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Edição 749

CDU critica executivo por manter ruas sem passeios na sombra de “obras megalómanas”

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Pela rua Alexandre Herculano, a mostrar “o que a Trofa é”. “Esta rua é a prova de que onde não chegam as câmaras para se tirar bonitas fotografias, temos espaços degradados e a população marginalizada”. Fernando Sá, candidato da CDU à Câmara Municipal da Trofa, fez questão de passar por aquela artéria da cidade, entre o Trofashopping e os edifícios da Mida, durante uma ação de campanha que incluiu um contacto com comerciantes e população, na manhã de terça-feira, 21 de setembro.

“A população desta zona de Finzes necessita, urgentemente, de ver passeios nesta rua, que utiliza, diariamente, correndo risco de atropelamento e de queda, porque o piso está em péssimo estado”, declarou o candidato, que, ao nível das acessibilidades, criticou as opções do atual executivo camarário por “fazer obras megalómanas de ciclovias sem consultar a população nem sem antes resolver problemas como estes na Rua Alexandre Herculano”.
Fernando Sá conduziu, depois, o discurso para o Coronado, para lamentar “o massacre” pelo que a população da freguesia está a passar com “o tempo demais” que está a durar a obra da ciclovia.

“Nós acreditamos que a população está primeiro que os fundos comunitários e que deveria ter sido consultada e devidamente informada acerca do projeto”.
Para o candidato, a ciclovia do Coronado faz parte da estratégia “eleitoralista” do executivo camarário: “Não devíamos deixar correr um mandato completo para chegar ao último ano e lembrar-se de baixar os impostos às famílias. Nós defendemos que todos os impostos da responsabilidade da Câmara têm de estar sempre baixos para beneficiar as famílias, promover a fixação de empresas”.
A renegociação dos termos do acordo para o serviço de abastecimento de água que a Câmara Municipal acertou com a Indaqua também mereceu a crítica de Fernando Sá, que considera que a empresa “tem meios suficientes para baixar o preço da água e continuar a ter lucro sem que seja necessário prolongar o prazo do contrato”.

“O reconhecimento do trabalho da CDU deve ser traduzido no voto”

Heloísa Apolónia, ex-deputada d’Os Verdes na Assembleia da República, veio apoiar os candidatos da CDU da Trofa na ação de campanha e revelou ter sentido que as pessoas “valorizam o trabalho da CDU”. “O que também gostávamos de dizer à população é que esse reconhecimento e a confiança que depositam no nosso trabalho deve ser traduzida no voto na CDU, no próximo dia 26 de setembro”, apelou, sem deixar de sublinhar a vitória da coligação se conseguisse eleger um vereador na Câmara Municipal.
“Seria a garantia que nesta Câmara haveria uma voz ativa para denunciar as necessidades e os problemas das populações e para ajudar com propostas para que esses problemas sejam resolvidos”.
A antiga deputada defendeu que a CDU “é a voz ativa que falta na Trofa” e fez valer os “princípios ecologistas” que regem a coligação “desde os anos 90”. “Questões relativas à poluição, quer atmosféricas, quer dos recursos hídricos, os transportes públicos, o fomento da mobilidade ativa, a necessidade de reduzirmos a produção de resíduos e fazer o devido tratamento, a questão da água como bem público e não como negociata são matérias que a CDU fala há muitos anos”, destacou.

CDU quer reforçar presença na Assembleia Municipal

Se para a Câmara Municipal, a CDU ainda não conseguiu nenhuma eleição, para a Assembleia Municipal, procura reeleger Paulo Queirós e até reforçar representatividade. “Nos últimos quatro anos vimos que a única discussão entre as outras duas forças políticas era baseada no que um fez e o outro deixou de fazer e a CDU foi a única voz que foi alertando para outros problemas, outras ambições e futuro que este concelho deve ter. Reforçar a presença da CDU iria trazer uma força maior à nossa intervenção”, argumentou Paulo Queirós, que considera que a sua eleição “não foi muito bem vinda pelo executivo municipal, porque sentia que, apesar de ter apenas um eleito, era quem fazia mais oposição construtiva”.
“Se pensarem no trabalho feito por um eleito na CDU, imaginem o que é o trabalho de dois eleitos. O que apelamos é que no domingo reforcem o foto na CDU”, apelou.

