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Primeira batida decorreu nos lugares de Cedões e Sardoeira, em Santiago de Bougado. Presidente do Clube de Caçadores da Trofa valoriza convívio entre participantes, em detrimento do número de animais caçados.

Depois de uma interrupção de dois anos, o Clube de Caçadores da Trofa voltou às tradições e, no passado domingo, levou a cabo a primeira de duas batidas à raposa. Foi logo pela manhã cedo que os caçadores se concentraram junto ao Hotel Pinheiro Manso, em Santiago de Bougado, para se dirigirem rumo aos lugares de Cedões e Sardoeira, território abrangido na Zona de Caça Municipal da Trofa.

“Um balanço positivo” é a garantia deixada por José Silva, presidente do Clube de Caçadores da Trofa que, em declarações ao NT, destacou como factor determinante as condições metereológicas que ajudaram muito à realização da iniciativa que, recorde-se, é promovida de acordo com o calendário que estipula determinados dias de caça previstos na lei.

No total foram cerca de 60 caçadores que participaram na primeira batida à raposa, aos quais se somam perto de duas dezenas de colaboradores como matilheiros e outros para assegurar a realização da actividade. Seis raposas foram “batidas” pelos caçadores, um número que José Silva desvaloriza, uma vez que o objectivo principal desta actividade é “o convívio e a boa disposição”, reiterando assim o facto de cada vez mais as batidas à raposa se tornarem um factor de confraternização entre caçadores.

É já no próximo dia 14 de Fevereiro que o Clube de Caçadores da Trofa volta à actividade com a segunda batida à raposa. O local da concentração é no lugar da Abelheira, em S. Martinho de Bougado, junto ao Café Galáxia.