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Faleceu Maria Júlia Padrão

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Faleceu esta sexta feira a Drª Maria Júlia Padrão. Tinha 96 anos.

Natural de Santiago de Bougado, Maria Júlia Padrão nasceu a 3 de dezembro de 1923, graduou-se em 1945 na Faculdade de Farmácia do Porto. No último ano da licenciatura, inscreveu-se na Faculdade de Medicina do Porto e tirou simultaneamente o curso de enfermeira visitadora.

Em 1951 abriu com a irmã a Farmácia Moreira Padrão. As duas irmãs criaram um serviço farmacêutico, na Trofa dos anos 50, que ainda hoje seria vanguardista. Montadas em bicicletas, dispensavam medicamentos e serviços de enfermagem ao domicílio.

É amiga de D. Duarte Pio, que a ajudou a instalar a Caixa de Crédito Agrícola na Trofa bem como outras instituições.

O corpo encontra-se depositado na Capela Funerária nº 1 da Igreja Nova.

A Missa de corpo presente realiza-se pelas 09:45 horas de Domingo, dia 04 de Outubro na Igreja Matriz de Santiago de Bougado , indo para o cemitério de Paranhos – Porto.

Nota: o corpo transitará para a Igreja Matriz pelas 08:45 horas de Domingo.

Devido à pandemia COVID-19 o uso de máscara é obrigatório e aconselhamos o distanciamento social.

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Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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Edição 769 do Jornal O Notícias da Trofa

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Edição de 07de julho de 2022

 

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