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Edição 663

Empresas apresentam novidades e promoções (C/Vídeo)

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A Feira Anual da Trofa é aproveitada pelas empresas para dar a conhecer a sua marca, as últimas novidades e até mesmo para fazer promoções.

Presença assídua na Feira Anual da Trofa é a empresa M.J. Araújo, sediada em Palmeira, no concelho de Santo Tirso, que representa a marca Husqvarna. Motosserras, roçadoras, corta relvas, tratores de jardim, robôs corta relvas, sopradores, aparadores de relva e “máquinas de cortar mato” foram alguns dos produtos apresentados durante o certame e “a bons preços”. Manuel Araújo, responsável da M.J. Araújo, referiu que representa uma marca que é “muito conhecida mundialmente” e, por essa razão, “o cliente já os procura” porque sabe que têm “um bom produto tanto para servir a nível profissional como para uso doméstico”.
Nos últimos anos, a empresa tem apresentado, como “chamariz”, um escultor, que, com recurso a motosserra, faz figuras em madeira.
Também “presença habitual” nesta Feira Anual é a empresa Sojagado, que apresenta “todos os produtos das áreas de negócio dos alimentos compostos”, dando “prioridade ao setor leiteiro, que é a base pecuária da feira”, referiu Rui Alves, diretor adjunto do Departamento de Alimentos Compostos Sojagado. “Geralmente para a nossa área, estas feiras nunca são para grandes negócios, mas para marcarmos presença e estarmos com os nossos clientes”, justificou.
Apesar de o tempo ter “limitado um bocadinho em termos de público”, o diretor adjunto afirmou que “os clientes que vieram eram aqueles que estavam interessados”, assim como os seus “clientes crónicos”, que os visitam sempre que estão presentes neste certame. Para Rui Alves, estas feiras são “importantes”, “principalmente” para “inverter a situação” do setor leiteiro, que “está a atravessar uma crise já de há uns anos para cá”, sendo já visível a participação de “muita juventude nos concursos para tentar impulsionar a atividade”. “Claro que há outros constrangimentos, como o preço do leite e o das rações, que estão sempre a subir, e tudo isso condiciona”, denotou.
Já há “muitos anos” que a CAFO Green, situada junto à Escola Secundária da Trofa, marca presença na Feira Anual, para “tentar fazer o seu negócio”. Este ano, declarou Carlos Oliveira, “uma das novidades” foram “as máquinas a bateria”, tendo esta sido uma oportunidade para “dar informação às pessoas para terem conhecimento deste novo produto que têm agora”.

Máquina cem por cento trofense reaproveita biomassa florestal
A CAFO Green fez “uma parceria” com as Máquinas Avelino Carneiro, para “vender uma máquina de triturar”, utilizada para “fazer as limpezas das bouças”, e que foi apresentada “ao público, pela primeira vez”, na Feira Anual. O proprietário da máquina, Avelino Carneiro, referiu que esta é uma máquina “cem por cento trofense, desenhada e construída na Trofa e por pessoas da Trofa”, que “corta biomassa florestal e recolhe os resíduos”. “A nossa empresa não encara essa biomassa como resíduo, mas como uma matéria-prima, que poderá ser utilizada como combustível energético ou para fazer composto orgânico para fertilização agrícola”, salientou.
Avelino Carneiro contou que “a primeira” máquina foi construída por si “há dez anos”, uma vez que, enquanto “proprietário florestal”, sentia “necessidade de fazer face aos custos da limpeza”. “Então surgiu a ideia de reaproveitar a biomassa florestal primária, chamada de mato, fazendo um recurso com valor a partir dela. Depois de ouvir algumas pessoas achei que a ideia poderia vingar no mercado e resolvi fazer algumas para comercializar. Já tenho algumas unidades vendidas”, asseverou.

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Edição 663

A Máquina de Propaganda – Parte 4 – Toninho, onde estás tu?

