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Trofa

João Ferreira fez campanha na Preh

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“É candidato à Presidência da República”. A frase, repetida pelos vários elementos da comitiva, abria alas para que os trabalhadores da Preh, uns a entrar e outros a sair de mais um turno de trabalho, soubessem que, parcialmente escondido por trás da máscara, estava João Ferreira a entregar-lhes em mão o manifesto da sua candidatura às próximas eleições presidenciais.

O candidato apoiado pelo Partido Comunista Português incluiu a Trofa na jornada de campanha de quarta-feira, 16 de dezembro, para convencer os eleitores de que “é necessário usar os poderes do Presidente da República para valorizar o trabalho e os trabalhadores”.

De que forma? “Cumprindo o que está na Constituição”, que, garante, “não é neutra no caminho que aponta” relativamente a esta matéria. “Nós temos uma Constituição que valoriza o papel do trabalho, que aponta o direito ao trabalho como um direito de todos, que sinaliza uma questão de enorme importância que é o objetivo do pleno emprego, de erradicar o desemprego e que diz que todos, além de terem direito ao trabalho, têm direito a ter direitos no trabalho e a poder compatibilizar a sua vida profissional com a família”, sublinhou, em declarações ao NT e à TrofaTv.

Para João Ferreira, assuntos como “a valorização dos salários” e o “direito à proteção da saúde no trabalho” têm estado “ausentes” das “preocupações” do atual chefe de Estado.

“Esta candidatura sinaliza a importância de trazermos isto para a atenção do Presidente da República”, resumiu.

E trilhar este caminho, acrescenta o candidato, leva Portugal “ao desenvolvimento e à dinamização da atividade económica”. “Percebemos, nos últimos anos, que aumentando os rendimentos dos trabalhadores, dinamizamos a economia, ao contrário do que alguns nos queriam convencer”, sinalizou, sem deixar de sublinhar a “importância” de se olhar para a Constituição, no que “ao direito à saúde, habitação, educação, cultura e proteção da infância, juventude e velhice” diz respeito.

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Desporto

Trofense sem direção aguarda por setembro para criar comissão administrativa

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Apenas 40 sócios marcaram presença na assembleia geral extraordinária do Clube Desportivo Trofense, na noite desta sexta feira, que tinha como ponto a eleição de uma comissão administrativa, depois de Franco Couto ter apresentado a demissão, por motivos pessoais.

A assembleia foi conduzida por José Duarte Gomes, presidente da Assembleia Geral do Clube, apoiado por 2 sócios, uma vez que os secretários da assembleia não compareceram na mesma.

A comissão vai ter como primeira batalha tratar do pagamento dos 4 meses em atraso do RERE (Regime extrajudicial de recuperação de empresas), que foi aprovado em tribunal e que o clube não estará a pagar, segundo informação vinculada na assembleia.

A assembleia terminou sem que alguém demonstra-se interesse em liderar uma comissão administrativa, havendo 5 sócios disponíveis para integrar uma, mas sem a liderar.

Ficou marcada para 2 de setembro nova assembleia com o objetivo de encontrar uma comissão.

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Trofa

Junta do Coronado cancela Coronado Convida por “desentendimento” com a paroquia de S.Mamede

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A Junta de Freguesia do Coronado cancelou a edição de 2022 do Coronado Convida.
O evento estava previsto para decorrer entre 29 de agosto e 4 de setembro foi cancelado porque a paróquia pretendia montar “uma tasquinha” no adro da Capela do Divino Espírito Santo, mesmo depois de “terem tomado conhecimento de que já não havia lugar para mais espaços de restauração”, anunciou a junta em comunicado.

No referido documento, a junta de freguesia afirma que “tentou sensibilizar os intervenientes de que isso colocaria em causa toda a dinâmica e todos os participantes do evento” e que “perante a insistência e a determinação dos elementos ligados à Paróquia a Junta de Freguesia viu-se forçada a cancelar o evento para salvaguardar o princípio de organização do mesmo e para não entrar em choque” com uma das entidades da comunidade, nem com todos os participantes do certame. (Leia o comunicado na integra clicando aqui)


Já a paroquia, também em comunicado afirma que o regulamento do evento “definia que os lugares de restauração seriam atribuídos mediante apresentação de candidatura em carta fechada, sob licitação mínima de 800 euros, a serem conferidos aos três que apresentassem a melhor proposta, até ao dia 5 do presente mês, contudo, e segundo o mesmo comunicado, “a informação que foi disponibilizada à Paróquia, oito dias antes da data prevista de entrega das cartas, foi de que os lugares já se encontravam preenchidos.”
Segundo o comunicado, publicado nas redes sociais, a paroquia afirma que “manifestou o seu descontentamento com esta falta de consideração pelas regras instituídas” e que dois elementos do conselho económico estiveram reunidos com o presidente da Junta de Freguesia, José Ferreira, saindo dessa reunião com “bom entendimento entre as partes, decorrendo num favorável espírito de abertura e cordialidade”, mostrando surpresa pelo motivos alegados para o cancelamento do evento. (Leia o comunicado da paroquia clicado aqui)


O certame tinha realização prevista, tal como nas anteriores edições, na zona envolvente à Capela do Divino Espirito Santo, em S.Mamede do Coronado.
O Coronado Convida realizou-se já por 11 edições, esteve suspenso em 2010 e 2011 devido à pandemia, e é uma mostra associativa e cultural da freguesia.

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