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Edição 421

Festas Nossa Senhora do Desterro – Procissão e Feira da Saúde foram os pontos altos da festividades

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Entre os dias 25 e 28 de abril, o Souto de Bairros, em Santiago de Bougado, acolheu as festas de Nossa Senhora das Dores.

 O som dos tambores do Agrupamento 447 de Santiago de Bougado anunciava o início da procissão, onde não faltaram as figuras litúrgicas, como os anjinhos, sagrada família, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora do Desterro, Nossa Senhora das Dores e Nossa Senhora da Livração. Três cavalos seguiam na frente para abrir caminho à procissão.

Este foi um dos pontos altos das festividades em honra de Nossa Senhora do Desterro, que, após dois anos sem festa profana, um grupo de jovens decidiu arregaçar as mangas, por mãos ao trabalho e reatar a tradição. João Nogueira, Juiz da comissão de festas, fez um “balanço positivo” das festas, graças à “muita gente que aderiu”. O juiz das festas agradeceu “o esforço” dos seus colegas e do pároco Bruno Ferreira, “me reerguer” a festa, bem como a “todas entidades” pela “mobilização que fizeram em trazer as pessoas”.

Bruno Ferreira, pároco de Santiago de Bougado, ficou “contente” com a entrega destes jovens, que se “prontificaram na preparação desta festa”. “Com o pouco tempo que tiveram, praticamente nem um mês tiveram para organizar, e como viram foi uma festa muito digna, bonita e muito participada”, frisou.

Para Bruno Ferreira, as festas “sempre existiram e vão existir”, sendo “missão do pároco congregar as pessoas, para que as festas sejam feitas com alguma dignidade, por amor e devoção ao Santo”. “A Festa é, mais do que tudo, este sinal da manifestação da nossa fé. Como puderam ver, tudo bem coordenado, tudo bem combinado com as equipas que se integram para a comissão de festas é possível reerguer bem e saudavelmente. E, como viram, aqui tinha muita gente”, concluiu.

Outro dos pontos altos das festas foi a Feira da Saúde, que disponibilizava rastreios gratuitos nas diversas áreas, como de hipertensão arterial, diabetes, visual (entre acuidade visual, catarata e tensão ocular), auditivo, podologia, risco cardiovascular e de saúde oral. Nesta iniciativa não faltaram os Bombeiros Voluntários da Trofa, que deram formação sobre o Suporte básico de vida, e a Polícia Municipal, com ações de sensibilização para a prevenção.

Durante os quatro dias, o Souto de Bairros foi palco dos concertos da Orquestra Ritmos Ligeiros e da Banda de Música da Trofa, bem como das atuações do grupo Alvadance, Xystema Show, do Rancho Folclórico da Trofa e do Etnográfico de Bougado. A parte religiosa não foi esquecida, tendo-se realizado missas com sermão, terços e procissões.

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Edição 421

Câmara delibera subsídios para associações em Santiago

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O executivo da Câmara Municipal da Trofa deslocou-se até à Junta de Freguesia de Santiago de Bougado, na sexta-feira, dia 26 de abril, para mais uma reunião ordinária pública descentralizada. Nesta sessão foram discutidos assuntos para a freguesia bougadense.

Com o objetivo de descentralizar as reuniões, o executivo municipal da Trofa deslocou-se até à Junta de Freguesia de Santiago de Bougado, para levar aos munícipes a participação em mais uma reunião ordinária pública, que foi a mais concorrida.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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Edição 421

O país precisa de um consenso nacional. Urgentemente!

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A taxa de desemprego assustadoramente elevada; o empobrecimento constante, de divergência com o crescimento europeu; a degradação das condições de vida de muitos portugueses, que tem reflexos a nível social; a dívida pública, que é a maior dos últimos 160 anos; a recessão das mais profundas e prolongadas que há memória; tudo isto obriga à construção de um amplo consenso nacional em torno da recuperação, que dê resposta à dramática situação a que o país chegou.

Em diversos períodos da nossa história, houve a necessidade de consensos e, com maior ou menor dificuldade, conseguiram-se vários entendimentos em várias frentes. Agora, começa a surgir de novo esse apelo e são muitas as vozes a exigir um entendimento entre as diversas forças políticas, e não só, para que o país saia da grave crise em que se encontra. Não só um entendimento político, mas também social.

A existência de vários partidos na vida política portuguesa é um elemento base para a existência da democracia e é relevante para o bom funcionamento do regime político. As forças políticas são indispensáveis para a realização do jogo democrático. Os partidos da oposição têm tanta responsabilidade como os partidos que governam; os partidos que estão no poder são tão importantes para a democracia como os partidos da oposição.

É verdade, que em democracia há sempre soluções, há sempre alternativas e que a alternativa é tão valiosa quanto o consenso, mas todas as sondagens indicam que não existe uma alternativa que dê garantias de estabilidade política. O que o país precisa, com urgência, é de estabilidade política para sair da crise. Neste cenário, eleições legislativas antecipadas seria uma péssima solução, pois a instabilidade instalar-se-ia. Seria “pior a emenda que o soneto”.

Por vezes tende-se a ignorar a história das coisas, mas é preciso recordar com veemência a situação caótica do país. Não estamos em condições de juntar uma grave crise política à crise económica e financeira. O país precisa de um consenso nacional. Urgentemente! Neste momento extraordinário, o país precisa de um entendimento entre as várias forças políticas e sociais, pois a coesão, a solidariedade e a ação convergente dos principais atores é determinante para se conseguir sair da grave crise em que nos encontramos.

É preciso gerar um consenso social e político para se fazer o ajustamento estrutural de que o país tanto necessita para um crescimento sustentado, que dê estabilidade a projetos que ajudem o crescimento da nossa economia. A ausência de consensos irá penalizar os próprios políticos, mas, acima de tudo, irá afetar gravemente o interesse nacional. Se não existir resposta à dramática situação em que o país está mergulhado, daqui a algum tempo não estaremos a discutir a crise económica e financeira, mas sim a discutir a crise do regime. Aí, poderá haver consensos, mas será tarde demais.

A bem de Portugal!

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José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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