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Edição 654

José Fernando quer o metro ou “alternativa digna”

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José Fernando, presidente da Junta de Freguesia do Muro, quer que os murenses acompanhem os assuntos debatidos nas assembleias durante este mandato e, por isso, partilhou, de forma inovadora na freguesia, as ideias que tem e os números do orçamento.

Apresentado na sessão da Assembleia de Freguesia do Muro que decorreu a 27 de dezembro, no salão nobre da Junta, o Plano Plurianual de Investimento e Orçamento para 2018 assenta em três linhas orientadoras estratégicas: “Requalificar espaços, ruas e jardins públicos, dotar a freguesia de mais e melhores infraestruturas e melhorar a mobilidade”. Para 2018, a Junta de Freguesia conta com um orçamento de 117.876 euros, sendo este comparticipado em 32.669 mil euros pelo Estado e em 46.956 mil euros pela Autarquia local.
Além do orçamento, foram também apresentados o Acordo de Execução e o Contrato Interadministrativo da delegação de competências celebrados entre a Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia do Muro. No primeiro caso, “trata-se da verba que a Câmara Municipal da Trofa passa para a Junta de Freguesia para tudo aquilo que é pagar ordenados, comunicações, combustível, seguros. São cerca de 3900 euros mensais”, explicou José Fernando. O segundo diz respeito à “verba que se destina a investimento de capital”, ou seja “a Câmara delega na Junta a manutenção das vias municipais e transfere uma verba mensal de cerca de 1200 euros”, adiantou o presidente da Junta.
A cordialidade marcou a sessão, tendo sido todos os pontos aprovados por unanimidade.
O executivo liderado por José Fernando enumerou ainda algumas obras que pretende concretizar nos próximos quatro anos. “Pensamos não só requalificar o cemitério, mas também toda a zona envolvente e o pavilhão e criar um parque de estacionamento”, explicou o presidente da Junta de Freguesia do Muro.
José Fernando quer tornar o Muro numa freguesia que orgulhe os murenses e capaz de atrair investimento e, por isso, vai requalificar alguns jardins e espaços verdes, separadores centrais, a Rua da Serra e da Igreja e as duas zonas habitacionais, a Urbanização do Campinho e da Agra da Cana. O executivo vai lançar, “no início de 2018, uma empreitada mais global para fazer todos os remendos e reparações das ruas”.
Um dos grandes projetos está relacionado com o edifício da Estação e zona envolvente. “A Trofa tem uma Alameda, porque é que o Muro não poderá ter a sua? É um espaço em que os edifícios estão em ruínas, obviamente que isto não invalida a vinda do Metro. É um assunto que nos vai levar mais rapidamente a sentarmo-nos com as entidades competentes”, afirmou o presidente da Junta.
Quanto ao metro, José Fernando considera que “não faz muito sentido continuar uma luta meramente cívica”. “A atitude tem que ser muito mais concertada com as instituições e com quem tem poder. Vamos encetar negociações, mas vamos ter que levar AEBA (Associação Empresarial do Baixo Ave), câmaras municipais da Trofa e da Maia e empresários que tenham capacidade de discussão”, ressalvou.
O autarca afirmou que não vai “procurar cegamente” que se concretize o projeto do metro “tal e qual ele está concebido hoje”, mas também não aceita como alternativa ao metro “autocarros ou bicicletas elétricas”. José Fernando falou de “uma alternativa digna, com transporte e horários adequados, com regularidade, e que utilize o canal do metro” para que o possam “requalificar e fazer com que as pessoas tenham a mobilidade perdida desde que o metro saiu”.
Ainda na área da mobilidade, José Fernando avançou que “a Câmara está a desenvolver um estudo para definir um trajeto de transportes urbanos no concelho da Trofa”, que considera ser uma solução.
A Junta de Freguesia pretende ainda fazer uma ligação rodoviária entre Gueidãos e Vilares, “requalificar os caminhos para o S. Pantaleão” e “distribuir alguns equipamentos para que as pessoas possam fazer um circuito, percorrer as ruas da freguesia, fazer uma manutenção física regular e ao mesmo tempo visitar esse espaço ”.

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Campo de treino para guarda-redes (C/Vídeo)

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É a terceira vez que o departamento de formação do Clube Desportivo Trofense proporciona uma experiência diferente do habitual aos guarda-redes, com um campo de treino exclusivo para quem está à baliza. E para motivar ainda mais os jovens, houve convidado especial. António Ferreira, treinador de guarda-redes do Shakhtar Donetsk, esteve no complexo desportivo de Paradela para partilhar alguns dos conhecimentos adquiridos ao longo da carreira.
“Eu sei o quanto os jogadores valorizam isto na juventude, quando veem figuras que são referências para eles”, explicou o profissional, que atualmente integra a equipa técnica do clube ucraniano, juntamente com Paulo Fonseca.
“Mostrar como se prepara um jogo ao alto nível” foi o principal objetivo desta edição da iniciativa denominada “Defender +”. Daniel Araújo, coordenador de guarda-redes do Clube Desportivo Trofense explicou ainda que os jovens aprenderam os atributos que separam os bons dos maus guarda-redes. “A inteligência é o atributo mais importante. Um guarda-redes tem que ser capaz de perceber o jogo e orientar os colegas sem ter que estar a relatar”, explicou.
Por sua vez, António Ferreira destacou a importância da desvalorização da ideia de que “um guarda-redes para ser bom tem que ser maluco”. “Um bom guarda-redes é inteligente e tranquilo, porque normalmente vive situações de pânico, em que tem que conseguir raciocinar e encontrar solução”, sublinhou.
E numa posição tão sensível como é a de guarda-redes, o controlo emocional é um dos aspetos a ter em conta na preparação do jogador. “É importante a criação de um grupo coeso entre os guarda-redes da equipa. O aspeto psicológico que mais trabalhamos é a entreajuda e a capacidade de superação”, referiu Daniel Araújo.
Esta é uma das atividades que decorrem no clube durante a quadra festiva. Já no dia 27 de dezembro, decorreu uma palestra sobre a importância do treino invisível no futebol, que contou com plateia numerosa no Fórum Trofa XXI e que contou com a presença de André Carvalho e Luís Carvalho, médicos do CD Trofense, Pedro Silva, psicólogo, e Raquel Silva, nutricionista.

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400 no corta-mato escolar do Agrupamento da Trofa

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O Agrupamento de Escolas da Trofa voltou a promover o corta-mato escolar, no final do 1.º período de aulas. A atividade contou com a participação de “400 alunos” e decorreu em simultâneo na Escola Básica Napoleão Sousa Marques e na Escola Secundária, “num ambiente saudável, em que os participantes evidenciaram empenho, alegria e um excelente comportamento”, avançou fonte da organização.
No final, os seis primeiros classificados de cada escalão etário/género foram apurados para o corta-mato escolar distrital, que tem lugar este mês, e que é organizado pela Direção do Desporto Escolar – Região Norte.

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