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DECO alerta para falsos intermediários de crédito

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Verifica-se um crescente número de burlas relacionadas com falsos intermediários de crédito que contribuem para o agravamento da situação financeira das famílias.

Habitualmente, o esquema mais comum passa pela recolha dos dados do consumidor pela entidade e pela simulação da análise da viabilidade da concessão do empréstimo. Depois, consumidor é informado que o crédito foi aprovado e é-lhe então solicitada a transferência de um montante para finalizar o empréstimo.

Chega mesmo a ser enviado um comprovativo falso a indicar que a transferência do valor do empréstimo já foi efetuada, encontrando-se a creditação do valor na conta do consumidor pendente do pagamento de uma quantia referente a despesas de processo, comissão de aprovação do crédito, etc. Será um valor na ordem de algumas centenas de euros e, ao ser efetuado o pagamento e consumada a burla, o consumidor fica sem o crédito e sem o dinheiro pago, deixando de conseguir contactar com a alegada entidade financiadora.

Como prevenir estas situações?

Em primeiro lugar, deve consultar na página do Banco de Portugal a lista de entidades de autorizadas a conceder crédito de forma a confirmar se aquela entidade se encontra legalmente registada. Deve também estar atento a vários indícios de que se trata de uma burla:

– Contactos telefónicos inexistentes ou escassos, números do estrangeiro; endereços de e-mail não institucionais;

– Morada no estrangeiro ou um simples apartado;

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– Páginas na internet ou em redes sociais com erros ortográficos;

– Testemunhos pouco verídicos que procuram atestar a fiabilidade das entidades financiadoras;

– Falta de referências sobre aquela entidade em outros sites ou referências negativas;

– Aprovação de crédito de forma célere (numa questão de horas/dias) e desburocratizada (não lhe é exigida qualquer documentação);

O recurso a entidades não autorizadas para conceder crédito poderá resultar em graves danos para os consumidores, uma vez que estas entidades não se encontram sujeitas disposições legais que salvaguardam os interesses do consumidor e a estabilidade do sistema financeiro.

Esteja alerta para estas potenciais práticas fraudulentas.

Para mais informações, contacte o Gabinete de Proteção Financeira da DECO: deco.norte@deco.pt; 223 391 960

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Trofa

Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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Edição 769

Santiago de Bougado: Missa assinala 47.º dos escuteiros

No domingo, 10 de julho, pelas 10h45, é celebrada uma missa campal.

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No domingo, 10 de julho, pelas 10h45, é celebrada uma missa campal no terreno contíguo ao Parque de Jogos da Ribeira, do AC Bougadense, para assinalar os 47 anos do Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Bougado.

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