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Edição 757

Candidatos do PS em roteiro pelo concelho para “sentir o pulsar da população”

Os candidatos do PS pelo Porto incluíram a Trofa no roteiro, para “sentir o pulsar da população” e “transmitir a vontade” de ajudar as instituições durante a próxima legislatura.

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A “percorrer todo o distrito” na campanha eleitoral que iniciou no passado domingo e prossegue até ao último fim de semana de janeiro, os candidatos do PS pelo Porto incluíram a Trofa no roteiro, para “sentir o pulsar da população” e “transmitir a vontade” de ajudar as instituições durante a próxima legislatura.

Esta terça-feira, os candidatos a deputados pelo Partido Socialista, entre os quais os trofenses Joana Lima e Nuno Moreira, estiveram na delegação da Trofa da Cruz Vermelha para conhecer, por dentro, “a situação de muitas famílias que vão enfrentando a crise”, num período em que “o país já se encontra em recuperação económica” e “o nível do emprego na região já está ao nível de antes da pandemia”.

As palavras são de João Paulo Correia, número cinco do PS pelo Porto, que elogiou o trabalho feito pela instituição. “Ainda temos famílias abaixo do limiar da pobreza e essa resposta é dada pelo Estado, mas também pelas instituições sociais e a Cruz Vermelha da Trofa tem um papel fundamental no território, junto das suas comunidades, e isso ficou patente nos números que nos transmitiram e nos diversos projetos que nos apresentaram, quer de ajuda alimentar, quer no apoio psicológico e no conjunto de respostas em várias áreas. Saímos daqui com o conforto de que esta é uma das instituições que melhor trabalha no terreno e ajuda centenas de famílias na Trofa”, frisou.

A candidatar-se para tomar assento no Parlamento pela quarta vez, Joana Lima explicou que o trabalho de campanha do PS no concelho passa por “ouvir o pulsar da população em cada uma das áreas”.

“Na ação social, no socorro, no desporto e no tecido económico, tentamos saber e sentir quais os problemas que as instituições têm e transmitir-lhes a nossa vontade de os ajudar no futuro. Enquanto deputada, fiz várias visitas para tentar ajudar a resolver alguns problemas pendentes junto das instituições públicas mais centralizadas”, referiu, sem deixar de enfatizar o trabalho feito pela Cruz Vermelha a nível local.

“É, sem dúvida, uma instituição do concelho que merece todo o nosso apoio, pelos projetos que leva a cabo, mas principalmente pelo apoio alimentar, que é fundamental”, concluiu.

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Edição 757

Feira Anual cancelada pelo segundo ano consecutivo

A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.

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A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.
A confirmação chega pela boca do presidente da junta, Luís Paulo Sousa que em declarações ao NT confirma o pior cenário: “À semelhança do que aconteceu em 2021, não vamos realizar a nossa Feira”.
Com um trabalho preparatório árduo que se inicia muitos meses antes de março, e face as incertezas da forma como iria evoluir a pandemia “o executivo da junta reuniu e tomou a decisão de, para segurança de todos, este ano não realizarmos a Feira Anual da Trofa” .
A decisão está tomada e está agora a ser tornada pública, numa altura em que o número de novas infeções por covid-19 continua a crescer, assim como o número de mortes e de internamentos. “Por uma questão de bom senso e cautela tomamos esta difícil decisão para bem de todos”, frisou o autarca.

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Memórias e Histórias da Trofa: Quando Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão queriam voltar a ser da Maia

No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.

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No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.
A transferência seguramente não foi pacífica, até porque eram séculos de histórias e tradições que eram interrompidas por decreto e urgia tentar inverter essa situação. Novamente o centralismo institucional do país demonstrava as suas guerras e terá sido um dos muitos exemplos desta prática que até hoje perdura no tempo.
Anos depois, em 1843, concretamente a 4 de março, na Câmara dos Pares, era discutida, por iniciativa do deputado Pimentel Freire, uma representação dos moradores das freguesias de Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão do Muro para apelarem relativamente a uma futura desanexação do concelho de Santo Tirso. Queriam reverter aquela situação a favor do concelho da Maia.
Os habitantes destas freguesias deslocavam-se pela primeira vez à Câmara dos Pares, no atual Palácio de S. Bento, para serem ouvidos junto da nata da elite política nacional, na expectativa que o seu pedido fosse atendido. Serve de valorização o facto de os habitantes daqueles pequenos territórios conseguirem ter expressão e serem ouvidos pelos elementos que governavam o país, conseguindo levar as suas preocupações ao principal palco político nacional.
Atendendo ao que nos diz a história, este pedido não foi atendido, ou melhor, acabou em parte por ser atendido com a mudança para a autonomia concelhia da Trofa no ano de 1998. As freguesias continuaram a ser pertença do concelho de Santo Tirso por vários anos e décadas, alimentando-se a divergência e diferentes formas de estar que se foram tornando insanáveis.

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