Procissão de domingo vai passar à volta da capela, como é habitual. Apesar das mudanças, presidente da comissão de festas, Tomé Carvalho, garante que a romaria realiza-se com a “mesma dignidade”. 

Estão reunidas “as condições” para a procissão em honra de Nossa Senhora das Dores cumprir a tradicional volta à capela. A garantia é dada por Luciano Lagoa, pároco de S. Martinho de Bougado, que afirmou que, “apesar das condicionantes”, a vertente religiosa das festas será realizada “como é habitual”.

“A procissão decorrerá com o mesmo itinerário. Vai dar a volta à capela, pois estão criadas as condições mínimas para que isso aconteça. Aí, não haverá tanto espaço para as pessoas estarem, como acontece noutros anos em que há uma grande aglomeração, devido aos taipais. No entanto, no parque, as pessoas podem estar em grande número”, salvaguardou.

Este ano, a procissão sai à rua no terceiro domingo de agosto, dia 18, desde a igreja matriz e conta com a imponência dos dez andores, com mais de dez metros de altura, que são preparados pelas populações das aldeias de S. Martinho de Bougado. A presidir à procissão está presente o bispo emérito de Leiria-Fátima, D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva, que é natural do concelho da Trofa.

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