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Edição 646

Faleceu Mestre Alberto Vinhas

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Faleceu, aos 87 anos, Alberto Vieira de Sá, habitualmente conhecido como “Alberto Vinhas”, filho mais velho de Avelino Moreira Vinhas, com quem aprendeu, aos 11 anos, a manter vivo o ofício da Arte Sacra. O Mestre partiu mas deixa o desejo de manter viva a Arte Sacra e o da criação de um museu no Coronado.

Reportagem completa para ler na edição 646 do jornal O Notícias da Trofa.

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Edição 646

António Neto em 28.º lugar em M60 na Maratona do Porto

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António Neto, atleta da Trifitrofa, participou na 14.ª Maratona do Porto, que se realizou a 5 de novembro. O atleta correu os 42 quilómetros em três horas, 36 minutos e 27 segundos, conseguindo o 1159.º lugar na geral, em 4584 atletas, e o 28.º lugar em M-60.

Reportagem completa para ler na edição 646 do jornal O Notícias da Trofa.

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Edição 646

Crónica ACeS Santo Tirso/Trofa: Transporte das crianças no automóvel no sentido inverso à marcha

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Em 2014 a Automóvel Clube de Portugal (ACP) realizou um estudo que revelou que 46% dos condutores consideravam mais seguro transportar as crianças sentadas com as cadeiras voltadas para a frente, no sentido da marcha do automóvel. Contudo trata-se de um erro, pois os estudos internacionais que procuram perceber qual a posição mais segura para o transporte das crianças revelam que colocá-las no sentido contrário reduz cinco vezes a probabilidade de ferimentos ou mesmo morte em caso acidente.
Concluíram, então, que quando a criança está no sentido da marcha, em situação de desaceleração brusca, a região cervical (o pescoço) está sujeito a forças extremas, o que pode provocar lesões graves. Isto é particularmente mais perigoso nas crianças mais novas, pois as estruturas que sustentam o pescoço estão ainda pouco desenvolvidas e a cabeças é proporcionalmente ao resto do corpo, muito pesada. Assim quando a criança vai no sentido contrário à marcha, todas as zonas críticas ficam melhor protegidas, uma vez que as forças geradas no impacto distribuem-se de forma mais homogénea nas costas, cabeça e pescoço.
Deste modo, a APSI (Associação para a promoção da Segurança Infantil) e a Direção Geral da Saúde aconselham o transporte de crianças no automóvel em cadeiras voltadas para trás até ao mais tarde possível, até aos 3 ou 4 anos. As crianças têm o pescoço muito frágil e a cabeça grande e pesada. Só assim, numa colisão frontal (as mais frequentes e, regra geral, mais graves), as suas costas, cabeça e pescoço estarão mais protegidos.
Existem no mercado cadeiras homologadas até aos 18 kg ou 25 kg (Regulamento 44) e até aos 105 cm (Regulamento 129, ou i-Size), que permitem transportar as crianças voltadas para trás até essa idade. Este tipo de cadeiras confere uma proteção que ronda os 90% o que significa que, em caso de acidente, podem salvar a vida de 9 em cada 10 crianças.
Procure as cadeirinhas existentes no mercado homologadas com os diferentes regulamentos (R44; R129 i-Size), que permitam transportar a criança em segurança no automóvel, em sentido contrário da marcha o maior tempo possível.

Enfermeiras Elsa Silva
e Sandra Costa

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