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Ano 2011

Câmara assina contrato de financiamento para projeto dos parques

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Assinatura de contrato de financiamento para a requalificação dos parques que a Câmara assina esta quinta-feira é “a concretização de mais uma importante fase deste projeto”.

É mais um passo para a concretização de um dos maiores projetos no concelho. Esta quinta-feira, 18 de agosto, pelas 17 horas, a Câmara Municipal da Trofa vai assinar o contrato de financiamento, no âmbito da candidatura PRU (Parcerias para a Regeneração Urbana), que visa a requalificação dos parques Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro.

Juntamente com a autarquia, assinará o contrato a Comissão de Coordenação e Desenvovimento Regional do Norte (CCDR-N), as empresas municipais TrofaPark e Trofáguas e a AEBA (Associação Empresarial do Baixo Ave.

“A concretização de mais uma importante fase deste projeto, que será uma realidade em breve, para benefício de todos os trofenses”. Esta é a convicção de Joana Lima, presidente da autarquia, acerca da assinatura do contrato de financiamento.

A requalificação dos parques da cidade é encarado pelo executivo trofense como “mais um complemento fundamental às várias iniciativas turísticas, culturais e de promoção da natureza, que têm vindo a ser desenvolvidas no concelho com o intuito de potenciar e consolidar a qualidade de vida de toda a população”.

Com um investimento previsto de quase dez milhões de euros, cujos 80 por cento são financiados por fundos comunitários, esta obra constitui um dos projetos de maior relevo realizados no concelho da Trofa.

Para além da união dos dois parques, que permitirá a constituição de uma praça em frente à Capela de Nossa Senhora das Dores, a obra prevê a criação de novos acessos, redes de percursos, áreas relvadas, um anfiteatro natural, um parque infantil, circuitos de fitness e manutenção para a promoção de atividades desportivas de recreio e de lazer.

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No projeto vislumbra-se também uma concha acústica e dois coretos, que vão proporcionar a realização de espetáculos musicais, de teatro, de dança, ou de outras manifestações artísticas.

Segundo a autarquia, “a construção de um edifício de apoio às atividades do Parque tornou-se fundamental numa ótica de otimização de serviços e recursos e na promoção e gestão do Parque”. Nele estão concentrados “serviços, de carácter social e económico”, que o tornará “um equipamento indispensável, garantindo proximidade e facilidade de acesso aos serviços disponibilizados”, acrescenta o executivo.

A entrada para o edifício faz-se pela Rua Padre Joaquim Pedrosa, tornando-se este impercetível do adro da capela, através da sua cobertura ajardinada.

No edifício estarão congregadas as atividades de apoio e direção do Parque, atividades de índole social e económica. “As infraestruturas de apoio às festas em honra de Nossa Senhora das Dores não foram esquecidas estando prevista a instalação de um espaço afeto à Fábrica da Igreja Paroquial da freguesia de São Martinho de Bougado”, refere a autarquia.

O projeto contempla ainda um parque de estacionamento subterrâneo, com cobertura ajardinada, com capacidade para 152 lugares.

Está igualmente previsto o reordenamento viário e o reperfilamento e repavimentação dos arruamentos adjacentes, revitalizando e melhorando os acessos no centro da cidade.

 

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Dar vida ao Parque

Criar equipamentos e edifícios de apoio às diferentes atividades programadas para o parque, convergindo para o princípio da sustentabilidade ambiental e eficiência energética é um dos objetivos deste projeto, que a autarquia acredita ser capaz de “constituir um espaço de excelência e afirmar uma nova identidade da cidade e do concelho”. Para além disso, poderá ser a “baixa” comercial da cidade, um polo de serviços administrativos e um espaço de apoio social.

Recorde-se que o programa de ação “Requalificação Urbana dos Parques Nossa Senhora das Dores e Dr. Lima Carneiro” foi aprovado no âmbito do instrumento política PRU, inscrito no Eixo IV – Qualificação do Sistema Urbano, do Programa Operacional Regional do Norte. A obra está orçada em mais de 9,3 milhões de euros, cujo financiamento de fundos estruturais europeus corresponde a 80 por cento e a restante a contrapartida local.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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