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Estradas interditas devido ao mau tempo (C/Video)

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A Trofa foi invadida pela água que tem caído sem parar.

A rua Avelino Padrão, a rua de Santiago, rua da CEE e rua das Pateiras, todas em Santiago de Bougado, estão submersas, o que obrigou a Proteção Civil municipal a interditá-las ao trânsito, por tempo ainda a definir.

 

Também a Estrada Nacional 14, entre os quilómetros 18 e 20, estão interditadas ao trânsito.

Muito condicionado está também o trânsito na Estrada Nacional 104, entre a Ponte da Vigenta e Ribeiros Trata e Rega.

Segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, os períodos de chuva, por vezes forte, e rajada máxima de vento vão continuar durante o dia de hoje.

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Em atualização …

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Covid-19

Surto de Covid-19 no CD Trofense

Um surto de Covid-19 na estrutura da equipa sénior do CD Trofense está a afetar o normal trabalho do plantel.

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Um surto de Covid-19 na estrutura da equipa sénior do CD Trofense está a afetar o normal trabalho do plantel.

O NT sabe que há dez casos de Covid-19 já identificados, entre jogadores e staff, encontrando-se os restantes jogadores a aguardar resultado dos testes realizados hoje.

À luz dos regulamentos, só numa fase mais próxima do dia do próximo jogo, diante do FC Porto B, se saberá se a equipa terá jogadores suficientes para se apresentarem no campo.

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Trofa

Memórias e Histórias da Trofa: O telefone e a indústria em S. Romão

A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes.

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A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes. Justificava-se este atraso com a dependência administrativa para com Santo Tirso.
Na verdade, também na sede de concelho as comunicações eram difíceis, pedia-se a ligação a Guimarães e Fafe, importantes centros de industriais.
Os empresários e habitantes trofenses pediam a ligação a S. Romão, Ermesinde e depois seria estabelecida a ligação com o Porto, justificando esse investimento com o facto de em S. Romão existir já um forte tecido industrial, reforçando ainda com a argumentação que era igualmente um importante centro comercial.
Sobre o seu centro comercial era enumerado que era um território em crescendo e que se fossem dadas as condições ainda poderia crescer mais e por arrasto trazer novas dinâmicas para S. Romão.
A própria localidade já não podia dispensar o telefone, era uma necessidade gritante que não podia estar mais tempo em suspenso.
A solução para a resolução deste problema, escrevia-se em 1927 teria de passar por iniciativa privada dos seus cidadãos, não ficar eternamente à espera de uma solução do poder governativo que já naquela época era centralista.
Apelava-se à criação de uma subscrição, algo comum para aquele momento da história, na prática os membros da comunidade com as verbas que iriam arrecadar pagariam a instalação do telefone naquela sua comunidade.
Anunciava-se que era um bem necessário a ligação de S. Romão com o resto do país, a sua indústria e comércio necessitava dessa solução para sustentar e alimentar ainda mais aquele crescimento económico que estava a viver.
S. Romão do Coronado, uma freguesia que sempre caminhou lado a lado com o progresso, recebendo a industrialização no seu regaço e devendo muito essa vantagem seguramente graças ao comboio que desde 1875 passava nos seus limites geográficos.

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