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Funcionária da Preh contaminada com COVID19.

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Uma funcionária da empresa Preh, na Trofa, está contaminada com vírus COVID19.

De acordo com a informação da empresa, através de uma circular disponibilizada aos colaboradores, a mulher terá, a 26 de Março, entrado em contacto com a empresa para reportar a informação.

A mulher infetada terá feito o teste a título pessoal e por iniciativa própria e que acabou por testar positivo para o COVID 19.

De acordo com a circular da PREH a funcionária infetada que trabalha na montagem automóvel, está ausente da empresa desde dia 19 de março e as pessoas que com ela contactaram foram já informadas e estão já a cumprir quarentena e a aguardar contacto da Linha SNS24.

A empresa garante estar a acompanhar diariamente, através do seu gabinete médico, as funcionárias que ficaram a casa que são um total de 6 que se mantem “sem sintomas”. No documento a que O Notícias da Trofa teve acesso a Preh apela para que os funcionários “apliquem de forma rigorosa as medidas de prevenção” em vigor.

Empresa confirma caso positivo e explica medidas de mitigação implementadas

José Mendes, gerente da Preh Portugal confirmou ao NT que a trabalhadora está com teste positivo. Adiantou que a Preh Portugal tem como principal objetivo manter a saúde e bem-estar dos seus 1500 trabalhadores e que “Desde janeiro, tem tomado medidas para diminuir a possibilidade de contagio dentro das instalações, através da implementação de medidas que passam, por exemplo, assegurar que os trabalhadores do turno que vai iniciar cada período só entram nas instalações após a saída dos colegas do turno anterior”.

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O gerente adiantou ainda que “todos os trabalhadores ao entrar na empresa, tem de dar a conhecer a temperatura corporal e caso registem uma temperatura entre 37 e 37,4 graus são colocados em isolamento numa área preparada para o efeito dentro das instalações da empresa e passam a ser acompanhados pela equipa médica. Nos casos em que a temperatura é igual ou superior a 37,5 graus os trabalhadores são enviados para casa e têm de contactar a linha saúde 24”, adiantou José Mendes realçando que “continuam a ser acompanhados, a partir daí, telefonicamente, pela equipa médica da Preh”.

Outra das várias medidas implementadas foi nas áreas comuns da empresa é “o limite de número de colaboradores que podem, ao mesmo, tempo utilizar as áreas comuns” finalizou o responsável.

Na Trofa e segunda a Direção Geral de Saúde há 14 contaminados com CoronaVirus.

Noticia atualizada pelas 23horas com declarações do responsável da empresa

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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