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Edição 432

Já começaram as eliminatórias do Concurso de Fado Amador

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Eliminatórias do concurso de Fado Amador já começaram na segunda-feira, 15 de julho, no bar da Comissão de Festas, instalado na antiga estação da CP.

 “Confesso”, de Frederico Valério, “Nome de Rua”, de David Mourão Ferreira, “Vida Vivida”, “Amar não é pecado” e “Cavalo Russo”, de José Ferreira Rosa, “Não venhas Tarde”, “Esta voz que canta em mim”, “Porta do Coração”, “Longa Caminhada” e “Noite”. Estas foram as músicas interpretadas pelos concorrentes da 1ª eliminatória do concurso de Fado Amador, que subiram ao palco e cantaram acompanhados por Amável Carneiro, na guitarra, e Manuel Reis, na viola.

Após deliberação do júri “atento”, composto por Assis Serra Neves, vereador da Cultura da Câmara Municipal da Trofa, Cândido Carneiro, membro da Comissão de Festas, pelo fadista Joaquim Macedo, pelo professor Manuel Afonso e por António Costa, representante do Jornal O Notícias da Trofa (representante da comunicação social local), foram encontrados os dois primeiros finalistas. A estes vão juntar-se “mais oito” na eliminatória que decorreu na quarta-feira, 17 de julho, e nas outras marcadas para 21, 23 e 24 de julho.

Na final, a decorrer pelas 21.30 horas do dia 28 de julho, vão ser atribuídos prémios aos três primeiros classificados.

O concurso, denominado “Trofa dá voz ao Fado”, é desenvolvido pela Câmara Municipal da Trofa, através do pelouro da Cultura, em parceria com a Comissão de Festas em honra de Nossa Senhora das Dores.

Desde o início que o concurso demonstra ser “um sucesso”, dado o “número de interessados em participar”. O limite de inscrições foi limitado aos “30 participantes”, o que dá um total de “seis concorrentes por eliminatória”. Pelo palco, vão passar concorrentes da Trofa, Vila do Conde, Maia, Guimarães, Braga, Santo Tirso, Ribeirão, Gondomar, Lousado, Penafiel e Póvoa de Varzim.

Ao promover este concurso, a autarquia trofense tem como principal objetivo “a divulgação do fado, Património Imaterial da Humanidade, dando a conhecer ao grande público as vozes que, quase anonimamente, vão divulgando este género musical”.

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Edição 432

António Azevedo, presidente da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado, em entrevista

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 “Sem apoio da Câmara da Trofa, conseguimos requalificar a Casa Mortuária e pavimentar várias ruas”

Liderou durante 12 anos a freguesia de Santiago de Bougado e nas próximas eleições deixa “um valor patrimonial imenso”. Só não conseguirá construir a obra que serviu de bandeira política: o Centro de Dia. António Azevedo diz que “há dinheiro” para a empreitada, mas acusa autarquia de “discriminação”.

O Notícias da Trofa (NT): Como avalia o mandato que está prestes a completar, assim como toda a sua estadia na Junta de Freguesia de Santiago de Bougado?

António Azevedo (AA): Sobre a “avaliação deste mandato”, direi que foi um misto de uma vontade e de uma luta enorme por parte da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado de construir a Casa Mortuária, Centro de Dia e alguns arruamentos e uma vontade clara por parte da Câmara Municipal da Trofa, na pessoa da senhora presidente Joana Lima, para que nada fosse feito na freguesia de Santiago de Bougado. Mesmo assim, e sem apoio nenhum da Câmara da Trofa, ainda conseguimos requalificar a Casa Mortuária e pavimentar várias ruas…

Em relação à “avaliação a toda a sua estadia na Junta de Freguesia”, permita-me que sejam os bougadenses a avaliar o nosso trabalho de 12 anos, não a nossa estadia, pois a Junta de Freguesia nunca foi para nós um local de férias.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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Edição 432

Seniores divertem-se nas colónias balneares

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Executivo camarário visitou seniores que participaram na primeira quinzena das colónias balneares, na Praia do Leixão, na Póvoa de Varzim. 

“Hoje vai haver pagode”, afirmava Maria Irene Sousa, batendo numa pandeireta, quando avistou o executivo camarário chegar perto da barraca onde estava sentada junto das companheiras de praia. Despachada, a mulher de S. Romão do Coronado lá explicou o sentido da afirmação: “Somos pobres, mas alegres e estamos aqui quase de graça, ainda melhor”.

Maria Irene lá confessou que as colónias balneares servem para muito mais do que para meros banhos de sol e de mar: “Eu quase que nem entro na praia. Começo a volta com o pequeno-almoço e depois vou à missa. Depois vamos ao peixe ou comprar alguma coisa que precisámos e depois vamos embora todas contentes”.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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