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Edição 616

Clube Slotcar oferece livro a duas mil crianças: Trofi visita todas as escolas do concelho

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O Trofi é um tigre com sete anos, muito aventureiro e brincalhão. Nos últimos dias, tem estado num reboliço a visitar as escolas do concelho, juntamente com o amigo Sorrisos, para oferecer a todas as crianças o livro que conta as suas aventuras.

Através da sua experiência, o Trofi quer transmitir mensagens que vão desde a sensibilização para as ações dos Bombeiros e da Cruz Vermelha junto da comunidade, passando pela importância da leitura e da liberdade de expressão, pela igualdade entre todos, na escola e na sociedade.
O Trofi é a mascote do Clube Slotcar da Trofa e incorpora o mais recente projeto da coletividade que, através do livro, pretende exaltar valores e ideais junto dos mais pequenos. A ideia surgiu, em 2015, do presidente do clube, João Pedro Costa, que, inspirado pelo filho, acabou por ter a direção do seu lado. “O livro fala de histórias simples, como a alimentação, em que a criança, normalmente, prefere as refeições menos saudáveis e através disso queremos fazer perceber a importância que todos os alimentos têm, porque há quem não os tenha e aí fazemos a ligação à Cruz Vermelha. Ou a história do gato que está no topo de uma árvore e é preciso salvá-lo e para isso recorremos à Associação Humanitária dos Bombeiros”, afirmou em entrevista ao NT e à TrofaTv, depois da apresentação da obra, na manhã de 25 de março, no espaço cultural da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa
A obra foi escrita pela trofense Alexandra Santos, que também se inspirou nos sobrinhos para conceber as aventuras do Trofi. A base para a elaboração do livro foram os “valores que devemos transmitir às crianças e o que eles devem aprender para, depois, em adultos, agirem de forma correta”, explicou a autora, que viu, mais tarde, as histórias ganharem forma e cor pelas mãos do ilustrador Paulo Fernandes. Este explicou que “as histórias são muito ilustrativas e têm uma descrição muito detalhada das situações, por isso foi muito fácil construir todo o imaginário”.
No enredo, o Trofi conta as suas aventuras e dá a conhecer a atividade de algumas das instituições mais importantes do concelho, como a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa e a delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa. Nas escolas, o pequeno tigre tem espalhado conhecimento e alegria, com a ajuda do amigo Sorrisos, mascote da Cruz Vermelha.
O projeto não passou despercebido ao Instituto Português do Desporto e Juventude, que aplaudiu a iniciativa do Clube Slotcar e o envolvimento dos parceiros.
O jornal O Notícias da Trofa também é um dos parceiros do projeto e, além de também estar associado a uma das histórias do Trofi, também faz parte da equipa que tem apresentado o livro nas escolas. Além disso, esta edição do jornal é acompanhada do destacável que também é entregue juntamente com o livro, com actividades para as crianças.
O presidente do Clube Slotcar sublinhou que a oferta do livro a cerca de duas mil crianças “é a cereja no topo do bolo” deste projeto e anunciou que “haverá continuidade”, pois “a Alexandra Santos já está a escrever histórias para um segundo livro do Trofi”.

O Trofi vai visitar todas as escolas do concelho e oferecer o seu livro a cerca de duas mil crianças que frequentam o jardim de infância e 1.º ciclo.

“Este livro vai ser levado a todas as escolas do concelho, as crianças vão lê-lo e, a maior parte deles, guardá-lo. A partir daí, poderemos vir a angariar, futuramente, voluntários para os Bombeiros. Louvamos muito esta iniciativa do Clube Slotcar”.

Manuel Dias, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa

“Mais uma vez, temos um instrumento precioso que foi criado pelo Clube Slotcar e nós vamos beneficiar, porque vamos poder passar as mensagens que estão escritas e que se referem à atividade da Cruz Vermelha e do refeitório social Porta de Sabores. Esperamos que as crianças conheçam as respostas sociais que existem tão perto de nós e percebam que devemos ajudar, ser solidários”.
Daniela Esteves, presidente da delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa

“As associações e a sociedade civil têm um papel complementar ao papel do Estado e o Clube Slotcar está a cumprir muito a sua missão, que é complementar aquilo que é a educação formal, através de ações que ajudam a que os jovens possam aprender mais coisas e adquirirem valores”.
Vítor Dias – Diretor Regional do Norte do Instituto Português do Desporto e Juventude

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“No Trofense, queremos competir para evoluir”

