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Edição 547

Meninos Cantores cantam pela APELA

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Os Meninos Cantores do Município da Trofa promovem este domingo, a 22 de novembro, pelas 18 horas, no Fórum Trofa XXI, um concerto de beneficência em prol da APELA (Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica).

Esta ideia surgiu depois dos muito famosos “banhos públicos”, a que os Meninos Cantores não conseguiram escapar. Não se banharam, ao invés preferiram organizar um concerto, que contará com a participação de Sara Braga Simões e Mário Alves, “dois grandes cantores muito importantes do panorama musical português”, assim o diz Antónia Serra, maestrina do grupo.

A entrada terá um custo de cinco euros, podendo o bilhete ser reservado através da página www.facebook.com/meninoscantoresmtrofa .

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Edição 547

Crónica: António Costa um político derrotado, fragilizado e desavergonhado

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As últimas eleições legislativas ditaram uma derrota inequívoca do Partido Socialista, que durante a campanha eleitoral tinha apelado ao eleitorado, através do seu líder, uma vitória clara, uma maioria absoluta para governar Portugal. É do conhecimento geral que António Costa quis liderar o seu partido, para ser o grande vencedor das eleições, mas os portugueses quiseram que fosse o grande derrotado. Assim aconteceu, por mais voltas que queiram dar!

Para justificar a sua candidatura a líder do PS, António Costa alegou que o anterior líder, António José Seguro tinha ganho duas eleições por poucochinho, mas agora conseguiu que o PS tivesse uma derrota por “muitochinho”. Mesmo assim, não teve a coragem de fazer o que qualquer líder partidário, em Portugal e não só, faria na noite das eleições, que era pedir a sua demissão. António Guterres pediu a sua demissão por muito menos!
António Costa, que faz da política a sua profissão, representa o pior do «socratismo» e é um político derrotado, fragilizado e desavergonhado, por diversos motivos. Senão vejamos:

É um político derrotado, pois em condições adversas para a Coligação, que teve de governar em grande austeridade, o PS tinha todas as condições para ganhar as eleições folgadamente, mas não só não obteve uma vitória esmagadora, como não ganhou, nem por maioria nem por poucochinho, mas perdeu por muitíssimos votos, por mais de trezentos mil votos, obtendo um dos piores resultados de sempre. Os portugueses ao darem a derrota ao PS e a vitória à Coligação PSD/CDS demonstraram saber que o caminho que foi percorrido nos últimos quatro anos foi de muito esforço e não querem de maneira nenhuma desperdiçá-lo;

É um político fragilizado, não só pelo péssimo resultado que obteve nas eleições, mas também pelo pseudoacordo, que apelidou de “posição política comum” e que assinou à pressa com os bloquistas e os comunistas. O pseudoacordo mostra fragilidades ao nível de compromissos, deixando o BE e o PCP com os dois pés de fora do governo e não salvaguardando a estabilidade política durante a legislatura. Os seus novos companheiros de viagem, não lhe passaram um cheque em branco, pois não se comprometem a rejeitar as moções de rejeição ou de censura ao Governo. As juras de amor, entre Costa, Catarina e Jerónimo são certamente telegénicas, mas não chegam. O «casamento» a três, que é uma coligação de derrotados é óbvio que não vai durar muito tempo, sendo fácil prever que pelo menos um vai pedir o «divórcio», quando houver uma pequena zanga. O PS ficou dependente das exigências dos seus «consortes», que farão as imposições que lhes sejam vantajosas. A estabilidade fica assim, às ordens da Mesa do Bloco e do Comité Central do PCP. A ganância do poder cega;

