quant
Fique ligado

Edição 611

Memórias e Histórias da Trofa: Um bombista em Covelas

Publicado

em

A Primeira República não foi pacífica em termos sociais, os movimentos políticos e operários fizeram sentir de forma bastante vincada a sua presença e de forma vincada sobreintende-se com violência. Os atentados terroristas, com a deflagração de bombas era comum como também as tentativas de assassinato de dirigentes políticos.
No Verão de 1912, a situação aparentemente estava pacificada, os trabalhadores e forças militares controlavam a ordem pública e a circulação ferroviária fazia-se sem problemas. Especial destaque para este facto e grupo profissional pela sua enorme atividade grevista em toda a Primeira República. Umas greves que não eram pacíficas, tiros eram disparados, locomotivas avariadas pelos grevistas que lhe roubavam peças do seu mecanismo, etc.
Nos finais de julho, um sujeito surgiu no apeadeiro de Portela, na freguesia de Covelas, teria consigo uma insuspeita mala que terá deixado na gare, com o pretexto que alguém mais tarde iria passar para levantar a mala.
O individuo não voltou a aparecer, a mala ficou algum tempo no apeadeiro de Covelas e foi levada ao administrador do concelho para ver o seu conteúdo e decidir o que fazer com ela.
Abrindo a mala surgiu a surpresa, a mesma tinha várias bombas, o pânico ficou instalado. Um dos elementos de uma das muitas redes bombistas tinha passado por Covelas e talvez nas proximidades se realizassem atentados ou haveria redes de apoios a atividades terroristas.
Temendo que fosse uma conspiração de católicos, sobejamente conhecido o anticlericalismo republicano, uma busca é passada à casa paroquial onde habitava o abade em Covelas em que nada foi encontrado. A busca teria sido realizada por elementos radicais republicanos, ligados à ala mais violenta dos grupos republicanos portugueses. Criando essas atividades mal-estar junto do administrador concelhio que não foi informado antecipadamente desses acontecimentos.
A Polícia Judiciária esteve em Covelas a tentar saber quem era o dono da mala e a quem se destinava aquela encomenda, contudo não foi possível apurar se consegui realizar com sucesso essa missão.

José Pedro Reis

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Edição 611

“É um desafio permanente treinar os princípios de jogo”

Publicado

em

Por

“Nós Somos Trofense” é o lema que acompanha todos os escalões de formação do Clube Desportivo Trofense e a equipa de Sub-11 B não é exceção. Nesta etapa, os objetivos passam por “jogar, jogar muito, a competir”, revelou o treinador António Pedro Silva, em entrevista ao NT.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
António Pedro Silva (APS): Efetivamente bem. Metade da equipa está a competir pela primeira vez e a resposta tem sido positiva. Os nossos jogadores estão cada vez mais competentes a jogar e, naturalmente, que a equipa apresenta cada vez mais competência. Acabamos a primeira fase e vamos começar agora a segunda fase com boas expectativas tendo em conta o desempenho até agora.

NT: Quais os objetivos na competição?
APS: Os objetivos passam por jogar, jogar muito, a competir. Nessa perspetiva, os problemas que o jogo coloca acabam por originar respostas e oportunidades para que os atletas cresçam e, consequentemente, evoluam. É um desafio permanente treinar os nossos princípios de jogo, ou seja, estabelecer comportamentos de jogo com a irreverência deles. Com a competição conseguimos “treinar” os comportamentos e potenciar as características de cada um para um comportamento coletivo. É realmente um desafio.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
APS: As principais dificuldades prendem-se, essencialmente, com o facto de que neste escalão muitos atletas estão a praticar o jogo formal (7×7) pela primeira vez. Desta forma, muitas vezes os atletas assumem comportamentos e decidem menos bem, porque ainda estão a descobrir o jogo e a competitividade do jogo.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
APS: Pretendemos que os atletas adquiram competências técnicas, táticas e físicas, que lhes permitam dar resposta aos problemas que o jogo apresenta, tornando-os mais competentes no jogo coletivo.
Também investimos na capacidade dos nossos atletas em conciliar o futebol e a escola, fundamental para que no futuro consigam potenciar estas áreas da formação deles. E, como em todas as equipas, desenvolvemos o “Nós Somos Trofense”.

Continuar a ler...

Edição 611

Atletas da Trofa na Seleção Regional de Rugby

Publicado

em

Por

escolinha rugby jos silva

José Silva e Gonçalo Brás, atletas da Escolinha de Rugby da Trofa (ERT), representaram a Associação de Rugby do Norte de Sub-16 no jogo da Taça de Portugal diante da Agrária-Tondela, no sábado, 18 de fevereiro, que se realizou em Pedralva, Braga.
A formação nortenha acabou por vencer categoricamente por 50-0, com a participação em “excelente nível” dos atletas trofenses, adiantou Ricardo Costa, responsável da ERT, que considera que “esta convocatória vem mais uma vez confirmar o caminho seguido pela Escolinha de Rugby da Trofa na aposta na igualdade de oportunidades”.
“A base deste caminho tem sido sustentado em valores e princípios exigidos aos nossos atletas que marcam a diferença na sua forma de estar e agir na sociedade”, sustentou.

escolinha rugby jos silva

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também