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Edição 765

Cruz Vermelha promove conferências sobre gestão do stress e impacto da pandemia nas migrações

A entrada é gratuita.

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“Gestão do Stress no quotidiano” e “Migrações, reflexão psicológica” são os temas das próximas conferências promovidas pela delegação da Trofa da Cruz Vermelha, a 14 e 28 de maio. A entrada é gratuita.

A delegação da Trofa da Cruz Vermelha prossegue o ciclo de conferências, com mais uma sessão a 14 de maio, no Auditório Tomé Carvalho, na sede da instituição, localizada no Largo António Barreto, em Santiago de Bougado.
“Gestão de stress no quotidiano” é o tema da iniciativa, que tem início às 10h30 e terá como dinamizadoras Raquel Andrade, psicóloga clínica e psicoterapeuta, Mónica Magalhães, professora de yoga, e Nádia Barbosa, mestre de kickboxing.
“Embora o conceito stress faça parte do quotidiano, ainda é difícil encontrar estratégias para o gerir da melhor forma e para evitar as suas mazelas. Desta forma, a Cruz Vermelha, delegação da Trofa, consciente da importância que as práticas meditativas e do exercício físico apresentam para a melhor gestão do stress no quotidiano, promove mais uma sessão de literacia em saúde”, referiu fonte da instituição, no anúncio do evento.
Através deste evento, os participantes podem aprender ou ver esclarecidas “as estratégias que podem facilitar a gestão do stress, sempre conscientes das várias caraterísticas individuais e dos potenciais stressores para as pessoas, bem como do autoconhecimento que permite reconhecer os pontos fortes e assim ganhar competências para diminuir o stress e os seus efeitos”.
Já a 28 de maio, a Cruz Vermelha propõe uma reflexão psicológica sobre o impacto da pandemia de Covid-19 nas migrações.
A conferência, que tem início às 10h30, também no auditório Tomé Carvalho, contará com os testemunhos de Pedro Amaro Santos, co-fundador e administrador da organização MEERU – Abrir Caminho, Estefânia Silva, investigadora do CIEG/ISCSP-UL e professora na Universidade da Maia, e Sara Maia, voluntária.
Mais informações podem ser solicitadas através do email dtrofa.coordenadora@cruzvermelha.org.pt ou do contacto telefónico 252 419 083.
Entretanto, a instituição tem ainda patente, no auditório Tomé Carvalho, a exposição “Corpo Plural”, da pintora Isabel Lhano.
A mostra pode ser apreciada até 27 de maio, também com entrada gratuita.

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Edição 765

Memórias e Histórias da Trofa: A sina trofense: a dificuldade de concretizar investimentos públicos

No Diário do Governo, era já notícia, em 1879, de que o processo de construção desta ferrovia era complexo e sofria duros revezes, sendo inaugurado apenas o primeiro troço em 1883, que ligava Trofa a Vizela.

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Os anos e gerações vão passando e costuma-se dizer que a identidade vai sendo construída com o passar dos anos. O referido processo de construção de identidades não é simples, nem instantâneo, mas o continuar de práticas transversais a gerações.
A região do Vale do Ave era cada vez mais industrializada, ninguém o podia negar e necessitava urgentemente de ver criada as acessibilidades para se abrir ao progresso. Numa fase em que o transporte rodoviário era uma miragem, restava obviamente apostar na rede ferroviária.
A Linha de Guimarães era um investimento prioritário, mas nem isso impediu que ficasse afastado dos tradicionais problemas de concretização que tanto nos caracteriza.
No Diário do Governo, era já notícia, em 1879, de que o processo de construção desta ferrovia era complexo e sofria duros revezes, sendo inaugurado apenas o primeiro troço em 1883, que ligava Trofa a Vizela.
Assistimos a, pelo menos, quatros anos de atrasos e constrangimentos, sendo que a construção da linha já tinha sido decretada em 1872, ou seja, 11 anos antes da inauguração do seu primeiro troço.
A empresa “Minho District Ralway Company Limitada” tinha recebido a concessão nesse ano de 1872, tendo sido previamente entregue por Simão Gattai, que tinha repassado essa concessão. A referida companhia apenas tinha construído seis quilómetros do caminho de ferro entre Bougado e Santo Tirso, pedindo ao tribunal comercial da cidade do Porto que fosse prolongado o prazo a seu pedido, até porque tinha terminado em 26 de março de 1879 a licença de construção. Na verdade, a companhia iria abrir falência e a situação tornar-se-ia ainda mais complexa, com a enorme carga burocrática a ser colocada em prática.
Seria apresentado um requerimento pelo Visconde da Ermida para que fosse constituída uma nova companhia para adquirir o caminho de ferro que tinha sido construído como aquele que faltava construir. António Ferreira da Silva tem aqui um rasgo de génio, percebendo que poderia continuar com um investimento que já tinha sido previamente construído e que era fundamental para o desenvolvimento do Vale do Ave e que teria uma grande aceitação, não só pela população, como também pelo tecido industrial.
O Vale do Ave era uma região que precisava, obviamente, destas infraestruturas, uma vez que era, cada vez mais, uma região apetecível pelos capitalistas para desenvolverem e fazerem surgir novos negócios.
Iria receber em 6 de maio de 1879 a autorização para ficar com a construção e exploração daquele caminho de ferro, que iria ligar Santo Tirso e Vizela para Guimarães.
A linha teria de ser em via larga, algo que não se iria concretizar, obrigatoriamente seria construído um telégrafo elétrico com vários correspondentes nas estações ao lado daquela linha, sendo de linha única, algo que se confirmaria no futuro. Um apontamento fundamental para a preocupação com o transporte de mercadorias, porque o concessionário deveria estabelecer para o serviço das localidades atravessadas pela linha férrea portos secos, destinados ao estacionamento de cargas e descargas das mercadorias.
Um projeto que em 1872 já tinha sido concessionado por uma pessoa a uma companhia que esteve a gerir esse mesmo processo durante sete anos e que apenas tinha construído uns míseros quilómetros a ligar a Trofa a Santo Tirso.
No ano de 1879, iria ser decretada a falência da companhia e entregue a concessão a outra figura com a expectativa de que ele continuasse a obra, sendo que o projeto acabaria por ser terminado de forma diferente do pretendido.
Assistimos a vários revezes que apenas iriam quatro anos depois, em 1883, culminar com a inauguração do caminho de ferro até Vizela, sendo que apenas iria chegar a Guimarães meses depois, já em 1884.
A construção seria concluída e respetivamente inaugurada 12 anos depois do que tinha sido projetada por lei, não deixando ser mais um exemplo da triste sina da Trofa que esperou mais de uma década pela conclusão de uma obra prioritária para o seu desenvolvimento.

foto: DR (arquivo)

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Trofa recolheu 430 animais em 2021

De acordo com dados do relatório anual de atividades dos centros de recolha oficial, o município da Trofa recolheu, em 2021, 430 animais.

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De acordo com dados do relatório anual de atividades dos centros de recolha oficial, o município da Trofa recolheu, em 2021, 430 animais. O documento confirma o aumento de recolhas, quando comparado com o ano anterior (271), numa tendência que se verificou um pouco por todo o território nacional.
O relatório dá ainda dados sobre os animais adotados: foram 215, mais 80 que em 2020. O município registou ainda a esterilização de 396 animais.
Santo Tirso foi o concelho que mais recolhas fez o ano passado. De acordo com o relatório, foram 1505 animais resgatados, enquanto Vila Nova de Famalicão recolheu 1024.

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