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Edição 749

Misericórdia assume construção de residência sénior em Alvarelhos

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O projeto nasceu torto e arrastou-se por anos, mas a luz ao fundo do túnel é agora garantida pela Santa Casa da Misericórdia da Trofa, que decidiu assumir a construção de um lar residencial no local onde figurava parte do esqueleto do Centro Comunitário de Alvarelhos.
A resposta social, ainda em fase de projeto, foi apresentada à população numa sessão realizada no pavilhão desportivo da Escola Básica do Castro, em Alvarelhos, no dia 10 de setembro.


“Este edifício tem muitos aspetos diferentes do habitual. Até conseguimos criar uma rua interior e uma grande varanda e virar o edifício para a zona exterior ajardinada e verde. Temos a capela e podemos aceder a todo o edifício através de uma rampa. Já os quartos são sui generis, principalmente os duplos, porque são divididos a meio por uma barreira que faz toda a diferença, pois dão privacidade aos utentes”, explicou Alfredo Gomes, provedor da Santa Casa da Misericórdia da Trofa.

Por não se adequar às necessidades atuais, a parte já edificada terá de ser demolida. A nova residência terá capacidade para 50 utentes e será resultado de um investimento de 2,5 milhões de euros. Por haver “muito dinheiro envolvido”, Alfredo Gomes apela à ajuda “de muitos mecenas”, mantendo confiança “na muita gente boa que há em Alvarelhos”.
Além dos donativos, a instituição vai procurar beneficiar de fundos comunitários “logo que surja a oportunidade”.
O presidente da associação Centro Comunitário de Alvarelhos, Joaquim Oliveira, não escondeu a felicidade por ver o processo desbloqueado, depois de a parceria com a instituição Mundos de Vida ter caído com a interrupção das obras.
“É uma espera de muitos anos, num processo que quando começou a nascer teve de ser interrompido e as vicissitudes que se atravessaram foram muitas”, sublinhou, numa alusão à interrupção das obras em 2010, por falta de liquidez.
O processo serviu de cavalo de batalha entre a Junta de Freguesia, então presidida por Joaquim Oliveira, e a Câmara Municipal, liderada por Joana Lima, e arrastou-se no tempo, até a Mundos de Vida, instituição responsável pela construção do projeto, desistir.
A solução foi procurar outras entidades com conhecimento na área para retomar o projeto e, aí, “não houve dificuldade” em chegar à Santa Casa da Misericórdia, revelou Joaquim Oliveira.
O Centro Comunitário de Alvarelhos cedeu o terreno à Santa Casa da Misericórdia, mas mantém a “reserva de propriedade” até que o projeto esteja concluído.
“O nosso papel vai ser acompanhar o processo até ao fim. Depois, quando a obra estiver feita, muito provavelmente a associação Centro Comunitário de Alvarelhos não terá razão de existir e extinguir-se-á de seguida”, revelou.
A Santa Casa da Misericórdia espera ter as obras no terreno já no próximo ano.

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Deolinda Oliveira vence Taça de Corrida de Montanha

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Deolinda Oliveira venceu a Taça de Portugal de Corrida de Montanha. A atleta da Escola de Atletismo da Trofa garantiu o triunfo no escalão de veteranas após as quatro jornadas, realizadas em Albergaria-a-Velha, Vila Real, Castro Daire e Sabugal.
No dia 18 de setembro, Deolinda esteve no pódio acompanhada por Júlia Sousa, colega de equipa, que assegurou o 2.º lugar da competição no mesmo escalão.
Alice Oliveira, também da EAT, foi 4.ª classificada em seniores femininos.
No mesmo dia e local, a coletividade esteve representada no Grande Prémio de Atletismo Trilhos do Lince, com Mariana Azenha, que conseguiu o 2.º posto em iniciados femininos.
Já no Campeonato Regional de Veteranos, em Lousada, Ludgero Moreira (M35) sagrou-se campeão na disciplina de 200 metros, acumulando ainda o título de vice-campeão nos 400 metros e salto em altura. O atleta da EAT conseguiu ainda o 3.º lugar nos 100 metros.
Por sua vez, Júlia Sousa (F50) sagrou-se campeã regional dos 3000 metros marcha, com novo recorde pessoal (18:42:58 minutos). Basílio Sousa, em M45, foi 5.º classificado nos 3000 metros.

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