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La Salette Marques apresentou candidatura às Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos na Trofa

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A concelhia da Trofa do Partido Socialista acolheu, no dia 11 de março, a apresentação distrital da candidatura de La Salette Marques a presidente nacional das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos (MS-ID).

A sessão serviu também para anunciar a escolha de Ângela Moreira como mandatária distrital da candidatura no Porto.

Na intervenção que marcou o encontro, a mandatária sublinhou o significado da responsabilidade agora assumida, referindo o “orgulho e a responsabilidade de representar o distrito do Porto”. Ângela Moreira destacou ainda que a candidatura resulta “de um percurso coletivo de muitas mulheres que, ao longo dos anos, têm trabalhado e lutado pela igualdade”.

Na mesma sessão foi também salientado o percurso político de La Salette Marques, apontado como marcado pela “determinação, coerência e compromisso na defesa dos direitos das mulheres”.

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De acordo com a informação apresentada, a candidatura “Direitos com Igualdade” pretende reforçar o papel das Mulheres Socialistas dentro do Partido Socialista, apostando numa maior mobilização e participação feminina na vida política e na promoção da igualdade na sociedade portuguesa.

Entre as medidas consideradas prioritárias pela candidatura está o combate à violência de género. Nesse âmbito, são defendidas propostas como o “afastamento imediato do agressor, com vigilância eletrónica obrigatória em situações de risco elevado”, a criação de “um mecanismo nacional de acompanhamento pós-denúncia” e o reforço do financiamento das casas de abrigo, bem como soluções habitacionais transitórias para vítimas.

No plano da prevenção e educação, a candidatura propõe a consolidação da educação para a cidadania em todos os ciclos de ensino, programas estruturados de prevenção da violência no namoro nas escolas e uma estratégia nacional de combate à ciberviolência e ao discurso de ódio. Entre as propostas surge ainda a criação de parcerias com federações desportivas para promover a igualdade no desporto juvenil e a implementação do programa “Democracia em Rede”, dirigido à capacitação de jovens mulheres em liderança cívica.

A agenda inclui também medidas relacionadas com igualdade no trabalho e proteção social. Entre elas estão auditorias salariais obrigatórias em médias e grandes empresas, penalizações por incumprimento da igualdade salarial, incentivos fiscais às empresas que cumpram essas regras e medidas de valorização do trabalho informal de cuidado. A candidatura defende ainda a cobertura universal da rede pública de creches, horários flexíveis com evolução para a semana de quatro dias e licenças parentais partilhadas de forma equilibrada.

No campo das políticas sociais, são apontadas propostas como a promoção da acessibilidade universal nos serviços públicos, a criação de um plano específico de apoio a mulheres com deficiência, estratégias locais de integração para mulheres migrantes e medidas de habitação que beneficiem mulheres em situação de vulnerabilidade e famílias monoparentais. A candidatura propõe também garantir o acesso à saúde sexual e reprodutiva e à saúde mental, bem como implementar programas locais de combate à pobreza feminina.

Entre as propostas de natureza política e institucional está a revisão da Lei da Paridade, com a obrigatoriedade de alternância de género nos dois primeiros lugares das listas às eleições. A candidatura defende ainda o cumprimento do limiar de paridade de 40% em órgãos diretivos de associações de autarcas e do setor associativo, o reforço das estruturas concelhias das Mulheres Socialistas e a criação de uma rede nacional de mentoria entre mulheres eleitas e jovens militantes socialistas.

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