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“É preciso gostar muito do que fazemos para nos mantermos fortes e não desistirmos”

“É preciso gostar muito do que fazemos para nos mantermos fortes e não desistirmos”

Celebrar a arte e mostrar a sua universidade, independentemente das barreias políticas, culturais e éticas, é o objetivo da comemoração do Dia Mundial da Dança, celebrado a 29 de abril. O NT foi conhecer o percurso da bailarina Mariana Ribeiro, natural de S. Martinho de Bougado, que afirmou que “ser bailarino não é fácil”, devido às “muitas dificuldades que surgem durante o percurso”. 

A dança surgiu na vida de Mariana Ribeiro “quase por acaso”. Quando “era pequena”, a jovem, de 21 anos, recorda-se de “sempre gostar de dançar nos espetáculos da escola primária”. Aos “11 anos”, decidiu inscrever-se na Escola Passos de Dança, por “sentir a necessidade de se envolver numa atividade extra curricular”. Na altura, Mariana começou por praticar jazz, uma vez que “nas turmas de ballet as crianças eram muito mais novas”. “Desde que comecei a dançar senti um gosto enorme pela arte”, completou.

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