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Edição 624

Márcia Azevedo deixou Got Talent

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Depois de Cuca Roseta a ter considerado “a melhor” de todas as audições do programa da RTP Got Talent, Márcia Azevedo chegou às galas em direto. A trofense atuou na gala de domingo, 21 de maio, mas não conseguiu reunir os votos necessários para continuar, tendo abandonado o programa de talentos.
“Quando Men Vo” da ópera La Bohème e de Puccini foi o tema escolhido pela cantora de Santiago de Bougado, mas ao contrário do que tinha acontecido na audição, Márcia Azevedo não recebeu muitos elogios dos jurados. Herman José considerou “que tinha um ponto de partida altíssimo” na ópera, mas que “ainda lhe falta um bocadinho mais” para o público “deixar de sentir as inseguranças”. Cuca Roseta salientou, no entanto, que a cantora tem “um talento fantástico”.
Em entrevista ao O Notícias da Trofa, Márcia Azevedo referiu que achou que “dentro das condições apresentadas pela produção” a atuação tinha corrido bem e que o que mais gostou na sua participação foi “ter conhecido pessoas com diferentes talentos”.
“Em relação à minha carreira musical, espero que o facto de aparecer em televisão me ajude a ter visibilidade” afirmou Márcia Azevedo. Atualmente a viver em Zurique, Suíça, a trofense de 26 anos explicou que para já vai continuar a conciliar o seu trabalho de enfermeira com a participação no coro suplente da Opera de Zurique, mas que espera “um dia conseguir cantar em Portugal”.

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“Procuramos sempre as melhores condições para a formação de jogadores de excelência”

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“Formar jogadores de excelência futebolística”, para representar os seniores do Clube Desportivo Trofense (CDT), é um dos desafios do escalão de juniores, segundo contou, em entrevista, o treinador Jorge Maia.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Jorge Maia (JM): Quando trabalhamos na formação temos de analisar a época desportiva em duas vertentes: na continuidade formativa e no rendimento coletivo. Na vertente formativa é mais uma excelente época, pelo terceiro ano consecutivo tivemos dois atletas ainda juniores a trabalhar regularmente com a equipa sénior. O Rúben e o Rochinha jogaram várias vezes pelos seniores. Outros juniores também integraram vários treinos da equipa sénior. Temos tido a possibilidade de completar o processo formativo dos nossos jovens, acelerando a maturação e experiência competitiva de todos eles. Na perspetiva do rendimento coletivo, fomos terceiros no campeonato, não conseguimos atingir a fase final que muito ambicionávamos. Terminamos o campeonato como a equipa com mais golos marcados, mas também sofremos muitos golos. Neste particular não conseguimos superar as nossas lacunas. Contudo, foi um campeonato sempre em crescendo, na qualidade de jogo apresentada, numa 2.ª volta melhor que a 1.ª, pois elevamos o número de pontos, mais golos marcados e menos golos sofridos, o que espelha a nossa evolução coletiva ao longo dos 28 jogos realizados.
Atualmente os Juniores do CDT competem na Prova Extraordinária – Taça Acácio Lello.

NT: Quais os objetivos na competição?
JM: No nosso processo formativo, competimos para formar jogadores de Excelência Futebolística para representar os seniores do CDT. Obviamente que em cada jogo, em cada prova, temos objetivos. Ter objetivos na competição é lançar a nossa ambição para a superação. Mas atenção, esse tipo de objetivos não se sobrepõe aos objetivos formativos que temos. Dou um exemplo. Os juniores que periodicamente trabalham nos seniores não deixam de o fazer para virem jogar pela equipa júnior. Há prioridades. A nossa é esta. Procuramos sempre as melhores condições formativas para podermos assegurar a formação de jogadores de excelência futebolística para os seniores do CDT.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
JM: Este escalão coincide com uma etapa decisiva na vida dos nossos atletas, estão no final da escolaridade obrigatória e têm de tomar importantes decisões para o seu futuro – faculdade, cursos profissionais ou mercado de trabalho. Este momento de escolher ou de poder escolher o caminho para o seu futuro torna-se complicado. Influencia muito o desempenho.
Outra dificuldade deste escalão prende-se com a consciencialização que uns evidenciam mais e melhores condições para se afirmarem que outros. Não é fácil para alguns jovens verificarem que não têm o nível futebolístico para estarem no topo da pirâmide formativa.
Coletivamente, nos Juniores é sempre necessário completar o plantel com alguns jogadores que acrescentam qualidade ao grupo. Nesta época e na anterior, em virtude das incertezas do CDT, não foi possível fazê-lo. Mesmo durante esta época, apesar das boas intenções não foi possível colmatar o plantel, em posições muito específicas, onde tínhamos debilidades. Foi pena, pois a equipa conseguiu atingir um nível alto em determinados momentos do jogo.