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O objetivo competitivo desta época foi cumprido por parte da equipa de infantis 7 A do Clube Desportivo Trofense. O grupo conseguiu atingir a Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto. Neste escalão, os jovens aprendem “a jogar um futebol positivo”, mesmo que, às vezes, as derrotas apareçam, porque o mais importante é a formação, explicou o treinador Simão Maia, em entrevista ao NT.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Simão Maia (SM): Está a ser uma época positiva. Os nossos jogadores continuam a crescer futebolisticamente. Atingimos a divisão de elite que era o nosso objetivo, onde estão as equipas mais bem classificadas da primeira fase. Nesta fase, a competitividade é maior e o equilíbrio é notório. No Trofense, queremos competir para evoluir.

NT: Quais os objetivos na competição?
SM: O nosso objetivo principal em todo o departamento é formar, seguindo os princípios e os valores de todo o departamento de formação e neste sentido aperfeiçoar todas as competências técnicas e táticas que o jogador à Trofense tem de possuir, sendo capaz de entrar em cada jogo preparado para competir com qualquer adversário, e ultrapassar as várias adversidades que o jogo possa impor. Para além disso procuramos que os nossos atletas pratiquem um futebol positivo, com qualidade, baseados no nosso modelo de jogo.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
SM: Como nós procuramos manter os nossos princípios de jogo, procuramos sempre o jogar, o que, por vezes, nos custa a vitória. Isto entristece os nossos atletas e temos de os lembrar que estamos a formar numa determinada forma, que por vezes, quando não decidimos bem, somos penalizados. Mas não abdicamos do nosso foco, que é formar. Não pensamos no resultado a qualquer custo. Queremos formar a jogar um futebol positivo desde cedo.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
SM: Neste escalão, e em todos em geral, procuramos trabalhar o mais possível a sua capacidade de decisão (sobre pressão) e a sua inteligência tática. Todos os treinos, os nossos atletas são desafiados a pensar, a perceber qual a melhor opção em cada momento do jogo, seguindo a nossa filosofia e modelo de jogo. Fornecemos-lhes várias soluções e eles decidem, só assim serão capazes de melhorar (errando muitas vezes). Procuramos não lhes dar o peixe, mas que aprendam a pescar.
Também trabalhamos a capacidade dos nossos atletas em conciliar o futebol e a escola, assegurando que conseguem cumprir positivamente nestas duas áreas.

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União de Ciclismo promove 3.º Circuito da Trofa

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Apesar da chuva, organização do 3.º Circuito de Ciclismo da Trofa fez um balanço positivo da iniciativa, pelo número de corredores presentes que, segundo o presidente da União de Ciclismo da Trofa, Jorge Silva, superou o de anos anteriores.

Mais de 200 corredores jovens participaram no 3.º Circuito de Ciclismo da Trofa. Ainda com poucos dias de utilização, a sede da União de Ciclismo da Trofa (UCT) já esteve ao serviço daqueles que viajaram até à cidade para participar na prova, que teve como principal foco os escalões de formação. Vários ciclistas do concelho marcaram presença e houve alguns que se destacaram no pódio, como Ricardo Silva, da UCT, que alcançou o 2.º lugar em infantis. O jovem, que pratica a modalidade “há dois anos”, considerou a prova “dura”, principalmente no percurso com piso “em paralelo”.
A chuva também foi um obstáculo não só para os corredores, como para a organização, mas ainda assim, balanço final foi positivo. Quem o diz é Gabriel Azevedo, um dos comissários presentes, que afirmou que, à exceção do “capricho” meteorológico de S. Pedro, “a Trofa mostrou, mais uma vez, ter condições para receber uma prova como esta”.
Já Jorge Silva, presidente da UCT, evidenciou a importância de a associação promover este tipo de iniciativas: “Mostramos que, apesar de sermos um clube pequeno, sabemos organizar e a prova está no número de equipas que tivemos a participar, que superou o do ano passado”.
Este ano, houve algumas alterações relativamente às edições anteriores desta corrida, como a extensão do circuito “em mais cinco quilómetros” e o funcionamento de uma tasquinha que serviu comes e bebes, com o objetivo de angariar fundos para a associação, e que atraiu “muita gente para o espetáculo”, acrescentou Jorge Silva.
A UCT participou na prova com 16 ciclistas.
A União de Ciclismo da Trofa inaugurou recentemente a sede, localizada junto à Igreja Nova de S. Martinho de Bougado. O objetivo da coletividade é formar jovens ciclistas e atingir pódios nas provas onde estes marquem presença.

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