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Edição 671

Encontro junta mais de 200 autocaravanas

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De 8 a 10 de junho, a Quinta de S. Romão, na Vila do Coronado, é palco do 4.º Encontro de Autocaravanas, que, este ano, integra “pela primeira vez” uma Feira de Artesanato.
A “novidade” deste Encontro é mesmo a Feira de Artesanato, a decorrer entre as 15 e as 19 horas”, que conta com “mais de dez participantes” inscritos. Pelas 15 horas tem início uma caminhada pela Vila do Coronado, seguida da palestra “A Felicidade – Estar Bem ou ter razão” por Moreira da Silva, pelas 17 horas, no salão nobre do edifício sede da Junta de Freguesia. A noite será de convívio, com cantares ao desafio com Anjinho e Diana, com a “participação especial de Manuel Silva e Andreia Santos”. No dia seguinte, pelas 10 horas, há uma aula de ginástica com Diana Azevedo.
José Ferreira, presidente da Junta de Freguesia do Coronado, referiu que este Encontro surge na sequência da “criação do parque de autocaravanas na Quinta de S. Romão”, com o objetivo de “o dar a conhecer”. As edições anteriores têm “corrido muito bem” e, “de ano para ano, tem aumentado o número de participantes”. Para esta edição, o autarca conta “ultrapassar as 200 autocaravanas, o que irá trazer alguns milhares de pessoas durante este fim de semana”. “O que será, sem dúvida, uma iniciativa muito boa para o nosso comércio local e para dar a conhecer a nossa vila”, completou.
E como nos encontros de autocaravanistas são “maioritariamente portugueses que vêm para conhecer outras terras e lugares”, a Junta de Freguesia destaca a realização de uma caminhada pela Vila do Coronado, que vai passar pelos “locais mais emblemáticos e característicos das freguesias, para que, quem os visita, “saía daqui com uma imagem perfeitamente esclarecida do local onde vieram passar o fim de semana”. “A caminhada pela vila do Coronado é aquilo que mais nos entusiasma e interessa, que é a divulgação da nossa terra, dos nossos costumes, tradições e locais”, salientou.
Apesar de ser um Encontro de Autocaravanas, José Ferreira frisou que esta é “uma iniciativa também aberta à comunidade, que também aparece para a música, convívio e para a gastronomia”, o que “acaba sempre por juntar muita gente e ter uma dinâmica diferente neste fim de semana”.

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Edição 671

Guidões em festa a 23 e 24 de junho

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Já começou a contagem decrescente para as festas de S. João de Guidões. O programa festivo já circula pela freguesia e a comissão de festas está num reboliço para que nada falhe no fim de semana de 23 e 24 de junho. Cristina Santos aceitou liderar a comissão na sequência de um desafio lançado por “outra festeira”. “Começamos os preparativos em outubro, com os peditórios porta a porta e angariação de patrocinadores. O tempo é que não nos ajudou na organização de eventos durante o ano para angariação de fundos”, afirmou ao NT Cristina Santos.
As condições meteorológicas influenciaram a preparação de uma festa que a festeira esperava “maior”, no entanto a “grande generosidade” da população garantiu um programa festivo que orgulha a comissão. Segundo Cristina Santos, o orçamento da festa “ronda os 20 mil euros”.
O ponto alto do programa é a noite de sábado, 23 de junho, com a atuação da marcha do lugar de Vilar, a partir das 21.30 horas. Inicialmente, estava prevista a presença de outra marcha que, entretanto, não se conseguiu organizar atempadamente para se apresentar ao público.
Após a marcha, entra em palco o cabeça de cartaz, Jorge Loureiro, que promete animar o público com as suas músicas minhotas.
Mas a festa começa bem cedo, com o levantamento dos mastros pelos mordomos, numa tradição antiga que se cumpre às 8 horas de sábado. Segue-se a entrada dos bombos para anunciar as festas à freguesia.
Às 17 horas, outra tradição se respeita, com a entrada dos cestos. Três horas depois, é aberta a cascata de S. João.
À noite, após a música, o céu ilumina-se com o fogo de artifício, previsto para a meia-noite.
No dia seguinte, cumpre-se a missa em honra de S. João, às 8 horas, e a missa solene às 11 horas. A tarde será animada pelo Rancho Folclórico do Divino Espírito Santo, de S. Mamede do Coronado, que atuará até cerca das 17 horas, momento previsto para o início da procissão. Depois, entra em palco o Rancho de S. Pedro de Avioso que exaltará os usos e costumes de outrora até ao encerramento da festa, pelas 20 horas.

