, fala-se em presentes e fazem-se balanços. Começando pelo fim, Fátima Silva faz um balanço “muito positivo” dos 12 anos da Muro de Abrigo. Para iniciar com chave de ouro as comemorações do 12.º aniversário da associação, a Muro de Abrigo vai proceder, pelas 17.30 horas deste sábado, 11 de março, ao lançamento da primeira pedra do edifício sede, no lugar do Campinho, no Muro. Um edifício há muito desejado e que se adapta “às capacidades” da associação. No entanto, a Muro de Abrigo continua a precisar da ajuda de todos. Por isso, na mesma noite, no Centro Paroquial do Muro, terá lugar um jantar de aniversário solidário, com um custo de 20 euros e cujas inscrições podem ser feitas na sede da associação. E, no domingo, haverá uma caminhada também de cariz solidário, com saída, pelas 9.30 horas, e chegada do Lugar do Campinho. A Caminhada tem um custo de cinco euros, com oferta de lanche e t-shirt, e as inscrições podem ser feitas na Junta de Freguesia do Muro e na sede da associação.

Leia a reportagem completa na edição 613 do NT, nas bancas até 15 de março.

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Edição 613

Escolinha de Rugby promoveu convívio de mulheres

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Desengane-se quem pensa que o rugby é um desporto de homens. Para o provar a Escolinha de Rugby da Trofa organizou um convívio só com atletas femininas e convidou algumas mulheres para partilharem experiências, na noite de 7 de março, no Parque de Jogos da Ribeira, em Santiago de Bougado.
A ideia surgiu com o Dia Internacional da Mulher, mas o objetivo principal não era festejar a data. Daniela Vieira, da Escolinha de Rugby da Trofa, revela que a iniciativa de juntar atletas de todas as idades serviu para as “mais crescidas verem o testemunho que têm de dar às mais pequenas e as mais pequenas sentirem que têm a proteção e o apoio das mais crescidas”.
Para melhorar o convívio, a organização decidiu convidar várias mulheres que pertencem a empresas, instituições e organizações sociais que têm ajudado a Escolinha. “Serviu para as nossas atletas perceberem que, apesar da vida profissional e familiar, são mulheres que dedicam tempo a estas causas, ou seja, estão aqui para ajudar os outros”, salientou.

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Edição 613

“Cada treino e cada jogo é uma oportunidade de evoluir para todos”

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Com um pleno de vitórias na 1.ª Fase, as expectativas estão muito elevadas para o que a equipa de Sub-11 A do Clube Desportivo Trofense poderá fazer no apuramento de Campeão. O NT falou com o técnico António Bento para perceber que trabalho se desenvolve junto dos jovens que integram este escalão.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
António Bento (AB): A temporada tem corrido muitíssimo bem, uma vez que levamos por vitórias os 13 jogos disputados, estando neste momento a iniciar a 2.ª fase para o apuramento de campeão. De realçar que nos classificamos em 1.º lugar, com mais de cem golos marcados e com apenas dez golos consentidos.

NT: Quais os objetivos na competição?
AB: Os objetivos vão para além da competição. Competimos para ser os melhores, mas competimos sobretudo connosco próprios. Cada treino e cada jogo é uma oportunidade de evoluir para todos. Queremos formar jovens ambiciosos e incentivamos a treinar com afinco, uma vez que o sucesso é uma consequência natural do trabalho.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
AB: Neste escalão defrontamos equipas com um desenvolvimento maturacional mais avançado e por isso tornam o jogo mais físico do que técnico ou tático e isso não favorece o desenvolvimento harmonioso de um talento. No entanto, mais do que nos lamentarmos, transformamos as dificuldades em oportunidades e assentamos a nossa solução num jogar coletivo que se sobreponha a qualquer evidência individual.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
AB: Neste escalão damos uma grande ênfase ao trabalho técnico, nomeadamente com Desafios Técnicos para os nossos atletas treinarem e colocarem em prática nos treinos e jogos. Para além do trabalho técnico referenciado, trabalhamos as noções de jogo coletivo que servem como pilares orientadores dos comportamentos a adotar em jogo. Assim, temos um lado técnico individual a trabalhar para um todo, entenda-se equipa. Também “treinamos”, com a Caderneta do Jogador CDT, a capacidade dos nossos atletas conciliarem o futebol e a escola. E neste longo processo formativo, começamos a semear o nosso ADN nos nossos atletas de forma a que, independentemente do escalão que observemos, identificamos o mesmo padrão de jogo e o mesmo padrão comportamental.

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