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Edição 460

Concurso para logótipo da Junta do Coronado

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Junta do Coronado desafia habitantes na freguesia a criar a nova imagem da instituição que passará a identificar a autarquia.

“Deixe a sua marca na história do Coronado”. A proposta é da Junta de Freguesia do Coronado, que desafia os residentes da nova freguesia a criarem o logótipo. Assim, até ao dia 31 de março, os habitantes do Coronado devem entregar na Junta uma proposta de um logótipo para a freguesia.

O presidente da Junta, José Ferreira, afirmou que atendendo à “nova realidade” da “agregação das duas freguesias do Coronado”, o executivo decidiu lançar este concurso “exclusivo à população da freguesia”, em que os habitantes devem criar e apresentar “um logótipo que identifique, através de um símbolo, as duas freguesias e aquilo que as caracteriza”. “A procura tem sido muita, sobretudo de jovens ligados ao design, marketing e arquitetura. Nós temos consciência que temos muita gente com estas competências e qualidades e portanto vamos aguardar por algumas surpresas”, acrescentou.

Os trabalhos vão ser avaliados por um júri, constituído por “cinco elementos” entre membros do “executivo da Junta e mais algumas pessoas”. José Ferreira acredita que, quando forem entregues os trabalhos, vão ser “surpreendidos com iniciativas extraordinárias, inéditas e ideias maravilhosas”, o que vai deixar o júri com “muita dificuldade em escolher uma delas”.

O logótipo vencedor, além do “ mérito” de o ter criado, ganha “um prémio monetário” no valor de “500 euros”. O vencedor terá que “ceder os direitos e a imagem” do logótipo, que irá “vigorar na documentação oficial da Junta e em todas as iniciativas”.

Para mais informações sobre o regulamento ou para obter a ficha de inscrição, deve dirigir-se à Junta de Freguesia do Coronado, quer no edifício de S. Mamede como no de S. Romão.

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Edição 460

Eu empreendo, Tu empreendes, Ele empreende

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Ricardo Garcia

Ricardo-Garcia

A palavra “empreendedorismo” sempre provocou em mim o efeito da urticária. Neste mundo novo que a extrema-direita está a construir, a parte lexical, sob alçada dos assessores políticos e quejandos, está a criar a sua própria linguagem e imaginário. Entre muitas outras, a palavra “empreendedorismo” surge cada vez mais na boca dos políticos e nos media de uma forma quase assustadora. Todos temos que ser “empreendedores”, de criar o próprio emprego, ser proativos, sair da zona de conforto e de preferência pisar alguém. Mas acaba por ser ridículo: cerca de 99,9% do tecido industrial português são micro, pequenas e médias empresas, criadas por… empreendedores. Então qual a urgência de imposição desta palavra no nosso dia a dia? Só pode ter um objetivo ideológico: a promoção ilusória do Individualismo Económico e o desmembramento das relações laborais de classe.

Com um governo empenhado em mudanças radicais na sociedade portuguesa, assistimos a alterações profundas nas funções sociais do estado (desmantelamento progressivo do Serviço Nacional de Saúde e implosão da Segurança Social com consequências diretas nas assimetrias sociais), na educação (revanchismo por parte de uma classe que não digeriu a democratização do ensino), nos costumes (visível na recente jogada suja do referendo sobre a coadoção por casais homossexuais) e na área económica. Esta última, tendo por eixo os sectores mais conservadores das faculdades de economia em Portugal, tenta impor um novo paradigma económico assente, entre outros pilares, na Culpa (a famosa treta do “andamos a viver acima das nossas possibilidades e como pecadores que fomos, espécie de soberba, temos que ter uma castigo, não divino mas terreno”) e, como acima referido, no Individualismo Económico.

As vantagens do Individualismo Económico são inúmeras para o capital. Um trabalhador que tenha por cima de si a pairar as fábulas e os mitos do “empreendedorismo”, pode ser enfeitiçado para a perda de consciência de classe e respetiva alienação. Se juntarmos a isto as consequências nefastas da precarização do trabalho e do modelo de despedimento tendo como primeiro ponto a avaliação individual de desempenho (estando, como sempre neste governo fora da lei, em confronto com a Constituição), os dados estão lançados.

Nada é mais útil ao capital do que uma sociedade produtiva, fragmentada, obediente e delatora.

 

Ricardo Garcia

 

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Edição 460

Crónica jurídica: A Insolvência…de Pessoas Singulares!

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Olá queridos trofenses. Esta é a minha primeira crónica. Nela abordarei mensalmente questões jurídicas. Antes de mais, nada como uma breve apresentação. Chamo-me Isaura Ramalho, nasci e cresci na Trofa, sou licenciada em Direito, pela Escola de Direito da Universidade do Minho, e atualmente advogada. No dia a dia, apercebi-me da necessidade de informação por parte das pessoas, o que me motivou a iniciar este trabalho. Tenho por isso como objetivo primordial esclarecer questões jurídicas que me parecem pertinentes, e sobretudo úteis ao cidadão, distanciando-me sempre do caso concreto. Espero sobretudo ajudar-vos a clarificar as vossas dúvidas. Tenham uma boa leitura!

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