A Associação Recreativa Juventude do Muro vai ter duas equipas de futsal a militar nos campeonatos da Associação de Futebol do Porto.

Cinquenta pontos é o objetivo da equipa sénior de futsal da Associação Recreativa Juventude do Muro para a época 2014/2015. O compromisso foi assumido por “plantel e equipa técnica”, que este ano vão competir na série 1 da 1.ª Divisão da Associação de Futebol do Porto.

José Pedro Lima, presidente da coletividade, afirmou ao NT que “a época começou a ser preparada com bastante antecedência, contra aquilo que era usual” e que “foi possível iniciar a época a 1 de setembro com tudo, praticamente, definido”.

A situação “pontual” verifica-se apenas com a “baixa” sofrida na estrutura técnica que, segundo José Pedro Lima, “ainda não foi colmatada”.

“Os objetivos passam sempre por fazer melhor que na época anterior. O plantel e equipa técnica propuseram-se atingir um patamar de 50 pontos, o que a ser conseguido, nos poderá dar um ótimo lugar na tabela classificativa”, salientou.

Este ano, a equipa vai militar na Taça Distrital, uma “novidade” para a equipa. Para garantir passagem à próxima fase, a ARJ Muro tem de ficar entre os dois primeiros na série, no somatório dos dois jogos em casa e de outros tantos fora.

Quanto ao plantel, “é praticamente o mesmo” da temporada transata, contando apenas com três reforços: um guarda-redes, ex-Silva Escura, um jogador ex-Mindelo e outro que regressa depois de um longo período sem competir.

A associação vai ter também a equipa júnior a competir na Associação de Futebol do Porto, na série 2 da 2ª Divisão.

Sérgio Monteiro é o técnico que vai orientar o grupo composto por 15 atletas, “bastante equilibrado que permitirá uma boa gestão nos 38 jogos a disputar”, considera José Pedro Lima. “Prevemos um campeonato bastante competitivo, com o alargamento aos atletas sub-20. O objetivo passa por ficar na primeira metade da tabela, a espreitar os primeiros oito lugares”.

O primeiro jogo é já este sábado, às 18 horas, no pavilhão desportivo da Escola Básica e Secundária do Coronado e Covelas, diante da Ordem.

A época não se avizinha fácil para a coletividade que, como dificuldades a enfrentar, tem “a acentuada falta de recursos humanos para trabalhar e acompanhar as equipas, principalmente a sénior” e “as grandes deslocações da equipa júnior”. “O policiamento será também um fator que pesará bastante no orçamento”, concluiu.