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Edição 663

Condições atmosféricas “obrigaram” a alterações no programa (C/Vídeo)

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Durante três dias, a Feira/Mercado da Trofa foi palco de vários concursos pecuários e equestres, exposição de animais e máquinas agrícolas, de gastronomia portuguesa e animação.

É considerada a maior feira agropecuária do Norte do país e, todos os anos, atrai milhares de pessoas à Feira/Mercado. Mas, este ano, S. Pedro não proporcionou as melhores condições atmosféricas à realização da Feira Anual da Trofa, obrigando a Junta de Freguesia de Bougado a fazer alterações no programa ao longo do certame.
Nas provas equestres, foi “anulada” a prova do Campeonato Nacional de Equitação de Trabalho, por “não se reunirem as condições para a prática equestre”, segundo informação avançada pela Associação Portuguesa de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano (APSL). O NT sabe que também a prova do Campeonato Regional de Equitação de Trabalho e o espetáculo equestre foram cancelados, tendo apenas decorrido o Concurso de Modelos e Andamentos e a 1.ª jornada do Campeonato Regional Norte em Derby de Atrelagem. A garraiada, inicialmente marcada para a noite de sexta-feira, também foi adiada para a noite de sábado.
No entanto, Luís Paulo, presidente da Junta de Freguesia de Bougado, fez “um balanço francamente positivo, em relação ao trabalho que podiam fazer”. “Este ano, o S. Pedro não foi muito generoso connosco, mas estamos satisfeitos, porque, quando fazemos o que podemos e o que nos compete fazer, nós temos a certeza que fizemos tudo o que devíamos ter feito e, portanto, estamos satisfeitos com isso”, salientou.
Questionado sobre a possibilidade de alterar a data da realização da Feira Anual, devido às condições atmosféricas dos últimos anos, o presidente assegurou que quer “mesmo manter a data original”. “Somos muito conservadores e temos obrigações para com o nosso passado”, completou.

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Edição 663

A Máquina de Propaganda – Parte 4 – Toninho, onde estás tu?

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Quando foi criado, com o objectivo de servir como instrumento de propaganda da coligação PSD/CDS para a luta autárquica de 2013, o Correio da Trofa incluía uma espécie de editorial, assinado por uma personagem fictícia de seu nome Toninho. Se quem o escrevia era algum dos jornalistas do CT, um militante de um dos partidos que integravam e ainda integram a coligação ou um misto de ambos, que os havia, nunca saberemos. Sabemos apenas que o propósito do Toninho era atacar Joana Lima, o PS e qualquer um que se atravessasse no caminho da oleada e abastada máquina de propaganda humbertista.
Para quem não conhece este hino à cobardia, à canalhice e à total ausência de vergonha na cara, sugiro que revisitem as edições mais antigas do pasquim. Facilmente perceberão o nível rasteiro e desonesto que pautava ditos editoriais. Mais recentemente, na antecâmara das Autárquicas do ano passado, surgiu uma reedição do Toninho, igualmente cobarde, canalha e sem vergonha na cara. Mas ainda não chegou o momento de falar da ratazana com pele de cordeiro e do seu testa-de-ferro acéfalo, que esta procissão nem ao adro chegou.
Foquemo-nos, pois, na saudosa personagem do Toninho. Nesse ser fictício que outrora nos chamava a atenção para as práticas mais suspeitas e nebulosas do antigo regime. Nesse exemplo maior da ordinarice política, que nos falava sobre compadrios, favores e negócios insólitos que marcaram negativamente o exercício do poder do executivo Joana Lima. Nesse fantoche orquestrado por políticos sem escrúpulos ou espinha dorsal, a quem nada escapava. Nesse exemplo maior que reflecte, como poucos, quão baixo um político está disposto a ir pelo poder, e que desapareceu assim que o objectivo para o qual foi criado foi atingido. Onde estás tu, Toninho?
Tenho curiosidade de perceber o que seria se o Toninho existisse, se continuasse a sua cruzada e, imaginação fértil a minha, se fosse um tipo desprendido do poder, honesto e imparcial. Questiono-me sobre o que diria ele acerca dos mais de 20 mil euros que o executivo Sérgio Humberto entregou aos anteriores proprietários do jornal, para organizar uma treta de concurso de fotografia e para conceber uma revista em paradeiro incerto. Questiono-me sobre a opinião que teria sobre as dezenas de milhares de euros entregues a ex-funcionários do CT, sob a habitual forma de ajuste directo, alguns dos quais chegaram mesmo a ser contratados pela autarquia para outras funções. Questiono-me sobre que juízos formularia quanto ao facto da então esposa do proprietário da empresa de assessoria de comunicação contratada pela coligação, Zita Formoso, cuja ligação à Trofa era inexistente antes das eleições, ter sido contratada para chefe de gabinete do presidente da câmara, auferindo um salário muito acima daquilo a que um comum mortal pode aspirar.
Questiono-me também sobre a ferocidade dos ataques que decorreriam na sequência dos muitos ajustes directos nebulosos que marcam a era humbertista, da utilização de recursos públicos para fins pessoais pelo presidente da câmara, da censura d’O Notícias da Trofa e da Trofa TV, da perseguição ao Clube Slotcar da Trofa, do despesismo eleitoralista que caracterizou a campanha de 2017 e, entre tantos outros exemplos que poderiam aqui ser referidos, dos muitos empregos que soube dar “aos senhores do seu aparelho partidário”, para citar uma publicação da JSD Trofa de 2011, do tempo em que Joana Lima era presidente e os jotas laranjas se preocupavam com estas coisas. Nem de propósito, o mais recente elemento do aparelho partidário do senhor presidente, a quem Sérgio Humberto soube dar emprego, foi precisamente a presidente da JSD. E da JSD, como do saudoso Toninho, nem um pio, que primeiro está o partido e os chefes e só depois os trofenses. Irónico? Nada disso. Apenas o modus operandi habitual dos políticos profissionais, com os seus dois pesos, as suas duas medidas e a sua falta de respeito por todos nós.

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Edição 663

Paróquia de S. Martinho orou 24 horas ao Senhor

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A 2 e 3 de março, decorreram as 24 horas para o Senhor, na paróquia de S. Marinho de Bougado.
A maratona da fé iniciou na missa das 19 horas de sexta-feira e terminou na eucaristia das 19 horas de sábado. Durante as 24 horas, grupos da catequese, escuteiros, equipa de pais de apoio à catequese, grupos de jovens e demais grupos de cariz religioso oraram ao Senhor.

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