Café e sede do Bougadense foram assaltados na madrugada de segunda-feira. Foram deixados muitos indícios, que o Núcleo de Investigação Criminal recolheu e que deverão ajudar na identificação dos criminosos.

Uma navalha pousada sobre uma mesa, uma chave de fendas esquecida, latas de Redbull abertas, papéis de gelados à volta de um bidão de lixo e um rasto de destruição. Este era o cenário do café e da sede do Atlético Clube Bougadense. Nem na Páscoa foi “feriado” para os assaltos. Durante a madrugada de segunda-feira, entre a meia-noite e as 9 horas da manhã, vários objetos foram furtados do interior do café do clube. Luís Maia fazia contas aos prejuízos: uma caixa de gelados, chicletes, chocolates, tabaco, bebidas e um saco de moedas. “São cerca de 2500 euros de prejuízo”, afirma, enquanto analisa todos os passos dados pelos “amigos do alheio”.

Pelos indícios deixados no local, a ideia é de que os protagonistas do assalto sejam amadores na arte de roubar. Pegadas junto de um muro indicavam o local onde foi arrancada uma barra de ferro para estroncar a grade de uma das janelas do café e a porta da sede. A investida deverá ter durado vários minutos. Para além de o ferro ter sido deixado no meio do campo de futebol, também as latas de bebida energética indiciavam que a estadia em solo alheio deve ter sido prolongada. Adalberto Maia, presidente do Bougadense, tentava perceber se algo tinha desaparecido da sede, mas o espanto de confrontar com aquele cenário impedia o raciocínio.

A Guarda Nacional Republicana esteve no local a registar a ocorrência e o Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento de Santo Tirso esteve no local a recolher os indícios deixados.

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