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Edição 446

Marketing de Guerrilha deve gerar “um impacto maior que o investimento”

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A Associação Empresarial do Baixo Ave dinamizou na manhã de quarta-feira, 30 de outubro, uma ação temática dedicada ao “Marketing de Guerrilha – Desafios Empresariais na Era Digital”.

De forma a abordar “o potencial de desenvolvimento económico regional”, a Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA) promoveu uma “ação temática para empresários” subordinada ao “Marketing de Guerrilha – Desafios Empresariais na Era Digital”.

Na ação, que teve como orador o criativo Flávio Gart, o marketing de guerrilha foi definido como “uma forma não convencional de comunicar”, sendo “uma técnica que deve gerar um impacto maior que o investimento” e “ajudar as marcas a alcançar os objetivos em termos de aumento da notoriedade e empatia em relação à marca”. Desta forma, consegue-se “gerar um retorno maior do que aquele que está previsto”.

Durante a intervenção, Flávio Gart deu “vários exemplos” de como “algumas marcas, com orçamentos reduzidos, conseguiram aumentar a afinidade e a empatia com o seu público-alvo, com ganhos em termos de notoriedade, ao desenvolver ações de marketing, de baixo investimento, mas de elevada criatividade que geraram grande impacto”.

A AEBA já tem agendadas mais “ações temáticas para empresários”. As próximas são dedicadas às temáticas “Uns falam de crise, nós fazemos – Ideias práticas para o sucesso” e “Saiba como utilizar as redes sociais como ferramenta de marketing e comunicação”, que se realizam pelas 19.30 horas do dia 13 de novembro e pelas 8.30 horas do dia 15 de novembro, no auditório da AEBA.

Caso esteja interessado em participar, deve inscrever-se “junto dos serviços da AEBA”, através do número 252 403 860 ou presencialmente na Rua Imaculada Conceição, número 86.

As iniciativas estão “integradas no projeto de Requalificação Urbana dos Parques – Operação 3 – Reestruturação e Dinamização Económica”.

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Feira de Tradições com concentração de veículos antigos

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Feira-de-Tradições1

Feira-de-Tradições1 

“ Participar numa tarde cheia de surpresas, com artigos artesanais, animação e convívio” é o desafio lançado pela Associação Cultural e Paroquial de S. Martinho de Bougado, que está a preparar mais uma edição da Feira de Tradições.

A iniciativa, que decorre no dia 17 de novembro na zona envolvente à Capela de Nossa Senhora das Dores, conta, este ano, com uma concentração de bicicletas, motas e carros antigos, pelas 9.30 horas, no parque da Igreja Nova. Meia hora depois será dado o tiro de partida, com os veículos a percorrerem a Estrada Nacional 104, passando pelos lugares da Maganha, Monte de S. Gens, Carriça, S. Romão do Coronado e Covelas até ao local da partida.

Já pelas 12 horas há a abertura da Feira de Tradições, que decorre até às 18 horas. O almoço para os participantes é pelas 13 horas no salão paroquial de S. Martinho.

Para participar com um stand na feira, pode inscrever-se no Cartório Paroquial e pagar um “valor simbólico de 12 euros”.

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E o teu concelho, vai ser “agregado” ?

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Gualter-Costa

Movido pela curiosidade e pelos rumores que há meses circulam na praça pública sobre a intenção deste governo para uma “agregação” forçada de municípios (na novilíngua do governo o termo extinção é estratégica e eufemisticamente substituído pelo termo agregação), e dada a debilitante situação financeira do nosso município, o seu reduzido número de eleitores, efetuei uma análise ao ponto 3.4 “Agregar municípios, mais descentralização de competências” do guião da reforma do Estado recentemente apresentado. Este foi um dos pontos que obrigou aos sucessivos adiamentos da divulgação pública deste guião, para que tal só ocorresse após as eleições autárquicas e estivesse pela via do adiamento, privado do julgamento e do sufrágio universal do povo Português.

Confesso que contava encontrar neste manifesto alguma informação concreta que fundamentasse de uma forma irrefutável a badalada inevitabilidade da agregação de municípios. Deparo-me neste capítulo de capital importância para Autonomia Local, em que se pretende delinear o futuro do municipalismo, apenas com duas redutoras páginas (sim duas únicas páginas). Duas páginas cheias de nada. Duas páginas desprovidas de conteúdo ou ideias úteis, sem qualquer vislumbre de fundamentação que sustente a inevitabilidade da agregação de municípios. Um conjunto de ideias vagas notoriamente escritas de uma forma apressada, marteladas pelo preconceito ideológico, e que cuja utilidade para uma reforma autárquica séria é nula.

Encontramos aí orientações abstratas e indefinidas (e por isso perigosas) como: “o Governo não deve deixar isolada a reforma das freguesias, e deve abrir um diálogo com a Associação Nacional de Municípios … para um processo de reforma dos municípios aberto e contínuo, que facilite e promova a sua agregação”; “Preparar novo processo de transferência de competências da Administração Central para os municípios e para as entidades intermunicipais” (estas últimas não eleitas diretamente pelo povo); “Concluir, publicitar e colocar em discussão o estudo sobre a racionalização de serviços e equipamentos do Estado pelo território“ (leia-se redução de serviços públicos essenciais), entre algumas outras de igual abstração.

Onde estão descritos com o pormenor que se exige em tal documento, os diversos tipos de critérios e de métricas (territoriais e demográficos, financeiros, económicos, socioculturais e até políticos) que devem nortear um correto e sério processo de agregação de municípios? Onde estão os estudos (quando conveniente, PSD e CDS têm sempre uma obsessão patológica por estudos) que fundamentem a necessidade de extinção de municípios? Qual a nova arquitetura territorial que emergirá das ditas “agregações”? Quais as novas competências e a distribuição espacial dos serviços municipais nos municípios agregados? Haverá reduções nos quadros de pessoal das autarquias? Em que número ou percentagem?

Infelizmente, o vazio e a mediocridade desta sebenta neoliberal, que ambiciona ser o guião para o desmantelamento do Estado Social e da Autonomia Local, não se limitam ao ponto específico da agregação de municípios. O populismo, a cegueira ideológica e desconhecimento do país real estão vertidos do primeiro ao último ponto deste alfarrábio pobre e amador.

Ao vazio absoluto de soluções e de ideias para o país do senhor primeiro-ministro, soma-se agora o elemento neutro que é este guião para a reforma do Estado, da autoria do seu vice primeiro-ministro.

Mais uma vez a soma de um mais um continua a dar zero.

Mais uma vez se comprova a necessidade e a urgência de eleições antecipadas e de uma forte aposta em políticas alternativas à esquerda. De novas políticas que dignifiquem o Estado Social, que respeitem e apostem na Autonomia Local, que coloquem as pessoas e os seus direitos acima da especulação dos mercados e da ditadura do capital.

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Gualter Costa

Coordenador Concelhio Bloco de Esquerda Trofa.

gualter.costa@outlook.com

 

 

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