NT: Com que aptidões os atletas capacitam neste escalão?
JM: Como este escalão encontra-se no topo da nossa pirâmide formativa, os juniores são o resultado do nosso processo formativo. Formamos “Homens que sabem jogar futebol” e temos no final os jogadores de Excelência futebolística para integrarem o plantel sénior do CDT e os que continuam no futebol sem a possibilidade imediata de serem profissionais no CDT. Aqueles que integram a equipa principal do CDT ainda têm uma longa caminhada para se afirmarem, continuam a seu processo formativo.
Neste processo formativo, o Departamento de Formação contribuiu para o desenvolvimento global dos jovens. Temos no futebol o fator de aperfeiçoamento pessoal e social, contribuindo para a formação do caráter, na integração de valores da cidadania, da ética desportiva e na sensibilização e desenvolvimento de estilos de vida saudável. Podemos garantir que os juniores estão preparados para o futuro, continuando ou não a jogar num nível superior. Os nossos atletas possuem o suporte necessário para seguirem o seu caminho na sociedade.

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Escolinha de Rugby quer ‘amplificar’ o projeto

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Nove semanas é o tempo que a Escolinha de Rugby da Trofa precisa para ‘amplificar’ o seu projeto.
Chama-se AMPlifica o programa de aceleração dos projetos sociais considerados muito relevantes e um exemplo em cada um dos 17 municípios da Área Metropolitana do Porto (AMP).
O objetivo é dotar os projetos de novas ferramentas que lhes permitam angariar financiamento, crescer e tornarem-se empresas sociais autossustentáveis. A Escolinha de Rugby da Trofa embarcou nesta aventura com a esperança de ver parte dos seus problemas resolvidos.
Depois do sucesso da 1.ª edição o AMPlifica voltou para ajudar outras instituições. Foram dez as que se reuniram na Fábrica de Santo Thyrso, um dos dois polos que acolhe o Centro de Inovação Social Metropolitano, localizando-se o outro a sul do Douro, em Santa Maria da Feira.
A Escolinha de Rugby conta, atualmente, com 56 atletas, entre os seis e os dez anos. O projeto iniciado há três anos pretende dar uma resposta desportiva de carácter social mas Ricardo Costa e Daniela Vieira, mentores do projeto, não têm conseguido responder a todos os pedidos. A lista de espera “é enorme” e a esperança reside agora no AMPlifica, uma vez que, segundo Ricardo Costa, podiam “ter quase o dobro dos atletas se houvesse mais capacidade para fazer face às inscrições, alimentação, seguro ou apoio médico”. Para Daniela Vieira a principal dificuldade “é criar sustentabilidade”. “Queremos amplificar o projeto com novas ferramentas, aumentar o número de crianças e jovens mas manter a qualidade”, complementou a mentora da Escolinha de Rugby da Trofa.
Os responsáveis pela Escolinha de Rugby já puseram mãos à obra e, em declarações ao jornal O Notícias da Trofa, afirmaram que tem sido “um trabalho árduo mas altamente produtivo”. “Estamos criar um conjunto de documentos que nos mostram a importância da nossa intervenção para a resolução do problema social identificado”, descreveram.
Ricardo e Daniela acreditam que “as respostas devem surgir antes dos problemas, otimizando recursos, alargando horizontes, por consequência geradores da mudança”.
Este Centro de Inovação procura otimizar “os recursos já existentes nestas duas incubadoras tecnológicas e desafiando-as a adotar uma noção mais ampla de inovação e negócios, nomeadamente, a inovação social e os negócios sociais”. O objetivo do programa é, essencialmente, “tentar ajudar a desenvolver as capacidades que se encontram em cada um dos projetos, de modo a tornar essas experiências capazes de funcionar autonomamente, sem estarem a espera do subsídio da Câmara ou do Estado”, esclareceu o primeiro-secretário da AMP, Lino Ferreira. “Uma empresa social não pode ter vergonha de ser social, porque se não gerar lucro não consegue sobreviver”, considerou Lino Ferreira. O primeiro-secretário da AMP afirmou ainda que quanto aos municípios devem encarar as empresas sociais “como algo que vai ajudar ao desenvolvimento económico”. As instituições já deram início aos trabalhos que culminará na apresentação do progresso dos participantes e casos de sucesso no Fórum de Empreendedorismo Social AMP 2020, que decorrerá em julho deste ano.

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