Uma das conclusões de um estudo de diagnóstico da população imigrante no concelho da Trofa é que a maioria dos indivíduos estrangeiros depende do trabalho, e não de subsídios e apoios sociais, para subsistir.
Quantos imigrantes existem no concelho? Qual a nacionalidade mais representativa? Qual o principal meio de vida? Que nível de escolaridade apresentam? Estas e muitas outras questões têm agora resposta no
livro apresentado pela Câmara Municipal da Trofa em colaboração com o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) e foi elaborado por uma equipa da universidade do Minho, orientada pelo professor Manuel Carlos Silva.

Perante um público de várias nacionalidades, e tendo como palco a Feira dos Povos, na ExpoTrofa, o vice-presidente da autarquia e vereador da Ação Social apresentou o “Diagnóstico da População Imigrante no Concelho da Trofa” que nasceu da “vontade de conhecer melhor a comunidade imigrante estabelecida no concelho”.
 

 Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF

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