Funcionários e amigos da Casa da Cultura comemoraram o 11º ano de existência desta valência da Câmara Municipal da Trofa. 

“Não há dinheiro para fazer investimentos, mas a cultura não tem que estar parada”. Este é o pensamento de Assis Serra Neves, vereador da Câmara Municipal da Trofa, transmitido na comemoração do 11º aniversário da Casa da Cultura, na tarde de sábado, 3 de novembro. O autarca, responsável pelo pelouro da Cultura, afirmou que, apesar das restrições económicas, o executivo camarário vai ser fiel ao compromisso assumido na promoção de eventos como o Concurso Literário, a Feira do Livro e a Hora do Conto inglória.

A crise tem que passar ao lado. Não há dinheiro para fazer investimentos, mas a cultura não tem que estar parada, e a prova disso é o que a Casa da Cultura está a fazer”, afirmou. Para o vereador, a atividade da Casa da Cultura é “um sinal” da existência do município, “independentemente dos sacrifícios que se tem que fazer em termos de gestão”.

Para mostrar que a autarquia não vai colocar a cultura de lado, Assis Serra Neves revelou novas atividades de “descentralização”. Será uma extensão do “Hoje vou ao café… ouvir poesia”, uma experiência que segundo o autarca “está a correr muito bem”. O segredo parece estar mesmo “fora de portas”. Mesmo assim, a Câmara Municipal valoriza o trabalho feito no interior da Casa da Cultura e, por isso, festejou o aniversário desta estrutura com a participação do Agrupamento de Escuteiros de Santiago de Bougado. “Também reconhecemos o trabalho dos funcionários, que dão muito deles pela Casa da Cultura.

Esta é uma festa familiar que envolve os funcionários e esta família que convive com a Casa da Cultura, todos os dias”, frisou.

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