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No Pó dos Arquivos: São Rosas de Santa Maria, meu Senhor!

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O título desta minha colaboração mensal sugere o Auto das Rosas de Santa Maria, de Cândido Guerreiro (1871-1953). Algarvio, advogado de formação, foi poeta e dramaturgo por vocação. Elegeu para tema desta obra, publicada em 1940, a proeza de Gil Eanes – também ele algarvio – que, às ordens do Infante, ousou desafiar o Mar Tenebroso, para passar o Cabo Bojador. Que desespero, o da mãe! Que loucura, a do Infante! Que ignorância, a do cosmógrafo! Maior só o júbilo de Gil Eanes: “dobrei o cabo Bojador! Para memória deste dia/Trago-vos estas ervas tão viçosas/Como se eu acabasse de colhê-las/Que lindo nome têm! Santa Maria/Dignai-vos, meu Senhor, de recebê-las.”
A colaboração que hoje apresento, afinal, nada tem a ver com o Auto das Rosas de Santa Maria; apenas usurpei o título! Foi um logro e dele me penitencio.
A atribuição dos nomes, antes da vigência do registo civil:
Nos assentos paroquiais de baptismos, o pároco apenas “dava o nome” próprio, “nome de baptismo” à criança que lhe fora apresentada no prazo estabelecido nas Constituições diocesanas, normalmente nos primeiros oito dias de vida. Ultrapassado este prazo, a administração do baptismo carecia de licença expressa, requerida ao Bispo da diocese. Apenas na idade adulta – geralmente no registo paroquial do casamento – se acrescentava ao nome do baptismo o nome da família: aos filhos o apelido do pai e às filhas o apelido da mãe.
Dos livros paroquiais de Santa Maria de Alvarelhos:
Joaquim Moreira Marques (bisneto de Gualter Marques, de São Pedro Fins), natural de Alvarelhos, casou, em 1890, com Joaquina Rosa de Oliveira, sua conterrânea. Deste casamento nasceram:
Em 1891, Maria, que veio a casar, sob o nome de Maria Rosa Moreira, com Bernardo de Sousa Pereira; em 1892, Francisco, que veio a casar, sob o nome de Francisco Moreira Marques, com Aurora da Silva Moreira; em 1893, Palmira, que veio a casar, sob o nome de Palmira Rosa Moreira, com Albino José de Moura; em 1904, Conceição, que veio a casar, sob o nome de Conceição Rosa Moreira, com Joaquim Azevedo Torres (Fonteboa); em 1906, Américo, que veio a casar, sob o nome de Américo Moreira Marques, com Sofia de Campos Maia; em 1909, Olindina, que veio a casar, sob o nome de Olindina Rosa Moreira, com Edmundo Dias da Silva. Rosas de Santa Maria de Alvarelhos! E das quatro Rosas nascidas em Santa Maria de Alvarelhos, três foram plantadas em São Cristóvão do Muro!
Dos livros paroquiais de Santiago de Bougado:
Ermelinda, filha natural de Ana Joaquina da Silva, solteira, do lugar da Lagoa, foi perfilhada pelo Padre Manuel da Fonseca Cruz, por escritura pública de 4 de Novembro de 1859 e obteve, por Mercê Régia, a Carta de Legitimação assinada pelo Rei D. Pedro, a 20 de Outubro de 1860.
Aos dezasseis anos, Ermelinda da Fonseca casou com João da Costa Ferreira. Este casamento foi dissolvido por óbito do marido, passado um mês. Ermelinda, com dezassete anos e já viúva, casou, em segundas núpcias, com Semião José Pereira dos Santos, solteiro, de trinta e seis anos, natural de Mosteirô. Deste casamento nasceram:
Em 1865, Maria, que casou com o nome de Maria Ermelinda Pereira Serra, com Cândido Dias Moreira Padrão; em 1868, Matilde, que casou com o nome de Matilde Ermelinda Pereira Serra, com José Antero Dias da Costa Campos; em 1873, Leopoldina, que casou com o nome de Leopoldina Ermelinda Pereira Serra, com Manuel Dias da Costa; em 1882, Júlia, que casou com o nome de Júlia Ermelinda Pereira Serra, com Joaquim de Sousa Reis.
Dos livros paroquiais de São Cristóvão do Muro:
Manuel António Duarte, natural de Santa Maria de Avioso, casou, em 1867, com Maria Joaquina Ramos, natural de Fajozes. Deste casamento nasceram: Joaquim António Duarte, José António Duarte, Domingos Ramos Duarte, Francisco António Duarte; Maria Joaquina Ramos, Ana Joaquina Ramos e Joaquina Maria Ramos.

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