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Quando foi criado, com o objectivo de servir como instrumento de propaganda da coligação PSD/CDS para a luta autárquica de 2013, o Correio da Trofa incluía uma espécie de editorial, assinado por uma personagem fictícia de seu nome Toninho. Se quem o escrevia era algum dos jornalistas do CT, um militante de um dos partidos que integravam e ainda integram a coligação ou um misto de ambos, que os havia, nunca saberemos. Sabemos apenas que o propósito do Toninho era atacar Joana Lima, o PS e qualquer um que se atravessasse no caminho da oleada e abastada máquina de propaganda humbertista.
Para quem não conhece este hino à cobardia, à canalhice e à total ausência de vergonha na cara, sugiro que revisitem as edições mais antigas do pasquim. Facilmente perceberão o nível rasteiro e desonesto que pautava ditos editoriais. Mais recentemente, na antecâmara das Autárquicas do ano passado, surgiu uma reedição do Toninho, igualmente cobarde, canalha e sem vergonha na cara. Mas ainda não chegou o momento de falar da ratazana com pele de cordeiro e do seu testa-de-ferro acéfalo, que esta procissão nem ao adro chegou.
Foquemo-nos, pois, na saudosa personagem do Toninho. Nesse ser fictício que outrora nos chamava a atenção para as práticas mais suspeitas e nebulosas do antigo regime. Nesse exemplo maior da ordinarice política, que nos falava sobre compadrios, favores e negócios insólitos que marcaram negativamente o exercício do poder do executivo Joana Lima. Nesse fantoche orquestrado por políticos sem escrúpulos ou espinha dorsal, a quem nada escapava. Nesse exemplo maior que reflecte, como poucos, quão baixo um político está disposto a ir pelo poder, e que desapareceu assim que o objectivo para o qual foi criado foi atingido. Onde estás tu, Toninho?
Tenho curiosidade de perceber o que seria se o Toninho existisse, se continuasse a sua cruzada e, imaginação fértil a minha, se fosse um tipo desprendido do poder, honesto e imparcial. Questiono-me sobre o que diria ele acerca dos mais de 20 mil euros que o executivo Sérgio Humberto entregou aos anteriores proprietários do jornal, para organizar uma treta de concurso de fotografia e para conceber uma revista em paradeiro incerto. Questiono-me sobre a opinião que teria sobre as dezenas de milhares de euros entregues a ex-funcionários do CT, sob a habitual forma de ajuste directo, alguns dos quais chegaram mesmo a ser contratados pela autarquia para outras funções. Questiono-me sobre que juízos formularia quanto ao facto da então esposa do proprietário da empresa de assessoria de comunicação contratada pela coligação, Zita Formoso, cuja ligação à Trofa era inexistente antes das eleições, ter sido contratada para chefe de gabinete do presidente da câmara, auferindo um salário muito acima daquilo a que um comum mortal pode aspirar.
Questiono-me também sobre a ferocidade dos ataques que decorreriam na sequência dos muitos ajustes directos nebulosos que marcam a era humbertista, da utilização de recursos públicos para fins pessoais pelo presidente da câmara, da censura d’O Notícias da Trofa e da Trofa TV, da perseguição ao Clube Slotcar da Trofa, do despesismo eleitoralista que caracterizou a campanha de 2017 e, entre tantos outros exemplos que poderiam aqui ser referidos, dos muitos empregos que soube dar “aos senhores do seu aparelho partidário”, para citar uma publicação da JSD Trofa de 2011, do tempo em que Joana Lima era presidente e os jotas laranjas se preocupavam com estas coisas. Nem de propósito, o mais recente elemento do aparelho partidário do senhor presidente, a quem Sérgio Humberto soube dar emprego, foi precisamente a presidente da JSD. E da JSD, como do saudoso Toninho, nem um pio, que primeiro está o partido e os chefes e só depois os trofenses. Irónico? Nada disso. Apenas o modus operandi habitual dos políticos profissionais, com os seus dois pesos, as suas duas medidas e a sua falta de respeito por todos nós.

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Edição 663

Paróquia de S. Martinho orou 24 horas ao Senhor

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A 2 e 3 de março, decorreram as 24 horas para o Senhor, na paróquia de S. Marinho de Bougado.
A maratona da fé iniciou na missa das 19 horas de sexta-feira e terminou na eucaristia das 19 horas de sábado. Durante as 24 horas, grupos da catequese, escuteiros, equipa de pais de apoio à catequese, grupos de jovens e demais grupos de cariz religioso oraram ao Senhor.

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