A preocupação tem tomado conta de Miguel Costa e agudizou-se quando se deparou com um veículo ligeiro de mercadorias estampado na própria habitação. Morador na Rua de S. José, em S. Martinho de Bougado, Miguel Costa considera que a curva existente mesmo em frente a casa (perto da Urbanização da Barca) “não tem condições” para o tráfego que por lá circula diariamente. Segundo diz, são “diários” os acidentes “de espelhos com espelhos ou batidas de traseira” e, pontualmente, há sinistros mais graves como aquele que aconteceu na quarta-feira, 16 de outubro, às 14.40 horas, e cujo condutor da carrinha ficou ferido. “Três carros já bateram no poste e outro na parede de minha casa. Esta curva tem apenas cinco metros de largura e duas carrinhas grandes não se conseguem cruzar”, argumenta.

Preocupado com a segurança dos seus familiares, dos habitantes daquela zona e dos automobilistas, Miguel Costa vai pedir ajuda às entidades concelhias e deixa sugestões: “Neste quarteirão devia ter, como já teve, apenas sentido ascendente, já que há mais saídas, e circulação proibida aos pesados”. Para além disso, considera importante “construir um passeio” para “dezenas de crianças” que por ali passam “para ir e regressar da escola”.