É um político desavergonhado, porque em diversas intervenções sempre se apresentou como candidato a Primeiro-ministro afirmando que para ganhar eleições em condições de governabilidade, ao PS não bastaria ganhar por um voto. Não ganhou por um voto, mas perdeu por muitos! Em março deste ano, no Teatro Rivoli no Porto, afirmou textualmente: «Quando o PS apela a uma maioria, não o faz pela vontade mesquinha de ter mais deputados que os outros. Fá-lo, porque quer que o governo seja formado por decisão política dos portugueses e não por jogos políticos na Assembleia da República». Em abril, disse: «Não podemos deixar nem aos jogos partidários nem à vontade do Presidente da República a escolha do novo governo. No país de abril, quem vota e quem escolhe os governos é o povo e vai ser o povo a escolher o próximo governo». Em setembro afirmou em Odivelas: «Para que haja estabilidade é necessário que não ganhemos por poucochinho. Porque como já disse uma vez, quem ganha por poucochinho só pode fazer poucochinho. Precisamos de uma vitória clara que seja inequívoca que nos dê uma maioria». Depois de saber o resultado das eleições, António Costa não aceitou a derrota. A vontade real do povo foi defraudada pela vontade dos diretórios partidários;

O direito à indignação «obrigou-me» a escrever sobre este político que já nos fez ver da estirpe de que é feito, quer na noite das eleições ao mostrar aquele sorriso sarcástico cheio de veneno, quer na Assembleia da República, quando mostrou falta de cultura democrática ao fugir à maior nobreza do debate democrático, que é o contraditório, a salutar confrontação de ideias. Manifestamente, António Costa é um político frio e venenoso, um político derrotado, fragilizado e desavergonhado, que não tem carácter para liderar um Governo estável, credível, coerente e duradouro, que Portugal livre, democrático e Europeu tanto necessita.

 

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moreira.da.silva@sapo.pt
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Edição 547

Homenagem a alunos e professores aposentados

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O auditório do Agrupamento de Escolas da Trofa recebeu, esta quarta-feira, 18 de novembro, a entrega de Prémios de Mérito Escolar e do reconhecimento dos professores aposentados do concelho.

“Foi neste Agrupamento que passei a maior parte dos meus dias a estudar, a conviver e a aprender.” Coube a Sara Nogueira, antiga aluna do Agrupamento de Escolas da Trofa, passar uma mensagem dos tempos na escola e que lhe valeram um prémio de mérito escolar pelos resultados obtidos. A aluna referiu que “evoluiu muito em conhecimento e cultura e cresceu como pessoa”, na escola, quando frequentava o 6.º ano, tendo aprendido “a ler, a escrever e a adquirir a sua paixão pelo inglês e matemática”.

A intervenção de Sara surge no âmbito da sessão de entrega de prémios de mérito escolar e do reconhecimento dos professores aposentados do concelho, que se realizou no âmbito das comemorações do 17.º aniversário do concelho. O Município da Trofa atribuiu “cem euros” aos alunos que se distinguiram no 6.º ano de escolaridade, “150 euros para os do 9.º anos” e “250 euros para os do 12.º ano” dos agrupamentos de escolas da Trofa e do Coronado e Castro, assim como do Colégio da Trofa.

Com estes prémios, o Município quer “ valorizar este trabalho, a dedicação, esforço e o empenho de todos os alunos”, utilizando estes “mecanismos” para “potenciar e motivar as novas gerações para o conhecimento e que, simultaneamente, possam favorecer o sucesso e o mérito educativo”. Paralelamente houve uma homenagem ao Professor Aposentado, com a entrega de uma salva, onde se pode ler: “porque a educação é essencial para construirmos um mundo melhor confiamos aos nossos professores a formação das nossas crianças”. A homenagem distingue, “bianualmente, os professores que se aposentaram, reconhecendo o importante contributo para a formação e crescimento das novas gerações”. A distinção foi entregue às professoras aposentadas Fernanda Dias e Ivone Gomes, que lecionaram na EB1 de Finzes, Estrela Santos, que lecionou na EB1 de Paranho, e Rita Machado, do 2.º e 3.º ciclos da Escola Básica e Secundária do Castro. Para a professora Rita Machado, esta homenagem “emocionou-a bastante”, recordando que desde que é professora, “desde 1975, deu sempre o seu melhor aos seus alunos”.

“Hoje em dia não é fácil ser professor. Exigiam muito aos professores, mas agora exigem ainda mais”, alertou.

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