José Pedro Reis fala com entusiasmo da Trofa, terra que nem o viu nascer, mas o acolheu assim como a muitas famílias que se foram instalando graças ao vigor industrial e económico – projetado a “todo o vapor” pelos caminhos de ferro – que fizeram desta aldeia vila, cidade e, desde há quase 20 anos, concelho. Filho de pai vinhaense e mãe vilacondense, o jovem de 30 anos residente, “por enquanto”, em S. Romão do Coronado, está a construir uma carreira de historiador. O gosto pelos acontecimentos do passado nasceu ainda em criança, motivado pelos programas de José Hermano Saraiva, e cresceu com o “professor Avelino”, referência que ficará “marcada para a vida toda”. Tem mestrado em História, frequenta atualmente o doutoramento e, recentemente, o mestrado em Empreendedorismo e Internacionalização, anda por todo o país a partilhar a história da Trofa e tem dois livros escritos. Em entrevista, o também cronista d’O Notícias da Trofa falou dos mitos históricos que persistem no concelho e da necessidade de não se misturar política com a reserva do património. 

Leia a entrevista completa na edição do NT, já nas bancas.